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Índios tresloucados e armados com metralhadora assaltam Transbrasiliana

04/05/2009 • 13:39

- É desaconselhavél piauienses viajarem de ônibus por Barra do Corda

- Índios espancam pessoas da Transbrasiliana, dentro uma passageira do Piauí

- Agressões ferem duas pessoas com cortes profundos na cabeça


Por volta das 20 horas da noite do último dia 30 de março, um ônibus da empresa Transbrasiliana, que levava cerca de 19 passageiros, sendo que uma do Piauí, foi assaltado por 8 índios encabuzados na região de Barra do Corda, Maranhão. O ônibus saiu de Fortaleza, passou por Teresina, com destino a Palmas.

Violentos, e já acostumados a tal procedimento, os índios fizeram todo tipo de ameaça aos presentes no veículo. Uma das passageiras, em contato com a reportagem, narrou "o terror" daquela noite. G.C.N., de 28 anos, que não quis ter seu nome revelado, estava indo ao encontro do marido, o piauiense I. Q. L., que a esperava em Palmas para irem de carro próprio a Brasília.

"Todos estavam armados e já entraram gritando com o motorista: fala logo, se tiver algum policial. Porque ele vai morrer", conta a vítima, ao relatar o início do assalto e das humilhações que se sucederiam, quando o ônibus passava pelo último quebra mola da região que concentra mais de 20 reservas indíginas protegidas por Lei Federal. Com espingardas, revólveres e uma pequena metralhadora, os índios abordaram o motorista pelo lado de fora do veículo apontando as armas.

Ao entrarem no ônibus um dos mais violentos deflagrou um golpe na cabeça de um senhor de aproximadamente 50 anos,  abrindo um ferimento que depois de suturado contabilizaria 8 pontos. "Foi a zoada mais feia que já vi na vida", relatou G.C.N. Logo depois outra pessoa foi vítima de coronhada, rompedo-lhe o supercílio, e fazendo com que 5 pontos fossem necessários para estancar o sangramento.

Crianças são Agredidas
Uma criança de 7 anos chegou a defecar nas calças e outra de 3 anos a urinar, tamanho foi o medo que sentiram. Os xigamentos eram frequentes, falados em português. Entre si usavam um dialeto conhecido pelo grupo de índios assaltantes e mascarados e incompreensível para os brancos.

Tudo que era de pertence, dinheiro, jóias, roupas que estavam nas malas, utensílios, vários documentos foram levados. "Foi a coisa mais horrível que vi na vida", relata a jovem.

A voracidade de alguns índios na região é tão grande que o marido de G.C.N, quando foi avisado aos gritos logo após o ocorrido, pela própria mulher, achou que ela havia sido estuprada.

É comum relato de mulheres estupradas na frente de pais, irmãos e maridos, por esses bichos protegidos pela Constituição.

Na Delegacia
Após o assalto, que durou cerca de 15 minutos, todos foram para delegacia de Grajaú, registrarem queixa. Os feridos foram levados primeiramente para o hospital. A jovem G. C. N. estava com pressão de 17/14, trêmula, e sob a iminência de um ataque nervoso mais forte.

A princípio, a médica não queria assinar o Laudo Médico, por medo de represália dos índios, mas com a ida de policiais no hospital, o documento foi assinado. 

Na delegacia as vítimas observaram o relato afixado em cartaz na parede do assalto feito por índios ao ex-prefeito de Sítio Novo, que foi alvo desse tipo de índios, e por sorte havia escapado.

Região Perigosa
É desaconselhável viajar de ônibus por aquela região. Principalmente agora, depois que a BR-316 está interditada, na região entre Peritoró e Alto Alegre, obrigando os veículos a desviarem o trajeto por Barra do Corda, um dos locais onde existem os índios mais perigosos do Brasil.

Índio Morto
Os índios recebem os políciais da região a bala. Quando da delegacia, G. C. N. ouviu de um deles o relato de que foram obrigados a matar um índio, que compunha um grupo que atiravam sem parar no carro de policiais que foram investigar uma ocorrência na região.

"Fomos obrigados a acelerar e acabamos passando por cima de um deles. Era isso ou morreríamos", relatou o policial.

"Todos temem esses índios bandidos na região", sentenciou.

Inércia Governamental
Há muito no Maranhão sabe-se da existência desses índios bandidos, mas ninguém tomou providências. Nenhum delegado com senso fica muito tempo nas delegacias em volta desse grupo de selvagens, porque são ameaçados de morte.

Até agora nenhum dos muitos governos repetidos dos Sarney nada fizeram, muito menos o último, de Jackson Lago. A inércia corrabora com estupros, assassinatos, roubos violentos e mortes de diversos caminhoneiros que por ali transitam.

É um terror sem controle do Estado.

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willian

postado:
05/12/2009 - 14:34
Cambada de vagabundos... e ainda são protegidos pela constituição...

postado:
05/05/2009 - 08:31
Isso tem que ser mostrado pra todo o pais!!!!

Júnior

postado:
04/05/2009 - 21:22
Correção: a rodovia que está interditada no trecho entre Peritoró e Alto Alegre é a BR-316.
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