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Divulgado laudo da reconstituição da morte de Décio; arma achada em duna

18/07/2012 • 16:12
Da Redação do Portal AZ

A Polícia Civil do Maranhão divulgou nesta quarta-feira (18) o laudo da reconstituição da execução do jornalista Décio Sá, assassinado a tiros em um bar de São Luís no mês de abril. De acordo com matéria publicada no site G1, exames comprovaram que a arma encontrada em enterrada uma duna foi a mesma utilizada para executar o profissional da comunicação.



Ainda segundo a publicação do portal, a arma foi localizada no local indicado pelo principal suspeito de ter cometido o crime, Jhonathan de Sousa Silva.

Veja a matéria do G1:

Polícia divulga laudo de reconstituição do assassinato de Décio Sá

A polícia divulgou nesta quarta-feira (18) o laudo da reconstituição do assassinato do jornalista Décio Sá. O resultado do exame de balística confirmou que a arma encontrada enterrada em uma duna na Praia de São Marcos, em São Luís, foi utilizada na execução de jornalista.

Foram quase três meses de investigação e a perícia técnica do caso Décio Sá fez todo o percurso do crime. De acordo com o exame de balística, a arma que matou o jornalista Décio Sá foi a mesma encontrada nas dunas em um local apontado pelo assassino confesso Jhonathan de Sousa Silva. Segundo Carlos Henrique Roxo, diretor do ICRIM, todas as possibilidades de exames foram esgotadas para tentar identificar a origem da arma. "Ela já foi encaminhada de volta à SEIC e, através do secretário, deve ser encaminhada a outro centro onde deverão tentar identificar seu número. Ela estava muito oxidada, raspada, foi uma arma muito preparada para o crime, uma vez que os autores rasparam até as localizações de numeração de segredo da arma", detalhou Roxo.

Ainda de acordo com o Instituto de Criminalística do Maranhão, mais de 20 armas foram examinadas e tiveram seus projéteis comparados aos dois projéteis retirados do corpo do jornalista e a outros encontrados no local do crime. Algumas contradições no depoimento de Jhonathan Sousa, comprovadas durante a reconstituição do assassinato, realizada no dia 3 de julho, ajudaram na apuração dos resultados. O diretor do ICRIM afirma ainda que os laudos servirão para fortalecer o inquérito do caso. "As investigações do caso estavam bem avançadas e os laudos vem a somar com essa investigação. É lógico que quando você encontra a arma e a identifica como sendo a arma que vitimou o jornalísta, você fortalece mais ainda o inquérito", concluiu Carlos Henrique Roxo.
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