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Castelo Branco e o Piauí

18/04/2014

Têm surgido movimentos que pregam discutíveis mudanças na vida do país, encabeçados por figuras que não conhecem a história e buscam mais a publicização para firmar imagem pessoal que o verdadeiro sentido da causa que defendem. Apareceu um tal movimento para mudar nomes de entes públicos como avenidas e até da barragem de Boa Esperança, esta batizada com o nome do ex-presidente da República Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco. O repúdio aí deve ser porque envolve a figura de um dos líderes do golpe militar, apenas isso. Mas é preciso que se conheça parte dessa história. O ex-deputado federal Jesus Tajra conta, hoje, que se não fosse Castelo Branco a barragem de Boa Esperança não tinha saído do projeto. Ele lembra que em jantar no antigo Hotel Piauí, o então todo poderoso ministro do Planejamento Roberto Campos, contava na roda como e porque a barragem foi construída. Disse Campos que o presidente Castelo Branco o chamara para tratar da obra e o ministro o informou que economicamente a barragem era inviável. O presidente ordenou: “Eu quero a solução do coração”. Anos depois, a barragem era inaugurada e hoje integra o sistema Chesf de produção de energia. Possivelmente ainda inviável, economicamente. Daí a importância para o Piauí de Castelo Branco, que não era nenhum estranho. Pelo grande número de parentes aqui residentes e em função das constantes visitas que fazia – notadamente a Campo Maior – ainda hoje há dúvidas se Castelo Branco seria piauiense e não nascido em Messejana, no Ceará.








Governador Zé Filho: secretário tem que estar presente às inaugurações



















Slogan

Recall da última pesquisa:
Já está pronto o slogan de campanha de Marcelo Castro para governador: ‘o candidato pé no chão’.
Pregado.

Candidatura
A jornalista Fernanda, filha do ex-vereador Carlos Lobo, anda pedindo votos.
Para ela, como candidata a deputada estadual.

Academia
A morte do desembargador Tomaz Campelo abre cinco vagas nas diversas academias de letras do Estado.

Alopra

O PROS só pode ser aloprado. Vendo que não ficará com a Secretaria de Defesa Civil, propõe, unilateralmente, porque não conversou ainda com o senador Wellington Dias, bandeirar-se para o lado da oposição.
Mas está provado que seus líderes são ruins de negociação porque estão de olho na vice.

Saco vazio

Com essa capacidade de negociação, a turma do Pros não conseguiu a Defesa Civil com Zé Filho e muito menos tomará do PP a candidatura de vice na chapa de Wellington.

O virtuoso

O ex-secretário Silvano Alencar se despediu no governo anterior, dizendo que teve oportunidade de roubar e não fez.
Menos, menos. A ordenadora de despesa e pagadora era uma mulher.

Quem foi?

Mas a pergunta que não quer calar é: o secretário denunciou à polícia ou mandou prender quem por ventura teria roubado ou lhe peitado?
Se souber de alguma coisa fale ou se cale para sempre.

Suplente
O entendimento entre o governador Zé Filho e o deputado Mauro Tapety, possibilitará o retorno da suplente de deputada Nize Rego, à Assembleia Legislativa.

Doente?
A sugestão inicial era de que o deputado tirasse licença para tratamento de saúde. Mas o pai dele, o experiente Juarez Tapety, não concordou. Mas sugeriu uma licença para assuntos pessoais.
Realmente, com aquele corpanzil, fica difícil imaginar Maurão adoentado.

Velha prática

Pior é que se puder deputado tira licença médica para suplente assumir vaga do “doente”.
Além de ser uma velha e imoral prática o governado Zé Filho não pode aceitar esse tipo de procedimento.
Até porque a conta quem vai pagar é o contribuinte.

Pouca vergonha

Nas gestões anteriores o eleitor elegia 30 deputados, mas terminava pagando salário de mais de 40.
Só nos últimos 4 anos a Assembleia tinha 45 parlamentares.

Ping Pong

A autoridade

Roldão Furtado assume comarca no interior do Piauí, nos anos 70. Na feira, do sábado, desarma um feirante, tomando a sua faca. O feirante o observa e resolve segui-lo para tomar satisfação.
O feirante: “Quem é o senhor?
Roldão: “Eu sou o novo juiz da cidade...”
O feirante: “Dê cá a minha faca. Eu pensei que você fosse autoridade, pelo menos um soldado”.

Expressas

Zé Filho pediu absoluto controle dos gastos no Estado. Foi na reunião com os secretários onde também exigiu presença de todos (obrigatoriamente) nas inaugurações de obras. Vá, não!

O ex-prefeito Luís Coelho é o homem forte do governo na área municipal. No Palácio de Karnak faz a articulação com os municípios.

Ontem, na saída de Teresina, pela BR-343, o congestionamento era quilométrico. Na João XXIII a fila era tripla. Olha a falta que faz a duplicação da BR.

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