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Sindserm quer 55% de reajuste e marca assembleia para terça

29/05/2015 • 16:50
Da Redação do Portal AZ

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais- SINDSERM vai realizar uma assembleia geral da categoria na próxima terça-feira, 2 de junho, em frente à Câmara Municipal de Teresina, para avaliar a situação da greve e as reivindicações junto ao executivo.


A categoria está em greve desde o dia 4 de maio. A presidente do SIMDSERM, Letícia Campos diz que o prefeito divulgou reajuste de até 25% para os servidores do município, dentro da política de campanha salarial. "Mas nem o projeto enviado à Câmara prevê esse reajuste, que já é inadequado, insuficiente", explica.

A questão é a seguinte: a Câmara recebeu nesta quinta, 28, Mensagem 19/2015, informando escalonamento de reajuste partindo de 1% e 6%, excluindo, segundo Letícia, as categorias de enfermeiros, magistério, odontologia, radiologia, advogados (do FHT e FMS), que significa cerca de 9 mil, dos pouco mais de 21 mil servidores da administração municipal.


"Essa proposta não acompanha sequer a inflação que nesse último ano foi mais de 8%", fala Letícia Campos, que confirma a reivindicação de 55 % de reajuste para a categoria. "Na verdade, seria a recuperação da defasagem que vem acontecendo conosco desde o ano de 1996", diz Letícia.

Para a presidente o SINDSERM, o projeto enviado à Câmara "deve ter sido feito às pressas, porque existem incongruências gritantes". Ela explica que os administrativos da prefeitura, que trabalham em regime de 30 e 40 horas, portanto carga horária diferentes, de acordo com a proposta, perceberiam, ao final, após os descontos previstos, o mesmo valor, mesmo trabalhando quantidades de horas a mais ou a menos.


Além da defasagem salarial, existem outros itens pontuados pelo sindicato. A regularização da carga horária, já que a lei, segundo a presidente, prevê trabalhar por 30 horas e tem servidor cumprindo carga horária de 40 horas semanais. Os servidores em greve ainda reivindicam mudança de nível, que ainda não foi colocada em prática, auxílio transporte e auxílio alimentação.

Para Letícia Campos, existe uma outra questão, que é o assédio moral. "Sofremos desde ameaça de ter o ponto cortado por aderir à greve, a mudança de função e ameaça de transferência", denuncia. Ela fala que tem casos muito complicados. E conclui: "na farmácia dos postos de saúde do município, ao invés de um farmacêutica fazer a dispensação de medicamento, que faz essa função é um auxiliar administrativo"
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