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TSE reduz tempo de televisão do PSD após corrigir bancada na Câmara

09/08/2012 • 23:35
Tribunal revisou número da bancada do partido de 55 para 51 deputados.
Decisão irá retirar alguns segundos de José Serra na propaganda eleitoral.


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na noite desta quinta-feira (9) uma resolução que reduz o tempo de televisão e rádio do PSD na campanha eleitoral deste ano.

A decisão afeta todas as coligações integradas pelo PSD nas eleições municipais. O período de propaganda eleitoral na TV vai de 21 de agosto a 4 de outubro.

A revisão se deu após o TSE constatar que a bancada do partido tem 51 deputados federais em atuação na Câmara. Em seu primeiro cálculo, a Justiça Eleitoral havia considerado 55 parlamentares nas fileiras do PSD, partido criado no ano passado e comandado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

Em São Paulo, o postulante do PSDB à Prefeitura, José Serra, que tem o PSD como aliado, perderá alguns segundos em sua fatia de propaganda eletrônica. Com isso, ele poderá ficar com tempo de TV menor do que o do rival Fernando Haddad (PT).

Na última quarta (8), a Justiça Eleitoral de São Paulo havia divulgado os tempos dos candidatos a prefeito na campanha eleitoral. Serra teria 7min44seg e Haddad, 7min37seg.

O novo cálculo no tempo de propaganda do PSD também afetará o número de inserções da legenda durante a programação diária das emissoras. A quantidade de comerciais avulsos a que a sigla terá direito vai diminuir.

A nova distribuição do tempo do PSD só será conhecida depois que os tribunais regionais eleitorais refizerem os cálculos. A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, informou que enviará um comunicado aos TREs nesta sexta (10), a fim de agilizar os cálculos.

Carmen Lúcia afirmou aos colegas de tribunal que o erro inicial na contabilidade teria ocorrido por conta de informações equivocadas passadas pelo Legislativo.

"Formulamos uma consulta à Câmara e tivemos de ir lá diversas vezes para buscar as informações. Os dados eram encaminhados e depois eram substituídas por outros", disse a ministra.

G1.com
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