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Técnicos versus políticos

Em pleno mês de maio, o governador Wellington Dias ainda “trabalha” para dar forma definitiva ao seu governo, com as escolhas do segundo e terceiro escalão e, até mesmo, de burocratas para exercerem funções de diretoria dos Hospitais Regionais.  

Há casos que são de uma histrionice a olhos vistos, como os que se seguem.

Primeiramente, o Estado do Piauí - desde a chegada do PT ao poder, no longínquo ano de 2003- passou a ser governado de fato pelas duas maiores expressões do petismo piauiense, quais sejam, Wellington-Rejane Dias e Assis Carvalho.

Esses realmente tem em mãos o controle total e absoluto do Estado, sendo que todos os demais petistas ou eventuais coligados, como satélites, vivem e sobrevivem financeira e politicamente ao derredor dos reais mandatários do Estado. 

A mídia televisiva local, como sempre, passa a repercutir fofocas do tipo. 

Deputado Fábio Novo vai deixar a cadeira de deputado e voltar para a Secretaria de Cultura?

Ora bolas, por que cargas d'água o ex-secretário de Cultura, Fábio Novo, iria deixar o segundo cargo mais importante da Assembleia Legislativa, que é o de Secretário Geral da Mesa Diretora, se a Secretaria de Cultura já é ocupada por indicação sua, uma aliada dele, Fábio Novo, de há muito.

Oficialmente, a senhora Bid Lima faz as honras de Secretária Estadual de Cultura, mas o poder de mando está nas mãos de Fábio Novo. 

Já as diretorias dos hospitais regionais noticiam como se estivessem havendo disputa entre emedebistas e o outro dono do Estado deputado federal Assis Carvalho. Quanta patranhice!

Se o deputado Assis Carvalho mantém de porteira fechada o domínio sobre a Secretaria Estadual da Saúde, que sentido faria, ele Assis, abrir mão das diretorias dos hospitais regionais? 

Esses dois casos de poder de mando sintetizam quem realmente dá a cartas na esfera político-administrativa no Estado do Piauí.

As migalhas de poder que sobram, os apoiadores de Wellington-Rejane e Assis Carvalho disputam a tapas. 

É isso.    
 

Em pleno mês de maio, o governador Wellington Dias ainda “trabalha” para dar forma definitiva ao seu governo, com as escolhas do segundo e terceiro escalão e, até mesmo, de burocratas para exercerem funções de diretoria dos Hospitais Regionais.  

Há casos que são de uma histrionice a olhos vistos, como os que se seguem.

Primeiramente, o Estado do Piauí - desde a chegada do PT ao poder, no longínquo ano de 2003- passou a ser governado de fato pelas duas maiores expressões do petismo piauiense, quais sejam, Wellington-Rejane Dias e Assis Carvalho.

Esses realmente tem em mãos o controle total e absoluto do Estado, sendo que todos os demais petistas ou eventuais coligados, como satélites, vivem e sobrevivem financeira e politicamente ao derredor dos reais mandatários do Estado. 

A mídia televisiva local, como sempre, passa a repercutir fofocas do tipo. 

Deputado Fábio Novo vai deixar a cadeira de deputado e voltar para a Secretaria de Cultura?

Ora bolas, por que cargas d'água o ex-secretário de Cultura, Fábio Novo, iria deixar o segundo cargo mais importante da Assembleia Legislativa, que é o de Secretário Geral da Mesa Diretora, se a Secretaria de Cultura já é ocupada por indicação sua, uma aliada dele, Fábio Novo, de há muito.

Oficialmente, a senhora Bid Lima faz as honras de Secretária Estadual de Cultura, mas o poder de mando está nas mãos de Fábio Novo. 

Já as diretorias dos hospitais regionais noticiam como se estivessem havendo disputa entre emedebistas e o outro dono do Estado deputado federal Assis Carvalho. Quanta patranhice!

Se o deputado Assis Carvalho mantém de porteira fechada o domínio sobre a Secretaria Estadual da Saúde, que sentido faria, ele Assis, abrir mão das diretorias dos hospitais regionais? 

Esses dois casos de poder de mando sintetizam quem realmente dá a cartas na esfera político-administrativa no Estado do Piauí.

As migalhas de poder que sobram, os apoiadores de Wellington-Rejane e Assis Carvalho disputam a tapas. 

É isso.    
 

Vice-campeão ‘A patranha da duplicação ‘

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