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A Klan segundo Spike Lee

Spike Lee is a Black God. Isso fica mais claro nesse insuperável Infiltrado na Klan que passou nos cinemas de THE no mês de dezembro.Tudo bem que não seja o melhor filme desse diretor (Faça a Coisa Certa e Malcolm X ainda é fantástico nesse quesito) mas um cara que abre um filme com Nascimento de uma Nação, a obra que definiu a montagem no cinema mas que tinha uma declaração absurda de apoio ao KKK e termina com o bobo do Donald Trump, presidente dos EUA,  defendendo fascistas nos protestos de 2017 já merece ficar entre os melhores desse conceituado diretor afro-amercicano.

Cena do filme "Infiltrado na Klan" (Universal/Divulgação)

Em 1978, Ron Stallworth (John David Washington, filho de Denzel), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar.

Tá tudo aqui: discursos inflamados, blaxploitation em cada pedaço de celulóide e Lee soberbo dirigindo com mão segura todo o show. É o único sobrevivente da geração negra que incendiou Hollywood no início dos anos 90 e faz isso com paixão. Filmaço.

Spike Lee is a Black God. Isso fica mais claro nesse insuperável Infiltrado na Klan que passou nos cinemas de THE no mês de dezembro.Tudo bem que não seja o melhor filme desse diretor (Faça a Coisa Certa e Malcolm X ainda é fantástico nesse quesito) mas um cara que abre um filme com Nascimento de uma Nação, a obra que definiu a montagem no cinema mas que tinha uma declaração absurda de apoio ao KKK e termina com o bobo do Donald Trump, presidente dos EUA,  defendendo fascistas nos protestos de 2017 já merece ficar entre os melhores desse conceituado diretor afro-amercicano.

Cena do filme "Infiltrado na Klan" (Universal/Divulgação)

Em 1978, Ron Stallworth (John David Washington, filho de Denzel), um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo através de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar.

Tá tudo aqui: discursos inflamados, blaxploitation em cada pedaço de celulóide e Lee soberbo dirigindo com mão segura todo o show. É o único sobrevivente da geração negra que incendiou Hollywood no início dos anos 90 e faz isso com paixão. Filmaço.

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