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Polícia faz reconstituição de chacina de líderes do MLST

27/06/2012 • 17:40
A Polícia Civil de Minas Gerais fez na manhã desta quarta-feira (27) a reconstituição do assassinato dos três líderes do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST) na MGC-455, estrada que liga Uberlândia (537 km de Belo Horizonte) ao distrito de Miraporanga, no Triângulo Mineiro. O lugar foi o mesmo onde as vítimas foram mortas.

O crime foi no dia 24 de março deste ano e solucionado na semana passada, com a prisão de Rodrigo Fric, principal suspeito de ter atirado em Valdir Dias Ferreira e no casal Milton Santos Nunes da Silva e Clestina Leonor Sales,.

Fric estava na casa da mãe em Gravataí (Rio Grande do Sul) quando foi pego pela Polícia Civil. Na manhã desta quarta-feira, além de Fric, Rafael Henrique Afonso, motorista do carro que levou Rodrigo até as vítimas e o ajudou a fugir, também participou da reprodução da cena do crime.

Fric demonstrou aos policiais que emparelhou o veículo com o carro da vítima e atirou primeiro em Milton Santos, de dentro do carro. Em seguida, Valdir Dias tentou fugir pelas margens da rodovia, mas foi baleado. Fric voltou para o veículo das vítimas, onde Clestina Nunes estava com a criança de cinco anos no colo.

O suspeito pediu para que Clestina afastasse o menino. A criança se agachou no assoalho do carro e neste momento ele atirou duas vezes na cabeça dela. Todos os três morreram na hora. Logo após cometer o crime, Fric entrou no veículo e fugiu por uma estrada de terra que dá acesso a Uberaba, a cerca de cem quilômetros dali.

Segundo o delegado Helder Carneiro, a reconstituição será anexada ao inquérito, que já está concluído. “Agora iremos encaminhar para o judiciário”, disse. Os familiares das três vítimas fizeram na tarde de hoje o reconhecimento dos suspeitos, já que eles estiveram no assentamento um dia antes de cometerem o crime.
Motivação

O motivo para o crime, segundo Helder Carneiro, teria sido uma apreensão de 311 tabletes de maconha, que foi feita pela PC em 2009 nas proximidades do assentamento que Clestina, Milton e Vilmar coordenavam. “Eles achavam que a Clestina os havia denunciado, mas nós acreditamos que os três morreram inocentemente”, disse.

Fonte: Uol
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