Que todos reflitam: Luzilândia poderá ser outra!

Passado o tempo, vejo, hoje, uma Luzilândia em transformação. Não em tudo, mas em quase tudo! Especialmente quanto aos aspectos social e econômico. Vejo uma nova sociedade ocupando um espaço preponderante na formação de uma nova geração. Com destaque para o imenso número de pessoas com estudos e graduação superior. O que mostra um “novo social” que se descortina e que em um futuro bem próximo mudará os matizes de outrora.

No aspecto econômico-financeiro, uma sociedade que se alterou sobremaneira. São incontáveis as pessoas e as famílias bem sucedidas através do árduo trabalho na labuta do cotidiano. Até os hábitos mudaram! E para melhor, sem dúvida alguma! A juventude, apesar dos pesares, dos percalços e da disseminação da droga, a enorme maioria tem procurado seu espaço para se estabelecer de uma forma ou de outra. Tem outro olhar para o mundo.

Essa transformação, na minha modesta visão e opinião, acabou por empreender e condicionar uma alteração forte no campo político. Neste aspecto, vejo uma sociedade que tende a não mais se ajoelhar. E o futuro, salvo engano, será mesmo seguir em frente.

Até parece um movimento espiritual! Que fenômeno foi esse? Que “espírito” estimulou tudo isso? Sem dúvida alguma, o aumento dos poderes de homens e mulheres comuns que, hoje, fazem uma Luzilândia em transformação social. Lembremos, pois, da citação filosófica de que “o meio faz o homem”; “a sociedade faz o cidadão”... Esses homens e mulheres luzilandenses, ao meu sentir, estão construindo uma nova e outra sociedade. Posso errar, mas permita Deus que deva acertar! Porque na minha passagem pela vida desejo alcançar uma Luzilândia absolutamente diferente e diferenciada, máxime no comportamento das pessoas.

Não esqueçamos! A sociedade que almejamos deve ser a mesma que desejamos para os nossos filhos e filhas, as nossas futuras gerações, para que prosperem e progridam em todos os aspectos da vida. Quero participar, devo integrar, pretendo compartilhar com todas essas transformações que esperamos que ocorram em um futuro bem próximo, mormente no campo social, econômico, político e da intelectualidade.

Luzilândia tem que aprender a defender Luzilândia! Amar-se, adorar-se,...! Não grupos de pessoas! Sociedade livre e autônoma só tem um pai: o povo. Isso permite que atuem múltiplos protagonistas, personagens e um cem número de pessoas no mesmo contexto, que pela lógica de paradigmas do filósofo Thomas Kuhn, podemos estar em um momento de transição e de transformação das antigas formas de se fazer uma sociedade que nunca queremos e nem sonhamos.

Que todos reflitam: Luzilândia poderá ser outra!