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  1. Educação é Coisa Séria
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Educação é Coisa Séria

Segunda-feira será colocada uma pá de cal no mais importante centro educacional do Piauí. O Instituto de Educação Antonino Freire é entregue a UESPI que encontra-se praticamente falida, sem que a comunidade escolar fosse ouvida, tudo feito a toque de caixa, com acordos obscuros, onde não houve diálogo, não houve respeito e muito menos altivez por parte dos dirigentes governamentais, tomou-se a decisão nos gabinetes e apenas comunicaram em reunião no apagar das luzes, (se virem), sem que a direção pudesse contrapor e  argumentar, pois já era uma decisão fechada e não uma negociação. Colocar a história da educação piauiense em arquivo "morto", é ir na contramão do desenvolvimento, acabar com o centro de formação continuada que ali estava mesmo sem recursos, mais com a competência do seu quadro de profissionais, aos trancos e barrancos a promover capacitação de professores e trabalhadores da educação, com toda a escassez de recursos e material é no mínimo insensato, é não querer crescer de fato no desenvolvimento educacional de nossos jovens, é desrespeitar o professor tanto da capital quanto aquele que lá do longínquo interior, se qualificar pra melhor desenvolver sua vocação de ensinar.

Tivemos várias omissões nesse processo, sindicato, deputados, gestores, enfim, não buscaremos apontar culpados, pois o maior deles é o próprio governador e sua equipe que nos 2 últimos mandatos de(4), não desenvolveram ações de crescimento na educação, pelo contrário, se estava ruim, ficou pior. Escândalos e mais escândalos envolvendo fraudes no transporte escolar, falta de equipamentos nas escolas, que só houve uma ampla distribuição na gestão anterior, até 2013, depois que essa equipe assumiu, tudo sumiu. Atrasos no pagamento de pessoal, fechamento de escolas, e agora pra coroar o descaso com a educação, extinguiu-se a mais importante instituição de formação pedagógica do Estado, o INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ANTONINO FREIRE,  por onde passaram muitas das cabeças brilhantes da educação piauiense, como alunos ou servidores, ali construíram a formação educacional e intelectual dos educadores piauienses. É triste ver o descaso de um governo de esquerda para com a história da educação de seu povo. Enquanto se procura preservar a memória, o governo cuida em querer apagá-la. Jogar nos porões da secretaria todo um acervo histórico como vai ser o ocorrido, é assassinar o ensino básico do Estado. Mais de um século de história poderá se perder brevemente, com essa atitude arbitrária tomada pelo governo. Entregar o prédio a UESPI, nada contra, mas extinguir o centro de formação é ignorância, é autoritarismo, egocentrismo, é incapacidade administrativa, falta de respeito e de compromisso com os trabalhadores em educação.

É preciso que tomemos uma atitude e mostremos pra esse governo que não aceitaremos o desmonte da educação tal qual o governo federal, na educação não se corta gasto porque não existem gastos, e sim investimentos, não se fecha escola, pois assim terá que abrir mais presídios.

Não se age com arrogância e autoritário, e sim com diálogos.

Segunda-feira será colocada uma pá de cal no mais importante centro educacional do Piauí. O Instituto de Educação Antonino Freire é entregue a UESPI que encontra-se praticamente falida, sem que a comunidade escolar fosse ouvida, tudo feito a toque de caixa, com acordos obscuros, onde não houve diálogo, não houve respeito e muito menos altivez por parte dos dirigentes governamentais, tomou-se a decisão nos gabinetes e apenas comunicaram em reunião no apagar das luzes, (se virem), sem que a direção pudesse contrapor e  argumentar, pois já era uma decisão fechada e não uma negociação. Colocar a história da educação piauiense em arquivo "morto", é ir na contramão do desenvolvimento, acabar com o centro de formação continuada que ali estava mesmo sem recursos, mais com a competência do seu quadro de profissionais, aos trancos e barrancos a promover capacitação de professores e trabalhadores da educação, com toda a escassez de recursos e material é no mínimo insensato, é não querer crescer de fato no desenvolvimento educacional de nossos jovens, é desrespeitar o professor tanto da capital quanto aquele que lá do longínquo interior, se qualificar pra melhor desenvolver sua vocação de ensinar.

Tivemos várias omissões nesse processo, sindicato, deputados, gestores, enfim, não buscaremos apontar culpados, pois o maior deles é o próprio governador e sua equipe que nos 2 últimos mandatos de(4), não desenvolveram ações de crescimento na educação, pelo contrário, se estava ruim, ficou pior. Escândalos e mais escândalos envolvendo fraudes no transporte escolar, falta de equipamentos nas escolas, que só houve uma ampla distribuição na gestão anterior, até 2013, depois que essa equipe assumiu, tudo sumiu. Atrasos no pagamento de pessoal, fechamento de escolas, e agora pra coroar o descaso com a educação, extinguiu-se a mais importante instituição de formação pedagógica do Estado, o INSTITUTO DE EDUCAÇÃO ANTONINO FREIRE,  por onde passaram muitas das cabeças brilhantes da educação piauiense, como alunos ou servidores, ali construíram a formação educacional e intelectual dos educadores piauienses. É triste ver o descaso de um governo de esquerda para com a história da educação de seu povo. Enquanto se procura preservar a memória, o governo cuida em querer apagá-la. Jogar nos porões da secretaria todo um acervo histórico como vai ser o ocorrido, é assassinar o ensino básico do Estado. Mais de um século de história poderá se perder brevemente, com essa atitude arbitrária tomada pelo governo. Entregar o prédio a UESPI, nada contra, mas extinguir o centro de formação é ignorância, é autoritarismo, egocentrismo, é incapacidade administrativa, falta de respeito e de compromisso com os trabalhadores em educação.

É preciso que tomemos uma atitude e mostremos pra esse governo que não aceitaremos o desmonte da educação tal qual o governo federal, na educação não se corta gasto porque não existem gastos, e sim investimentos, não se fecha escola, pois assim terá que abrir mais presídios.

Não se age com arrogância e autoritário, e sim com diálogos.