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Assis Carvalho divulga livro com denúncias contra as 'roubalheiras' tucanas

16/12/2011 • 19:31

Do Portal AZ em Brasília

O deputado federal Assis Carvalho (PT) usou a tribuna da Câmara esta semana para promover o livro denúncia do jornalista Amari Ribeiro Júnior - indiciado pela Polícia Federal acusado de quebrar o sigilo fiscal e bancário de pessoas ligadas ao PSDB na campanha eleitoral de 2010 -, titulado de 'A Privataria Tucana', publicação que relata supostas malfeitorias de Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Aécio Neves, entre muitos outros personagens desde a época das privatizações.

Membro do Conselho de Ética da Câmara Federal, Assis Carvalho classificou o período da história em que o país teve a frente o domínio político tucano como o “maior assalto ao patrimônio público brasileiro”. “Nesse trabalho há documentos secretos e a verdade sobre o maior assalto ao patrimônio público brasileiro, em 'A fantástica viagem das fortunas tucanas até um paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas', um material de Amauri Ribeiro Júnior. Recomendamos a todo o povo brasileiro que conheça como o patrimônio brasileiro era tratado neste país na era tucana”, sugeriu.

“Se a classe política sai muito mal, respingando lama nessas páginas, ao menos o jornalismo investigativo, honesto e necessário, prova que os crimes de homens públicos e notórios não ficam para sempre convenientemente obscurecidos. Há quem os desvende e quem tem a coragem de revelá-los”, profetizou. “Nesse ponto, o livro de Ribeiro Júnior, embora não tenha nada de fictício, segue a trilha de policiais, dos trailers sobre corrupção e bastidores da política, já que o leitor pode acompanhar o emaranhado e sentir-se recompensado pelo entendimento”, complementa.

O livro revelaria como Ribeiro Júnior, ao fazer uma reportagem sobre o narcotráfico da periferia de Brasília, a serviço do Correio Braziliense, sofreu um atentado que quase o matou – fato que depois chegou a ser contestado por não ser um ato contra a a liberdade de imprensa, muito menos contra o exercício jornalístico, mas fruto da onda de criminalidade que assola a região -, descansando desse 'atentado', voltou tempos depois a um jornal do mesmo grupo, O Estado de Minas, para ser 'incumbido' de investigar a suposta rede de espionagem estimulada por Serra.

Assis Carvalho acrescentou ainda que essa “é uma oportunidade que o povo brasileiro tem para ver o que estava escondido neste país: a roubalheira, as loucuras”. 



- Assis mostrando o livro na tribuna. Para ele nunca houve um período tão corrupto quanto o relatado. Será?


No perfil criado no Wikipédia para Amauri Ribeiro - neste dezembro de 2011 - a trajetória do jornalista é descrita sem nenhuma menção ao indiciamento pela Polícia Federal, um escândalo nacional, e o oferecimentos dos seus serviços aos petistas.

O que diz o Wikipédia__________________

“Amauri Ribeiro Jr. é um jornalista investigativo especializado inicialmente na temática dos Direitos Humanos. Em 1996 ganhou o Prêmio Esso de Jornalismo ao abordar o tema da Guerrilha do Araguaia junto a outros jornalistas, ajudando na descoberta de ossadas de guerrilheiros em cemitérios clandestinos e forçando o Estado Brasileiro a pagar indenização às famílias das vítimas. Em 1997, ganhou outro prêmio Esso ao desvender uma rede de prostituição Infantil, e em 1999 ainda no jornal "O Globo", junto a outros jornalistas ganhou outro prêmio Esso com reportagem sobre o Rio Centro. 


Em 2007 trabalhava para o Correio Braziliense e enquanto investigava homicídios ligados ao narcotráfico no Entorno de Brasília, foi baleado numa tentativa de homicídio. O suposto autor era um sobrinho em primeiro grau da prefeita da cidade Sonia Melo (PSDB) e Ribeiro Jr teve de permanecer sob escolta policial. O caso teve repercussão internacionale fez com que o jornalista fosse transferido para o jornal Estado de Minas, do mesmo grupo, e passasse a se dedicar a assuntos políticos, se especializando posteriormente na temática de lavagem de dinheiro. Ribeiro Jr. foi o responsável por levantar os dados da CPI do Banestado junto com a jornalista Sônia Figueiras e do caso da "Máfia dos Fiscais" no Rio de Janeiro, dentre outros. 

Além dos três prêmio Esso que ganhou, foi vencedor por quatro vezes do prêmio Vladimir Herzog,faz parte do ICIJ – Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos. Foi repórter especial do jornal “O Globo” e da revista “Isto É”, além de ter se destacado no “Correio Braziliense” e no “Estado de Minas”, foi um dos fundadores da Abraji, entre outros.

Ribeiro Jr. lançou em 9 de dezembro de 2011 o livro A Privataria Tucana onde relata um suposto esquema padrão usado no Brasil para lavagem de dinheiro em parísos fiscais, esquema este utilizado pelo PSDB durante as privatizações do Governo Fernando Henrique Cardoso e por Paulo Maluf, Ricardo Teixeira, dentre outros”.

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