Homepage
RSS
Twitter

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Busca
publicidade

Operação Geleira: sete prefeitos e dois ex-prefeitos são presos pela PF

19/01/2011 • 07:26
Última atualização: 12h31 (horário local)



Por Rômulo Maia (da PF)
Anselmo Moura (da Redação)

Fotos: Dantércio Cardoso


Policiais federais que participaram da Operação Geleira confirmam a prisão de sete prefeitos e dois ex-prefeitos de municípios do Piauí. Os gestores são acusados de envolvimento com um esquema de compra e venda de notas ficais frias. Além deles, foram presos assessores, servidores públicos, empresários e lobistas.

Todos os políticos foram presos no interior do Estado e estão sendo transferidos para Teresina.

De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), os recursos desviados eram oriundas de transferências constitucionais e voluntárias realizadas pela administração pública federal para as áreas da Saúde e Educação.

Operação Geleira

A operação foi deflagrada início da manhã desta quarta-feira (19). Os mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos em 12 prefeituras, em uma Câmara Municipal, no gabinete de um parlamentar na Assembleia Legislativa e em empresas, escritórios de contabilidade e residências.

A quadrilha era especializada em falsificação de documentos públicos, constituição de empresas fantasmas, emissão de notas fiscais frias, apropriação de recursos públicos federais e municipais, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

A todo momento, agentes federais chegam na sede da PF com documentos e computadores apreendidos. Veículos e valores em dinheiro também foram recolhidos pelos policiais.

Os prefeitos presos são:

Bismarck Arêa Leão (PTB), de Miguel Leão;
Valdir Soares da Costa (PT), de Uruçuí;
Domingos Bacelar de Carvalho, o Dó Bacelar (PMDB), de Porto;
Joedison Alves Rodrigues (PTB), de Landri Sales;
Teresinha de Jesus Araújo (PSDB), de Elizeu Martins;
Isael Macedo Neto (PTB), de Caracol;
Jorge de Araújo Costa (PTB), de Ribeira do Piauí.

Também foram presos pela Polícia Federal a mãe do prefeito de Landri Sales, identificada apenas como Juraci, e o filho da prefeita de Elizeu Martins, conhecido como Marcelo.

Na Assembleia Legislativa, os agentes da PF deram cumprimento a um mandado de busca e apreensão no gabinete da deputada Ana Paula (PMDB). A investigação não diz respeito à sua atuação como parlamentar e sim ao período em que seu irmão, Chico Filho, foi prefeito de Uruçuí

A PF apreendeu documentos nas prefeituras de Landri Sales, Marcos Parente, Uruçuí, São Raimundo Nonato, Várzea Branca, Caracol, Elizeu Martins, Ribeira do Piauí, Porto, Miguel Leão e Floriano.




Prefeitos e ex-deputado estão envolvidos em esquema de desvio de recursos (publicada às 9h26)

Entre os presos pela Operação Geleira, deflagrada na manhã de hoje pela Polícia Federal (PF), estão o prefeito de Miguel Leão, Bismarck Arêa leão (PTB), o prefeito de Uruçuí, Valdir Soares da Costa (PT), o presidente da Emater, Chico Filho, além de empresários e donos de distribuidoras de medicamentos.

Chico Filho é ex-deputado, ex-prefeito da cidade de Uruçuí e até dezembro do ano passado comandava a Defesa Civil estadual. Seu nome é uma indicação do PMDB. Ele e o atual prefeito da cidade, Valdir Soares estão sendo transferidos para Teresina no mesmo avião pela PF.

A Polícia Federal também cumpre mandados de busca e apreensão na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi).

As investigações foram iniciadas pela Policia Federal em 2008 e investiga crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e ocultação de bens. No inquérito constam várias escutas telefônicas.

Veja nomes de outros presos:

- Genivaldo Campelo da Silva e Valdir Campelo da Silva, irmãos proprietários da distribuidora de medicamentos Gmed;

- Esmendia Gomes da Silva, presa em Elesbão Veloso;

- Wesley Cardoso;

-
Gianmarko Alecksander Cardoso Bezerra, empresário detido em Teresina.



PF desarticula quadrilha especializada em vendas de notas fiscais frias
(publicada às 8h52)

A Operação Geleira, da Polícia Federal (PF), tem a participação de 325 agentes do órgão e 28 servidores da Controladoria Geral da União (CGU). Os mandados de prisão estão sendo cumpridos em Teresina e algumas cidades do interior do Estado.

O objetivo da operação, deflagrada na manhã de hoje (19), é “desarticular uma rede criminosa especializada na comercialização de notas fiscais frias e desvio de recursos públicos de prefeituras do interior do estado”. Entre os presos há gestores públicos de vários municípios.

Há homens da Polícia Federal em órgãos públicos das cidades de São Raimundo Nonato, Elesbão Veloso, Landri Sales e Uruçuí. Aviões estão sendo utilizados para a transferência dos presos nos municípios mais distantes da capital.



Prefeito é preso durante a Operação Geleira, da Polícia Federal
(publicada às 07h26)

Por Rômulo Maia


A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quarta-feira (19) a “Operação Geleira”. Agentes federais de diferentes regiões do país foram mobilizados para dar cumprimento a 84 mandados de busca e apreensão e 30 de prisão em vários municípios do Piauí.

A ação tem como foco o desvio de recursos públicos. O Portal AZ apurou que entre os presos está o prefeito de Miguel Leão, Bismarck Arêa Leâo. Há informações de que mandados também foram cumpridos na prefeitura de São Raimundo Nonato.



Veja todas as fotos da Operação Geleira:





































  • Comentários

  • Facebook

Dr. José Vieira Camelo Filho-Zuza

postado:
24/04/2013 - 23:01
RIBEIRA DO PIAUÍ, APELIDO QUE APAGOU A HISTÓRIA DO ESPÍRITO SANTO: ESTA TRAPALHADA TEM QUE SER REPARADA. Dr. José Vieira Camelo Filho-Zuza Localizado a 377 km de Teresina, na microrregião do Alto do Canindé, na bacia do Médio Parnaíba, o povoado do Espírito Santo fazia parte dos municípios de São João do Piauí, e ao tornar-se município incorporou uma pequena parcela dos territórios do Canto do Buriti e de Socorro, conseguindo autonomia por meio da Lei Estadual no 4.810, de 14 de dezembro de 1995. Trata-se de um espaço geográfico abençoado por Deus e amoldado pela arte da natureza com seus talhados (falésia, barreiras ou cortes nas rochas), caldeirões e marmitas distribuídas nos vales dos riachos do Lambi, do Tabuleiro, da Luzia, no Ingongo e da Gaza, no Alto. Estes tipos de formações geológicas são encontrados em todo o território do Divino, mas a existência dos depósitos de salitre (sal da terra) nas imediações do Povoado de Salinas chama atenção da paisagem natural espiritossantense, sem contar que esta área historicamente foi produtora de arroz de vazante durante o período da estiagem (seca) entre maio e outubro. Estes locais apresentam um enorme potencial para o desenvolvimento do turismo ecológico e científico (realização de trilhas de lazer e visitas de estudos biológicos, ecológicos e geográficos). Portanto, fica a dica para a Secretaria Estadual de Turismo, Prefeitura e agentes ligados a este setor para a realização de estudos e análise da viabilidade econômica e turística destas áreas. Porém, o pequeno município de Espírito Santo, hoje denominado Ribeira do Piauí, vem enfrentando dificuldades de ordem política, econômica e administrativa desde a sua fundação. Desafios comuns à maioria dos municípios criados no mesmo período, seja no Piauí ou em qualquer outro estado do País. Daqui em diante, todos eles vão enfrentar uma série de limitações, sobretudo de ordem financeira, assim como a falta de recursos humanos e técnicos. Os prefeitos eleitos em 7 de outubro corrente terão que encontrar saídas criativas para superar tais dificuldades, e desta forma cumprir as propostas e projetos apresentados durante a campanha eleitoral. Lembrando, que apesar do curto período da história destes municípios, eles contraíram enorme somatória de problemas acumulados ao longo do tempo, sem falar das novas demandas que surgirão. O Espírito Santo se inclui nesta lista. Os descuidos com o nosso município iniciaram-se com sua autonomia. A primeira imprudência foi trocar seu nome original por um apelido, fato que desagradou tanto moradores locais quanto habitantes de seus arraiais. O município se formou a partir da junção de 3 povoados: Salina, na porção sul, Barriguda na região central (ambos situados nas margens do rio Piauí ), e o Espírito Santo, ao norte. Localizado no interior, a 6 km do leito do citado rio, o Espírito Santo foi escolhido para ser a sede municipal por ser o mais populoso. Na verdade, no seu primeiro mandato, o prefeito Solano Silva pretendia transferir a sede do município para o povoado da Barriguda, daí o Espírito Santo voltaria à condição de povoado com seu nome original. Tanto que, o ex-vereador Erivaldo Cronemberger elaborou um projeto com o objetivo de que o nome originário do Espírito Santo voltasse a ser adotado. Este projeto, aprovado na Câmara, acabou vetado pelo prefeito. No seu segundo mandato, Solano não teve condições políticas e administrativas para cuidar desta questão, isto em decorrência de problemas com a Justiça relacionados com malversação administrativa. Destacando que, durante os dois mandatos (8 anos), o prefeito não teve moradia fixa na sede do município, mas mandou construir uma casa no povoado da Barriguda. A retomada do nome original poderia ter sido resolvida na administração que se seguiu na pessoa do prefeito Jorge de Araújo Costa. Por ser natural do Espírito Santo, certamente não tinha interesse na mudança da sede municipal preconizada anteriormente, mas faltou vontade ou coragem para retornar o nome original. Infelizmente não houve interesse e nem vontade suficiente e a volta do seu nome é uma bandeira que continua erguida e tem que fazer parte da agenda dos problemas que precisam ser resolvidos. Doutor, como é o conhecido Jorge de Araújo Costa, terminou afastado do cargo um ano antes de completar o seu segundo mandato por conta da acusação de administração fraudulenta. Frente a estas dificuldades, a atual prefeita Irene Mendes da Silva Cronemberger, terá muito trabalho pela frente. A prefeita Irene tem que se diferenciar dos antigos prefeitos e colocar o Espírito Santo nas páginas do progresso e transparência política, nisso inclui-se o retorno do nome originário do município, cuja alteração está no nível de um verdadeiro caso de polícia, sendo um marco negativo de sua história. Sem contar que a prefeita vai se deparar com a difícil problemática econômica, já que o município não dispõe de receitas para o seu custeio e depende fundamentalmente dos recursos provenientes Fundo de Participação dos Municípios -FPM para sua manutenção. Quando a Assembleia Legislativa votou a criação dos municípios, a alteração de nomes certamente não era imposição sine qua non. No frigir dos ovos, foi um “escolho” individual para atender interesses mesquinhos sem levar em conta os valores históricos e o respeito aos seus habitantes. Isso tem que mudar. injustiçada postado: 01/11/2011 - 22:10 Agora vc vai pagar todas as humilhações que vc nos fez.Que vergonha, "O HOMEN DA TERRA".Deus vai te dar em dobro tudo que desejou as pessoas. pedro

Dr.José Vieira Camelo Filho-Zuza

postado:
22/07/2012 - 20:12
OS HISTÓRICOS DESMANDOS E DESCUIDOS NO ESÍRITO SANTO Prof. Dr. José Vieira Camelo Filho-Zuza Estes problemas com a coisa pública são marcantes no dia a dia dos brasileiros e no Espírito Santo (agora com o apelido de Ribeira), não é diferente. Os descuidos são históricos e iniciaram com o processo de criação do município em 1996, quando trocaram o nome Espírito Santo(povoado fundado no final da década de 1940 e início dos anos de 1950) pelo abominável apelido de Ribeira do Piauí. Tal nome não fazia sentido porque ribeira é uma localidade situada no vale de um rio. No entanto, o mais grave é que este ato irresponsável ocorreu porque o prefeito da época de sua autonomia, pretendia levar a sede do município para o povoado da Barriguda e não se justificava ser chamado de Espírito Santo, por isso, Ribeira era mais adequado, caso este objetivo se consolidasse voltaria o seu nome anterior. Desta forma, a falta de cuidado e de responsabilidade com a coisa pública no Espírito Santo iniciou com a troca do seu nome, fato considerado um enorme desrespeito com aqueles que nasceram e vivem neste antigo povoado do Divino e com quem luta pela preservação da história e da cultura locais em todo Brasil. Como não foi possível transferi a sede municipal, por puro interesse imediato do mandatário de plantão naquela época, o mesmo comete o irresponsável erro de transformar o mercado municipal na Prefeitura, e desde então o Espírito Santo ficou sem seu mercado. Daí cabe à pergunta por que não construíram um prédio novo para funcionar a Prefeitura municipal? Certamente, que tivemos uma apropriação indevida daquele bem público para outros fins sem a correspondente compensação, portanto a execução desta medida foi danosa para a população no seu conjunto e os usuários do mercado em particular. Portanto, o fato do prefeito ser afastado, decorre da somatória de erros e desrespeitos com os moradores que vem sendo historicamente cometidos na terra do Divino. O tempo passou e os erros continuaram ocorrendo e resultaram na deposição do prefeito Jorge de Araújo Costa (Doutor). Contra, ele pesam várias acusações, inclusive a de abuso econômico na sua campanha nas eleições de 2008, algo pouco provável (na verdade não deixa der uma aplicação indevida dos recursos públicos), já que era cândida to único, com relação as demais acusações que indicam o uso de notas frias para fraudar o FUNDEB, ele tem todo o direito de se defender, mas caso tenha culpa deve pagar pelos erros cometidos. Já a prefeita (tampão) Irene Mendes Gronemberger, resta apenas completar o mandato de Doutor e tocar a administração municipal sem qualquer pretensão, é o mínimo que se espera. Disso tudo, fica a lição para o próximo prefeito(a)porque, realizar uma boa gestão dos bens e recursos públicos é preciso evitar a prática de empregar gente que não trabalha. Por outro lado, não cometer nepotismo (empregar parentes), porque tais atos resultam no desperdiço dos recursos públicos, por isso, tem que realizar tudo aquilo que o seu cargo exige. O próximo prefeito do Espírito Santo atualmente apelidado de Ribeira tem vários desafios entre eles consertar um erro histórico que é realizar o retorno do nome Espírito Santo, alterado quando obteve a sua autonomia e acabar com este apelido denominado Ribeira. Lembrando, que a prefeitura não é propriedade do prefeito e nem dos seus aliados ou amigos. Portanto, tem que ser administrada para atender as necessidades do conjunto dos moradores do município, independente da filiação partidária, porque os recursos são públicos. O futuro prefeito tem que se livrar das tentações de empregar pessoas que moram em outras cidades e nunca aparecem no trabalho, prática que sempre aparece na imprensa citando muitos municípios brasileiros e o Piauí se inclui nisto com bastante ênfase, lembrando que tal prática tem que ser banida, visto que ela é criminosa. Cuidar da gestão da saúde da população é fundamental, destacando que existe a acusação de que no Espírito Santo (Ribeira) tem uma edificação concluída para ser uma Unidade Básica Avançada de Saúde-UBAS, porém por mesquinhez política local e regional, o mesmo ainda não está funcionando. A educação, também merece cuidados especiais dos gestores municipais, os seus recursos tem que serem aplicados nas escolas, desviar, desperdiçar ou apropriar-se dos mesmos de forma indevidas é um crime imperdoável, que resulta em processo e prisão, portanto é obrigação do prefeito cuidar corretamente destas questões, é o que se espera da gestão que vai iniciar em 2013. O retorno do nome Espírito Santo será uma medida relevante que repara um erro imperdoável cometido por mesquinhez política e desrespeito a população do antigo povoado do Divino e das suas cercanias.
Últimas Notícias
próximo anterior veja mais notícias
COMPARTILHE COM AMIGOS
ENVIE SEU COMENTÁRIO

Os comentários feitos por leitores são de inteira responsabilidade de seus autores.
O Portal AZ não responde pelo conteúdo postado nesse espaço.

portal az - Informação de Verdade
Todos os direitos reservados © 2000 - 2014