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Distorções no atendimento do SUS prejudicam repasse de recursos para THE

21/05/2012 • 15:42
Por Luciano Coelho
Foto: Dantércio Cardoso


O Ministério Público Estadual ajuizou ação para forçar a formação de uma rede de atendimento de pacientes em Teresina, porque apenas 51% dos leitos disponíveis para o SUS nos hospitais públicos são ocupados. O presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), João Rodrigues Filho, disse que as distorções nas informações sobre o atendimento estão acarretando prejuízo para o município no repasse de recursos do SUS.


A capital tem 1.281 leitos de hospital do SUS em 18 hospitais na capital. São atendidos em média 653 pacientes por dia. “Nem todas as marcações são informadas ao SUS, por isso, estamos tendo prejuízo no repasse de recursos. Os números e os valores não são condizentes com o que se produz em Teresina.”, lamentou o secretário de Saúde do município.

João Rodrigues ainda lamentou que faltam médicos e existem muitos problemas estruturais no sistema de saúde de Teresina, que tem a gestão plena no SUS. “Foi divulgada a pesquisa que nos 18 hospitais de Teresina, tem uma taxa de ocupação dos leitos do SUS de apenas 51%, isso apontado até o final do ano passado. O problema é que existem muitos procedimentos que não estão sendo informados. Isso nos trás prejuízos financeiros.”, adiantou.

Ele considera que alguns funcionários não estão devidamente treinados para notificar os casos e distribuir melhor os pacientes. A falta de informação gera outro problema: o envio de menos dinheiro do governo federal do que seria necessário.

O Ministério Público Estadual firmou termo de ajuste de conduta com a saúde municipal, considerando baixa a ocupação dos leitos, e a falta de atendimento aos pacientes que buscam a rede pública de saúde. O MPE já buscou na Justiça realizar mais de três mil cirurgias eletivas em pacientes que estavam na fila de espera.

“Teresina perde dinheiro com este problema. E ainda nos falta eficiência na gestão. Estamos buscando ter mais recursos e melhorar o atendimento ao paciente. Estamos ampliando a rede pública de saúde com a reforma do hospital do Monte Castelo que terá onze leitos a mais e o Hospital Ozeas Carvalho que passou de 500 metros quadrados para mais de dois mil metros quadrados. temos que avançar no atendimento de saúde da capital que tem um grande número de pacientes e ainda recebemos pacientes do interior do Estado e de outros estados também.”, acrescentou João Rodrigues.

O Ministério Público, com a assinatura de um termo de ajuste de conduta, pretende melhorar o atendimento e formar uma rede de atendimento, integrando os hospitais, para que uns possam receber pacientes dos outros, e desafogar os hospitais de referencia, como o Hospital de Urgências de Teresina.
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