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Dono de Outback que mais fatura no mundo é piauiense

06/03/2014 • 15:19
A revista Veja São Paulo publicou uma matéria sobre o Outback que mais lucra no mundo. O restaurante que fica no Shopping Center Norte e é do empresário piauiense Ignácio Mello.

A revista afirma que empresa não divulga dados sobre o faturamento, mas alguns números dão uma idéia aproximada do impressionante volume de público no local. Por mês, são vendidos aproximadamente 3 000 litros de chope (16 reais a caneca grande), 5 000 cebolas fritas (34 reais a unidade) e 14 toneladas de costela de porco (47,50 reais a porção).

<p>	O sócio Ignácio Mello: à frente de 130 funcionários</p>

Inaugurada em dezembro de 2004, a filial foi a quarta da capital. O responsável pelo estabelecimento é o piauiense Ignácio Mello, que deixou uma carreira de doze anos em marketing no McDonald’s para montar o próprio negócio.

Veja abaixo a matéria na integra.

A cena faz parte do cotidiano do paulistano — e já ganhou até sátira do Porta dos Fundos, num vídeo acessado mais de 6 milhões de vezes na internet. Depois de chegar a um restaurante Outback, a rede americana decorada como uma steakhouse do interior da Austrália, com direito a cáctus e cangurus, o cliente é atendido por um jovem garçom que se apresenta pelo nome e se agacha ao lado da mesa para anotar o pedido. Caso haja um aniversariante presente, a efusiva comemoração oferecida inclui a cantoria de Parabéns pelos atendentes a plenos pulmões intercalada com gritinhos (sim, gritinhos).

Não se deixe enganar, porém, pelo clima de informalidade. A cadeia fundada em 1988 em Tampa, na Flórida, sabe exatamente o que está fazendo. Com mais de 1 000 restaurantes espalhados por 22 países, tem nove das dez lojas que mais faturam no mundo instaladas no Brasil, sendo quatro delas só na cidade de São Paulo. No topo da lista há três anos se encontra a loja do Shopping Center Norte (a campeã anterior era a filial de Botafogo, no Rio de Janeiro).

A empresa não divulga dados sobre o faturamento, mas alguns números dão uma ideia aproximada do impressionante volume de público no local. Por mês, são vendidos aproximadamente 3 000 litros de chope (16 reais a caneca grande), 5 000 cebolas fritas (34 reais a unidade) e 14 toneladas de costela de porco (47,50 reais a porção). É de comemorar com urros. Inaugurada em dezembro de 2004, a filial foi a quarta da capital. O responsável pelo estabelecimento é o piauiense Ignácio Mello, que deixou uma carreira de doze anos em marketing no McDonald’s para montar o próprio negócio.



Ele investiu na época o equivalente a 60 000 reais (valor mínimo em ações) para se tornar sócio do Outback na Zona Norte. A companhia foge do modelo de expansão por franquias e prefere entregar as lojas (com contratos de cinco a sete anos) a pessoas com alguma experiência no mercado gastronômico. Atualmente, 69% dos parceiros das catorze lojas da capital são ex-funcionários da empresa. Os 5 milhões de reais gastos em média na estruturação de uma unidade correm por conta da marca — o retorno costuma vir a partir do segundo ano.

“Fiz um treinamento de quatro meses antes de abrir as portas”, lembra Mello. Os preparativos incluíram uma série de jantares para a família dos 130 funcionários. A ideia era capacitar a equipe para a tarefa desafiadora de servir simultaneamente 360 lugares dispostos po r820 metros quadrados de salão. Nenhuma outra unidade por aqui tem esse tamanho (em segundo lugar, fica a do Anália Franco, com 320 lugares).

O desempenho acima da média não se explica apenas pela dimensão física do negócio. Prova disso é que o endereço ostenta também o título de maior venda média apor assento no mundo. “Nossa clientela é fiel e fica um bom tempo consumindo no salão”, diz Mello. Além de seguir as estratégias gerais da rede que favorecem refeições comemorativas demoradas, a exemplo da oferta de refrigerante em refil, da happy hour com chope pela metade do preço e dos petiscos de cortesia na fila, o empresário traçou um plano agressivo para conquistar parte das 80 000 pessoas que circulam diariamente pelo shopping.

O restaurante tem horário de funcionamento independente. Abre em datas como 25 de dezembro e 1º de janeiro. O jantar vai até mais tarde quando há feiras e convenções na região. Para minimizar a espera (não são aceitas reservas), o lugar passou por uma ampliação em 2010. Há um ano, começou a abrir mais cedo, às 11h30, e aumentou a rotatividade no almoço.

Um dos fatores que impulsionam o desempenho do Outback é o preço competitivo. “Temos um tíquete médio de 42reais”, conta Salim Maroun, presidente da rede no país. Esse fator tem ajudado a empresa a surfar sobre as águas turbulentas desse mercado na atualidade. Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-SP), 2013 foi um ano para ser esquecido. “Os clientes cortaram os gastos na hora de comer fora”, afirma o presidente, Joaquim Saraiva de Almeida.

Confiando que seu resultado vai permanecer lucrativo mesmo se o cenário continuar adverso, o Outback investirá 70 milhões de reais em projetos de expansão no país em 2014. A companhia terá como prioridades o Nordeste e o Centro-Oeste, com a abertura de catorze filiais até dezembro. Com isso, a concorrência para tentar desbancar o reinado do endereço do Center Norte ficará ainda maior.

VejaSP
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