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MPE pede cassação de Wellington, Margarete e Elmano

20/12/2014 • 11:01
Por Luciano Coelho

O Ministério Público Eleitoral do Piauí entrou com dez ações, dentre as quais pedindo a cassação do mandato do governador eleito, Wellington Dias (PT), e da vice, Margarete Coelho (PP). O procurador regional eleitoral, Kelston Lages (foto), alegou que houve abuso de poder econômico e compra de votos durante as eleições. A Procuradoria Regional Eleitoral no Piauí divulgou o balanço parcial das ações eleitorais referentes às eleições de 2014 com o ajuizamento de 10 ações, sendo 8 ações de investigação eleitoral e 2 representações eleitorais por captação ilícita de sufrágio, abuso do poder econômico e político e outros. As ações envolvem 32 pessoas, das quais 10 foram eleitos.



O procurador argumenta que houve ilícitos e abusos durante a campanha. Ele tinha falado ainda da quantia de R$ 180 mil que foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal em Barreiras, na Bahia, com um dos assessores do senador Wellington Dias, durante a campanha eleitoral.

O MPE registrou durante a campanha 37 apreensões de dinheiro, carros, armas de fogo e pessoas praticando atos ilícitos. O procurador argumentou que isso feria o principio da paridade de armas, provocando o desequilíbrio na disputa eleitoral entre os candidatos.

As oito ações de investigação eleitoral foram movidas contra o governador eleito José Wellington Barroso de Araújo Dias e contra a vice-governadora Margarete de Castro Coelho; além de José Martinho Ferreira de Araújo,que é motorista do gabinete do Senador, e que foi apreendido pela PRF com R$ 180 mil, durante a campanha.

O MPE ainda ajuizou ação contra o atual governador Antônio José de Moraes Souza Filho, que não foi reeleito; contra o deputado federal reeleito José Francisco Paes Landim, contra o deputado estadual Antônio Uchôa de Olveira e o prefeito de Pau DÁrco do Piauí, Antônio Milton de Abreu Passos.

O procurador ainda pede a cassação do mandato da deputada estadual Flora Izabel Nobre Rodrigues; e punição para seu marido Sandro Borges Alves e o seu enteado Alexandre Assunção Lacerda Borges, que foram detidos em São Raimundo Nonato conduzindo dinheiro nas vésperas do pleito.

A deputada federal Iracema Maria Portella Nunes Nogueira Lima e o deputado estadual eleito Júlio Ferraz Arcoverde também são alvos das ações do procurador eleitoral. Ele ainda pede punição de inelegibilidade para os deputados não eleitos, que figuram como suplentes, Bessah Araújo Costa Reis Sá (candidato ao cargo de deputado estadual) e Osmar Ribeiro de Almeida Júnior (candidato ao cargo de Deputado Federal).

Juntamente com eles, respondem a estas mesmas ações: Benedito de Carvalho Sá, José Nunes Lopes Júnior e Marcio Gladyson Cunha Nogueira; segundo informações do Ministério Público.

A deputada estadual Ana Paula Mendes de Araújo e seu marido, o deputado estadual eleito José Ribamar Noleto de Santana, também responderão ao processo.

As duas representações eleitorais por captação ilícita de sufrágio foram ajuizadas contra o deputado federal reeleito Marcelo Costa e Castro; o deputado estadual eleito Severo Maria Eulálio Neto, o candidato a senador Wilson Nunes Martins (que não foi eleito), o exprefeito de Conceição do Canindé, Aderson Júnior Marques Buenos Aires e o vereador de Conceição do Canindé, Clebert Marques Buenos Aires.

O suplente de deputado federal José de Andrade Maia Filho também entrou na relação do MPE, juntamente como o suplente de deputado estadual Antônio Francisco Félix de Andrade.

O MPE também acionou juridicamente o senador eleito Elmano Férrer de Almeida e seus dois suplentes José Amauri Pereira de Araújo e Maria Alzenir Porto da Costa, além do vereador de Beneditinos, Cleanto José Alves da Silva.

As ações de investigação judicial eleitoral podem resultar na cassação do registro ou diploma e na inelegibilidade dos candidatos. Já as representações por captação ilícita de sufrágio podem ensejar a cassação do registro ou do diploma e aplicação de multa aos representados.
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