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Advogado de Nairinha apela para Habeas Corpus preventivo para não ser preso

27/06/2012 • 16:26
Por Anselmo Moura

A defesa do advogado Ronaldo Henrique dos Santos Ribeiro (foto abaixo) entrou com pedido nesta quarta-feira (27) de Habeas Corpus preventivo junto ao Tribunal de Justiça do Maranhão. De acordo com matéria publicada no Blog do Luís Cardoso, Ronaldo Ribeiro é o responsável pela defesa do empresário Gláucio Alencar, que é acusado de ser o mandante do assassinato do jornalista Décio Sá.



O Portal AZ apurou que o desembargador de plantão Jamil Gedeon deixou de conceder o Habeas Corpus preferindo ouvir primeiro a juíza da 1ª Vara do Júri de São Luís.

Segundo Luís Cardoso, os advogados de Ronaldo Ribeiro entraram com pedido de Habeas Corpus preventivo por entenderem que o cliente poderia ser preso a qualquer momento. Eles teriam recebido a informação de que o pedido de prisão do advogado já estaria na mesa da juíza da 1ª Vara do tribunal do Júri de São Luís.

Ronaldo Ribeiro ficou conhecido no Piauí por ter sido o responsável por defender a estudante Náira Veloso, a “Nairinha”, estudante que chegou a ser presa pela Polícia Federal durante as investigações da morte da jovem Fernanda Lages. Na época da prisão de Nairinha, Ronaldo Ribeiro defendeu a estudante gratuitamente. Ele alegou ser amigo da jovem e ter ficado sensibilizado com a situação da mesma.

Veja a matéria publicada no Blog do Luís Cardoso:

Exclusivo: advogado de Gláucio pede à Justiça “Habeas Corpus” preventivo

Advogados entraram na sexta-feira com pedido de salvo conduto em favor do advogado do empresário Gláucio Alencar, que foi acusado de ser o mandante do crime do jornalista Décio Sá.

Eles argumentam que Ronaldo Henrique dos Santos Ribeiro, advogado de Gláucio, tomou conhecimento, na sexta-feira, dia 22, de informações de que seria preso junto com outras pessoas e que acreditava que o pedido de prisão já estava na mesa da juíza da 1ª Vara do Tribunal de Júri da Comarca de São Luís.

No pedido de Habeas Corpus preventivo, os advogados lembram que a Secretaria de Segurança Pública vem avançando nas investigações sobre agiotagem, envolvendo escritórios de advocacia e que durante os depoimentos tomados o nome dele sempre estaria sendo citado.

O pedido de salvo conduto deu entrada no início da noite de sexta-feira, já no horário do plantão judiciário e só foi recebido no sábado pelo desembargador Jamil Gedeon, que na segunda-feira, dia 25 deste, encaminhou para a distribuição, ficando a cargo do desembargador Raimundo Nonato de Sousa.

O pedido dos advogados ainda não foi analisado. Veja abaixo as alegações para o pedido de salvo conduto:

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