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Dólar fecha em alta após dados sobre desemprego nos EUA

05/02/2016 • 18:47
O dólar volta a operar em alta frente ao real nesta sexta-feira (5), interrompendo dois dias de queda, após a divulgação dos dados sobre o desemprego nos Estados Unidos, que caiu para 4,9% em janeiro – a taxa mais baixa desde fevereiro de 2008.

A moeda norte-americana subiu 0,40%, vendida a R$ 3,9100. Veja a cotação do dólar hoje
Nos primeiros dias de fevereiro, o dólar recua 2,84%. Em 2016, a moeda tem desvalorização de 0,96%.

Na máxima do dia, o dólar chegou a R$ 3,9295. A moeda chegou a recuar a R$ 3,8601 logo após a divulgação do relatório de emprego dos EUA, mas voltou a subir em seguida.

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, alta de 0,24%, a R$ 3,9038.
Às 9h29, alta de 0,76%, a R$ 3,924.
Às 10h10, alta de 0,31%, a R$ 3,9065.
Às 10h39, alta de 0,33%, a R$ 3,907.
Às 11h10, queda de 0,34%, a R$ 3,8806.
Às 12h, queda de 0,11%, a R$ 3,8898
Às 12h20, alta de 0,11%, a R$ 3,8982.
Às 12h50, alta de 0,14%, a R$ 3,8996.
Às 14h20, alta de 0,28%, a R$ 3,9152.
Às 15h08, alta de 0,48%, a R$ 3,9129.

Os dados sobre o desemprego nos EUA vieram mistos. Apesar da taxa de desemprego manor, em janeiro, a criação de vagas desacelerou mais do que o esperado, mas os salários cresceram e a taxa de desemprego recuou.

"O número cheio veio fraco, mas janeiro costuma ser um mês mais lento de qualquer forma. Não é uma grande surpresa", disse à Reuters o economista Pedro Tuesta, da 4Cast.

O desemprego baixo reforça as apostas de uma nova alta na juros dos Estados Unidos. Taxas mais elevadas tendem a atrair recursos para os EUA, retirando assim esse dinheiro de outros países. No Brasil, a entrada menor de dólares contribui para a queda frente ao real.

Carnaval
O mercado não abrirá na segunda e na terça-feira devido ao Carnaval e funcionará com restrições na quarta-feira, abrindo normalmente apenas durante a tarde. "Há um pouco mais de compra no Brasil porque o mercado vai ficar quatro dias parado e ninguém quer ficar exposto", disse à Reuters o operador José Carlos Amado, da corretora Spinelli.

Na quinta-feira, o dólar recuou 0,61%, vendida a R$ 3,8941. Este é o menor valor desde 29 de dezembro de 2015, quando a moeda terminou os negócios a R$ 3,8769. No ano, há queda acumulada de 1,37%. Nos primeiros dias de fevereiro, o dólar já caiu 3,24%.

Ação do BC
Nesta manhã, o Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, que equivalem a US$ 10,431 bilhões, com oferta de até 11,9 mil contratos.

G1

Gerdau perde o grau de investimento pela Moody's

05/02/2016 • 17:50
A agência de classificação de risco Moody's rebaixou nesta sexta-feira (5) a nota de crédito da Gerdaude Baa3 para Ba3, com perspectiva negativa. Com isso, a empresa perdeu o chamado grau de investimento (selo de bom pagador).

 Segundo a Moody's, o corte "reflete a gravidade da crise na indústria siderúrgica, o contínuo enfraquecimento do setor no Brasil".

"A essa altura, temos pouca visibilidade de quanto tempo vai levar para a indústria siderúrgica se recuperar nos principais mercadosd de atuação da Gerdau", diz a agência.

G1

Prazo para pagar guia do eSocial de janeiro termina hoje

05/02/2016 • 09:45
Os patrões têm até esta sexta-feira (5) para pagar a guia do eSocial – o Simples Doméstico – referente a janeiro. Documentos gerados a partir desta data serão calculados com multa.

A Receita lembra que os empregadores devem ficar atentos, porque os recolhimentos previdenciários, trabalhistas e tributários – incluindo o do FGTS – referentes ao mês de janeiro já devem levar em conta o valor do novo salário mínimo, de R$ 880,00, em vigor desde 1° de janeiro de 2016.

Como funciona
Para fazer o recolhimento dos encargos, o patrão deve se cadastrar como empregador no eSocial, e em seguida registrar também os dados de seu(s) empregado(s). Após o cadastro, é possível fazer a emissão da guia única de pagamento.

A guia única tem código de barras e o valor pode ser pago em qualquer agência ou canais eletrônicos disponíveis pela rede bancária.

Esse novo modelo de pagamento já estava previsto na chamada PEC das Domésticas, lei que foi aprovada em abril de 2013. Mas eles só foram regulamentados no último mês de junho, e apenas agora começam a valer. A lei do Simples Doméstico foi regulamentada no dia 1º de junho e, no início de outubro, começou o cadastro de trabalhadores no sistema. As guias de pagamento dos dias trabalhados em outubro começaram a ser emitidas pela internet no dia 1º de novembro.

Como é o cadastro
Para cadastramento são necessários CPF e número de recibos da declaração do Imposto de Renda de 2014 e 2015 do empregador. Quem não tiver os recibos deve consultar o site da Receita ou procurar uma agência do órgão. Se o empregador for isento do IR, deverá utilizar o número do título de eleitor para o cadastro.

Caso o empregador também não tenha o título de eleitor, deverá utilizar o Certificado Digital, obtido no atendimento da Receita na internet.

No caso do empregado, são necessários nome, CPF, data de nascimento registrada na carteira de trabalho e número do NIS – o mesmo número usado no pagamento do INSS, além do endereço, telefone, início do contrato de trabalho, salário e jornada.

Ao final, o sistema gera um código de acesso, e o contribuinte deve criar uma senha. O código e a senha serão necessários para acessar o site novamente e emitir a guia de pagamento.

VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O CADASTRO

Abatimento no Imposto de Renda
A Receita Federal explica que o empregador que desejar abater os gastos com o INSS do empregado doméstico na declaração do IR deverá colocar seu CPF no cadastramento, e não de outra pessoa da família, para poder realizar esse procedimento.

No IR de 2015, relativo ao ano-base 2014, o limite de abatimento foi de R$ 1.152,88. Esse valor correspondeu à alíquota de 12% aplicada sobre o salário mínimo de R$ 724 vigente no ano passado.

Caso o empregador pague mais de um salário mínimo, ele não pode abater todo o valor gasto com a contribuição patronal do INSS.

Novos direitos dos domésticos
O Simples doméstico contempla o recolhimento dos seguintes encargos:

– FGTS: equivalente a 8% do salário do trabalhador;
– Seguro contra acidentes de trabalho: 0,8% do salário;
– Fundo para demissão sem justa causa: 3,2% do salário;
– INSS devido pelo empregador: 8% do salário;
– INSS devido pelo trabalhador: de 8% a 11%, dependendo do salário;
– Imposto de Renda Pessoa Física: se o trabalhador receber acima de R$ 1.930,00

G1

Dólar se mantém abaixo de R$ 4 e volta a fechar no menor valor do ano

04/02/2016 • 18:15
O dólar fechou novamente abaixo do patamar de R$ 4 nesta quinta-feira (4), reagindo à percepção de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, não deve aumentar os juros tão cedo. Juros mais altos poderiam atrair para os EUA recursos aplicados em países como o Brasil, aumentando, assim, o valor do dólar por aqui.

A moeda norte-americana recuou 0,61%, vendida a R$ 3,8941.

Acompanhe a cotação ao longo do dia:
Às 9h21, queda de 1,48%, a R$ 3,8601.
Às 9h49, queda de 1,55%, a R$ 3,8571.
Às 10h29, queda de 1,41%, a R$ 3,8625.
Às 10h50, queda de 1,21%, a R$ 3,8704.
Às 11h19, queda de 1%, a R$ 3,8786.
Às 11h30, queda de 0,88%, a R$ 3,8836.
Às 11h59, queda de 1,22%, a R$ 3,8701.
Às 12h29, queda de 1,50%, a R$ 3,8590.
Às 13h15, queda de 1,57%, a R$ 3,8565.
Às 14h10, queda de 0,98%, a R$ 3,8795.
Às 15h, queda de 0,96%, a R$ 3,8805.
Às 15h59, queda de 0,73%, a R$ 3,8896.

Este é o menor valor desde 29 de dezembro de 2015, quando a moeda terminou os negócios a R$ 3,8769. No ano, há queda acumulada de 1,37%. Nos primeiros dias de fevereiro, o dólar já caiu 3,24%.

Cenário externo
Turbulências nos mercados financeiros globais, dados fracos sobre a economia norte-americana e declarações de autoridades do Fed vêm alimentando apostas de que o banco central norte-americano pode demorar para aumentar os juros novamente.

Essa percepção tende a favorecer mercados emergentes, que manteriam sua atratividade diante de juros ainda baixos na maior economia do mundo. Além disso, a queda da moeda norte-americana em relação a outras divisas importantes barateia commodities cotadas em dólar para detentores dessas moedas, trazendo alívio adicional a ativos de países exportadores.

"Se todo esse ambiente financeiro difícil que vimos no começo do ano levar o Fed a adiar o aumento de juros, isso pode acabar sendo positivo para nós", disse o operador da corretora B&T Marcos Trabbold à Reuters.

No Brasil
O real tem tido desempenho melhor do que seus pares desde o início deste ano. Embora analistas sejam praticamente unânimes ao afirmar que o dólar deve eventualmente voltar a subir, alguns já começam a levantar a possibilidade de um alívio no curto prazo.

O Nomura Securities ressaltou em relatório que a correção das contas externas do Brasil tem sido forte desde o início do ano passado.

"Não vemos isso como condição suficiente para garantir uma visão positiva para o real, mas acreditamos que esse ajuste das contas externas desempenha um papel em limitar a depreciação daqui em diante", escreveu o economista João Pedro Ribeiro, segundo a Reuters. Ele projeta que o dólar deve terminar o ano a R$ 4,20.

Essa percepção não é unânime, porém, e alguns nas mesas de câmbio suspeitam que o bom desempenho do real teria sido influenciado por grandes operações pontuais envolvendo títulos cambiais, possivelmente conduzidas por bancos públicos.

Ação do BC
Nesta manhã, o Banco Central deu seguimento ao seu programa diário de interferência no câmbio e promoveu mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, vendendo a oferta total de 11,9 mil contratos. Ao todo, o BC já rolou US$ 2,329 bilhões, ou cerca de 23% do lote total, que equivale a US$ 10,118 bilhões.

G1

Uber pretende adicionar 50 mil novos motoristas no Brasil

04/02/2016 • 16:06
O aplicativo norte-americano Uber pretende adicionar 50 mil novos motoristas no Brasil ao longo de 2016, frente aos 10 mil cadastrados atualmente, apesar dos frequentes protestos e ataques de taxistas e questionamentos sobre a legalidade do serviço na justiça.

 A informação foi divulgada pelo gerente da empresa para a região central dos Estados Unidos, Canadá e América Latina, Andrew MacDonald, em entrevista ao blog do jornalista Fernando Rodrigues. Procurado pela Reuters, o Uber confirmou as informações.

De acordo com o executivo, o Brasil é o país do mundo no qual o aplicativo de transporte privado individual tem uma de suas maiores taxas de crescimento, com expansão de 30% ao mês no país.

A expansão da companhia avaliada em bilhões de dólares acontece em meio à retração da economia. Em 2015, a renda média dos tralhadores teve a primeira queda em 11 anos em um mercado de trabalho marcado por forte deterioração. A taxa de desemprego de 6,9% em dezembro foi a maior para o mês desde 2007.

No Brasil, o Uber opera atualmente nas cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Campinas e Goiânia. MacDonald afirmou que a expansão da companhia no país vai ocorrer nas regiões Norte e Nordeste, em cidades com mais de 1 milhão de habitantes, segundo a entrevista confirmada pela companhia.

G1
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