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Estudo revela que o Piauí possui pior índice de trabalhadores formais no BR

20/07/2012 • 18:07
Da Redação do Portal AZ

Para cada trabalhador piauiense com carteira assinada existem outros três na informalidade. É o que aponta estudo mais recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT), intitulado "Perfil do Trabalhado Decente no Brasil - Um Olhar Sobre as Unidades da Federação", com base em dados de 2009. Segundo o levantamento, somente 25,9% do total de pessoas trabalhando no Estado estão formalmente ocupados.

O índice de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no Piauí é o pior do país. Em relação ao gênero, as mulheres têm taxa de formalização de 50,7%, contra 57% entre os homens. O mesmo ocorre em relação à raça. Entre os negros a taxa de formalização é menor em 15 pontos percentuais - 61,9% (brancos) e 46,9% (negros). Pelo relatório, os estados que têm as mais altas taxas de formalização são: São Paulo (69,1%) e Distrito Federal (69%).

Em compensação, a taxa de desemprego juvenil no Piauí foi a menor do país, com 9,8%. No feminino, a taxa piauiense é ainda menor 6,6%. Em três estados a proporção de jovens que não estudavam nem trabalhavam situava-se em torno de 25,0%, significando que um de cada quatro jovens um se encontrava nessa situação: Pernambuco (25,7%), Alagoas (25,0%) e Amapá (24,6%). As menores proporções eram observadas em Santa Catarina (11,0%) e Piauí (14,0%).

Entre as unidades da federação, as maiores participações dos rendimentos eram observadas no Amapá (72,8%), Amazonas (70,3%) e Mato Grosso (70,1%), enquanto que as menores eram observadas em cinco estados nordestinos: Paraíba (54,9%), Piauí (55,1%), Ceará (55,7%), Rio Grande Norte (55,8%) e Pernambuco (56,5%), em função da representatividade dos programas de transferências de renda (a exemplo do Programa Bolsa Família) e pagamento dos benefícios da previdência e assistência social.

O Ceará é um dos estados brasileiros que tem uma das mais baixas participações do salário na renda total da família. De acordo com o estudo da OIT (2009), as menores participações dos rendimentos provenientes do trabalho foram observadas em cinco unidades federativas. Todas nordestinas: Paraíba (54,9%), Piauí (55,1%), Ceará (55,7%), Rio Grande do Norte (55,8%) e Pernambuco (56,5%).
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