Nascimentos a menos no Brasil, em um ano, equivalem à população de Parnaíba

De acordo com a Pesquisa de Registro Civil, em 2016, ocorreram e foram registrados 2.793.935 nascimentos no Brasil, contra 2.945.344 nascimentos em 2015.

(Foto: reprodução internet)
(Foto: reprodução internet)

A diferença de 151.409 nascimentos equivale a mais que a população de Parnaíba, que o mesmo IBGE projetou em 150.547 para este ano de 2017.

A queda no número de nascimentos no Brasil em 2016 foi a primeira queda desse número desde 2010, incluindo o total e as Grandes Regiões.

A região com menor queda no número de nascimentos foi a Sul com -3,8% e o Centro-Oeste, com maior queda, -5,6%.

O estado de Pernambuco foi o que registrou a maior queda no volume de registros de nascimentos (-10,0%) no Nordeste e no país. Roraima foi a única Unidade da Federação que apresentou aumento de nascimentos ocorridos e registrados entre 2015 e 2016, 3,9%.

No Norte, a maior queda nos nascimentos foi registrada no Tocantins, com -8,0%.

No Nordeste, a menor e a maior queda nos nascimentos foram registradas no Maranhão (-2,3%) e em Pernambuco (-10,0%), respectivamente.

No Sudeste, as quedas variaram de -5,1% em São Paulo e -6,5% no Rio de Janeiro.

No Sul as quedas nos nascimentos foram relativamente menores, variando de -2,2% em Santa Catarina e -4,7% no Rio Grande do Sul.

No Centro-Oeste, a redução no número de nascimentos foi maior para o Mato Grosso (-6,8%) e menor para o Mato Grosso do Sul (-4,0%).

A distribuição percentual dos nascimentos por grupo de idade da mãe se manteve inalterada em relação a 2015. Os nascimentos na região Norte têm maior concentração no grupo de idade das mães de 20-24 anos (29,6% dos nascimentos).

Por outro lado, as regiões Sul e Sudeste têm o perfil mais envelhecido da curva de distribuição dos nascimentos por idade da mãe.

Nessas regiões, o maior percentual de nascimentos ocorre entre as mulheres de 25-29 anos (Sul, 24,7% e Sudeste, 24,3%), 20-24 anos (23,5%) e 30-34 anos (22,1%)