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Fabricantes de próteses mamárias retomam vendas após suspensão

19/07/2012 • 23:59
Durante mais de três meses, norma da Anvisa proibiu venda dos implantes.
Produtos brasileiros já têm o selo do Inmetro, mas importados ainda não.


A comercialização de próteses mamárias no Brasil começa a retomar seu ritmo normal quatro meses após uma polêmica decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em março, o órgão regulador determinou que o produto só poderia ser vendido se tivesse o selo de aprovação do Inmetro. Como não havia padrão de avaliação para as próteses, também não havia um selo disponível. Na prática, a venda de próteses mamárias ficou suspensa por tempo indeterminado.

As duas empresas brasileiras que produzem os implantes agora já têm o selo do Inmetro. A Lifesil obteve o comprovante em 27 de junho e a Silimed conseguiu a aprovação nesta quarta-feira (18).

As demais próteses vendidas no Brasil são importadas e, até o momento, nenhuma marca estrangeira obteve o selo. Algumas importadoras já deram entrada no processo, que é um pouco mais lento para as fabricantes de outros países.

A Silimed ainda deve levar uma semana para conseguir colocar seu produto de volta no mercado. O período é necessário devido a pequenas mudanças na produção – novas bulas e novas caixas terão de ser escritas e impressas, com os dados da aprovação da Anvisa.

Prótese mamária leva 30 dias para para ficar pronta para comercialização (Foto: Divulgação/ Lifesil)

A Lifesil, que já passou por esse processo, agora vende seus produtos normalmente, com tendência de crescimento. “A demanda aumentou muito, tivemos que triplicar a produção”, afirmou o presidente da empresa, Jorge Wagenfuhr. “Existia uma falta de implantes mamários já”, apontou.

Médicos relataram que a procura pelas próteses estava abaixo do normal para julho. “Eu acho que existe uma demanda reprimida”, opinou Margaret Figueiredo, presidente da Silimed. Na visão dela, as mulheres interessadas na cirurgia preferiram esperar pela entrada das novas próteses, após a decisão da Anvisa.

Normalmente, o segundo semestre é o período em que o são feitas mais cirurgias para a colocação de próteses mamárias, por mulheres que pretendem mudar o visual para o verão.

As duas empresas encaram o momento de maneiras distintas. Para Wagenfuhr, a Lifesil tem uma oportunidade de “triplicar ou quadruplicar” seu faturamento. Já Figueiredo, da Silimed, avaliou que ainda é cedo para prever a reação do mercado à entrada das novas próteses.

Segundo os fabricantes, as normas do Inmetro estabeleceram padrões de qualidades que eles já cumpriam e testavam em exames próprios. Por isso, a produção não chegou a ser interrompida durante os meses de suspensão das vendas.

G1
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