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Nave russa Soyuz é lançada do Cazaquistão com destino à ISS

15/07/2012 • 09:20
Expedição 32 deve chegar na terça (17) à Estação Espacial Internacional. Tripulação de russo, americana e japonês fará estudos e manutenções.

A nave espacial russa Soyuz TMA-05M foi lançada neste domingo (15) da base de Baikonur, no Cazaquistão, com destino à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A expedição 32 da Soyuz deverá chegar à ISS na terça-feira (17).

De acordo com o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia, a nave decolou com a ajuda de um foguete portador Soyuz FG. Segundo agências russas, o lançamento transcorreu sem contratempos.


Decolagem teria transcorrido sem contratempos, informaram agências russas (Foto: AP Photo/Dmitry Lovetsky)

A tripulação, liderada pelo cosmonauta Yuri Malenchenko, da agência espacial russa (Roscosmos), e composta pelos engenheiros de voo Sunita Williams, da agência espacial americana (Nasa), e Akihiko Hoshide, da agência espacial japonesa (Jaxa), participará de experimentos científicos e atividades de manutenção.

Planejamento

Na terça, a Soyuz se acoplará automaticamente ao módulo russo da plataforma orbital, habitada atualmente pelos russos Gennady Padalka e Sergei Revin, e o astronauta da Nasa de origem porto-riquenha, Joe Acabá.

Depois que os três novos ocupantes da ISS se acomodarem em seu novo habitat, Williams exercerá a função de engenheira de voo até setembro, quando substituirá Padalka como comandante.

Até agora, só outra mulher, a também americana Peggy Whitson, tinha assumido o comando da Estação, que começou a operar há mais de uma década.

Malenchenko explicou que, durante os próximos seis meses de estadia na ISS, os três cosmonautas devem completar cerca de 40 experimentos científicos. "Em geral, a jornada de trabalho da tripulação da estação se prolonga durante 16 a 17 horas. E o primeiro dia de estadia não será uma exceção", assinalou.

Estudos


Na ISS, o cosmonauta Gennady Padalka recolheu recentemente amostras de sangue e saliva para um estudo imunológico. O projeto, chamado Immuno, avalia as alterações causadas nas defesas do corpo e nos níveis de estresse durante as missões em ambientes de gravidade zero.

Padalka também substituiu uma bomba de vácuo no módulo de serviço russo Zvezda. O sistema remove dióxido de carbono da ISS. Além do cosmonauta, o engenheiro de voo Sergei Revin trabalhou limpando as telas de ventilação do módulo Zarya e fez outras operações de manutenção na parte russa da estação.

No módulo japonês Kibo, o engenheiro de voo Joe Acaba se concentrou em um experimento que observa satélites programados e operados remotamente por estudantes de ensino médio. Ele também ativou um painel de comando antes do lançamento de um veículo de carga do Japão, que será feito no dia 20.

Desde a aposentadoria da geração de ônibus espaciais americanos, em julho do ano passado, os EUA dependem da Rússia para enviar astronautas e equipamentos à ISS. O país também tem contado com a empresa comercial SpaceX, que fez sua primeira missão em maio para levar suprimentos.

Fonte: G1
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