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Banco do Brasil amplia crédito e reduz juros para pessoa física

25/05/2009 • 20:30

O Banco do Brasil elevou o limite de crédito para dez milhões de clientes pessoa física, nesta segunda-feira (25). No total, R$ 13 bilhões adicionais em crédito pré-aprovado poderão ser utilizados. Além disso, o BB também reduziu as taxas de juros de diversas linhas de crédito, em um percentual médio de 6,19%: Material de Construção, BB Crediário, Linha Branca, BB Crédito Salário, Crédito Automático, Crédito Benefício (INSS) e Crédito Veículos. As reduções nos juros estão disponíveis para toda a base de clientes do Banco do Brasil, cerca de 30 milhões de correntistas.

A ampliação do crédito pré-aprovado é resultado da combinação inovadora da metodologia de análise de risco de crédito com modelo de propensão ao consumo, que permite aprimorar a oferta de produtos aos clientes. “A partir de hoje, esses clientes já tiveram elevação automática no limite pré-aprovado em diversas linhas de crédito sem que esse movimento implique aumento de risco adicional para o BB. Isto representa evolução na qualidade da análise de crédito do BB, a possibilidade de ampliar a oferta desse crédito e a nossa participação de mercado” assegura Ricardo Flores, vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global. Ao ampliar a oferta de crédito e reduzir as taxas de juros para seus clientes, o BB contribui para aumentar o consumo e estimular a economia.

Cenário econômico - A decisão do Banco do Brasil de aumentar os limites de crédito de seus clientes está em sintonia com o cenário econômico, que aponta para a queda consistente na taxa Selic, progressiva retomada da atividade econômica e estabilidade da inadimplência no BB, que tem se comportado historicamente abaixo da média do Sistema Financeiro Nacional. Ao se antecipar a esse cenário, o Banco do Brasil pretende aumentar a oferta de crédito, fidelizar clientes, ampliar negócios e ganhar participação de mercado. “Vamos emprestar mais e baratear crédito com menor risco”, explica Ricardo Flores. Com essa estratégia, o BB mantém para 2009 a previsão de crescimento de sua carteira de crédito para pessoas físicas entre 23% e 25%.

Juros – No crédito consignado, o BB passa a oferecer taxas a partir de 1,62% mensais. Para beneficiários do INSS, os juros ficaram ainda mais baixos: a partir de 1,58% mensais. Na Linha Branca, a taxa mínima é de 1,99% e a máxima caiu de 3,23% ao mês para 2,89%. O financiamento para material de construção também sofreu redução no intervalo das taxas, passando de 1,74% a 3,23% para 1,69% a 2,89% mensais.

Já a linha de crédito destinada ao financiamento de bens e serviços, pagamentos de contas e impostos, o BB Crediário, a taxa mínima caiu de 2,57% para 2,29% e a máxima de 3,39% para 2,99%. No crédito para aquisição de veículos, os juros que estavam entre 1,31% e 2,63% mensais passaram para 1,22% a 2,44%.

No primeiro trimestre de 2009, a carteira de crédito total do BB superou os R$ 254 bilhões, com crescimento de 41,3% em 12 meses e 7,3% se comparado ao último trimestre de 2008. Desse montante, R$ 61,1 bilhões correspondem ao crédito para pessoa física.

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