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Empresa familiar obtém sucesso e já atravessa gerações no MA

27/04/2015 • 17:56
Histórias de sucesso de famílias que viram os negócios expandirem a cada nova geração. O assunto foi destaque da primeira reportagem da série "Ação que Gera Emprego", exibida no JMTV 1ª Edição desta segunda-feira (27).

É o caso da família "Dias da Silva", que há 17 anos iniciou uma empresa no ramo gastronômico e hoje já é proprietária de dois restaurantes com capacidade para 300 pessoas cada. Nem sempre foi assim. Eles começaram vendendo cachorro-quente na praia e depois montaram uma sorveteria até abrir o primeiro restaurante de self service especializado em culinária regional.

Para o empresário Francisco Neto, ter abdicado do cargo em uma agência bancária foi fundamental para que os negócios pudessem ter um melhor desempenho. "A gente colocou a cara no mercado e fluiu muito. Então, precisou que eu saísse realmente do banco e viesse compor com a equipe. Não me arrependo de nada", lembra.

Com uma vasta clientela e empregando diretamente 60 pessoas, o negócio da Rosângela e do Francisco também teve o apoio dos filhos Fernando e Danilo que cuidam da gerência e da cozinha dos restaurantes.

De acordo com o chef Danilo Dias, ter participado desde cedo dos negócios dos pais acabou contribuindo porsua escolha profissional. "Esse reflexo dos pais em ver trabalhar com alimentação desde cedo. É claro que após o restaurante alavancou essa vontade de cozinhar, de entrar mesmo na cozinha e aí a paixão foi vindo", diz.

Negócios em família
Segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 90% das empresas brasileiras nascem em ambiente familiar. Destas, 67% não conseguem chegar à segunda geração e apenas 5% sobrevive após a terceira geração.

Para a analista de Projetos do Sebrae Ildenê Maia, o principal responsável pelo desaparecimento destas empresas está exatamente na falta de planejamento sucessório. "Que ele possa ter consultores especializados dentro da empresa para trabalhar esseplano de sucessão familiar. Porque ele trabalhado com o tempo ele faz com que essas empresas possam cair em falência. Possam fechar", explica.

Para o coach paulista Paulo Vieira, qualquer que seja o perfil do negócio, gestão é o principal sinônimo de longevidade empresarial. "Ele faz um produto bem feito, mas cadê a gestão? Cadê os números? Cadê o lucro? Cadê a receita? Cadê a gestão empresarial? Cadê a gestão de pessoas? Gestão financeira? Gestão tributária? E aí ele é, normalmente, um empreendedor no Brasil. É uma pessoa sobrecarregada, atarefada, centralizadora, que trabalha de uma maneira absurda e não gera todos os resultados que ela poderia gerar".

Como qualquer empresa, a familiar tem regras básicas. Todos os integrantes da família ainda que se especializem em uma área precisam conhecer todo o funcionamento da empresa. O ideal é começar pelos serviços básicos como qualquer funcionário e não confundir a conta da empresa com a conta pessoal.

É o que recomenda Ildenê Maia. Ela acrescenta ainda que planejamento estratégico é de fundamental importância durante o processo de desenvolvimento e fixação de uma empresa. "Se você não trabalha o planejamento estratégico seja de uma empresa familiar, seja de qualquer outra empresa ela acaba não tendo um direcionamento para que ela se mantenha no mercado".

G1
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