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Eduardo Braga prevê leilões da 13ª rodada de petróleo para segundo semestre

03/03/2015 • 20:04
O governo definirá, ao longo de março, as áreas de petróleo que integrarão o estudo para a 13ª rodada de leilão. De acordo com o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a previsão é que esses leilões sejam feitos no segundo semestre deste ano. O assunto foi pauta de uma das reuniões do ministro hoje (3) no Palácio do Planalto.

Ministro Eduardo Braga defende manutenção de contratos entre Petrobras e empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato (José Cruz/Agência Brasil/Arquivo)

“Estamos acompanhando as informações sobre essa rodada de leilão, para prospecção de petróleo em terra firme, a ser extraído da área do pós-sal. A rodada já foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e, ao longo de março, serão definidas as áreas incluídas no estudo. A previsão é que o leilão ocorra no segundo semestre”, disse o ministro, após encontro com a presidenta Dilma Rousseff.

Segundo ele, ao contrário do ocorrido no pré-sal, nesta rodada a Petrobras não terá obrigação de participar dos certames. Ressaltou que esses leilões serão importantes para manter a indústria mobilizada e mostrar o potencial do país no setor.

“A Petrobras pode participar, mas o leilão não será voltado para atender a ela”, acrescentou o ministro. Braga negou que os desinvestimentos anunciados pela empresa tenham relação com o momento de crise da estatal. “A Petrobras colocou como desinvestimento o que já estava sendo planejado para ser desinvestimento”.

No encontro com Dilma Rousseff, foi feita uma avaliação da conjuntura do setor elétrico, cenário que, de acordo com o ministro, teve melhora. “Mas ainda é preciso manter a recomendação de prudência e cautela. Os consumidores precisam entender a necessidade de economizar energia”.

Conforme Eduardo Braga, os empréstimos destinados à cobertura das dívidas das distribuidoras no mercado regulado, referentes a novembro e dezembro, deverão ficar em R$ 3,15 bilhões, valor que já considera a correção pela taxa Selic.


Agência Brasil
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