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Mulher dá de 10. Participação das mulheres em profissões masculinas cresce

08/03/2008 • 00:25

Que as mulheres têm aumentado seu espaço no mercado de trabalho, todo mundo já sabe, inclusive que hoje elas ocupam profissões que antes eram estritamente masculinas. Além de que as empresas buscam nas mulheres caractesticas próprias, como diz o livro "Mulheres São de Marte, Mulheres são de Vênus", os homens se preocupam com as grandes coisas, grandes realizações, dinheiro e sucesso. Já as mulheres dão valor às pequenas coisas, aos detalhes que parecem insignificantes, mas que quando notados fazem toda a diferença. 

Por isso mesmo um ramo em que a participação feminina tem crescido a nível nacional é o da construção civil que vem  utilizando a mão-de-obra feminina para fazer acabamentos, montar azulejo, rejuntar e limpar. A escolha é justificada pelo fato de as mulheres serem consideradas mais organizadas e caprichosas que o sexo oposto.



Enfermagem, Nutrição, Serviço Social, Psicologia e Letras aparecem como as carreiras que se apresentam destinadas às mulheres, mas elas têm se sobressaído e mostrado que não ficam restritas a rótulos, buscando espaço a cada dia em profissões que fazem parte do universo masculino como Medicina, Arquitetura, Engenharia, Computação, são alguns exemplos.

Atualmente as mulheres possuem representantes em quase todas as profissões. Embora sua inserção ainda se dê, predominantemente, nos segmentos menos valorizados do mercado, caso da importante presença feminina no emprego doméstico e no setor informal, as mulheres também passaram a ocupar postos em novos grupos ocupacionais. Observa-se, por exemplo, maior participação feminina no grupo de gerentes financeiras, comerciais e de publicidade, postos de trabalho historicamente destinados aos homens. Por outro lado, a maior escolaridade das mulheres, que já são maioria no ensino superior, não tem repercutido em igualdade salarial com os homens, mesmo quando exercem a mesma função. 

Petrobras
A estatal lançou em janeiro o livro “As mulheres e a Petrobras”. O livro festeja a participação feminina no quadro de funcionários da estatal, com imagens de 150 trabalhadoras nas mais diversas funções. Até o fim da década de 70, a Petrobras não admitia mulheres engenheiras.

A primeira diretora da Petrobras é Maria das Graças Foster (Gás e Energia - Foto), que assumiu em 2007.

— Queremos mostrar que, apesar do estigma, este também é um mercado para as mulheres — diz Wania Sant’Anna, da Comissão de Diversidade da companhia.

A Petrobras fechou 2007 com 7.104 funcionárias. As mulheres representam 14% do efetivo. Em 2003, eram 4.406 empregadas, equivalentes a 12% do quadro.

Mulheres com mesma formação ganham menos que os homens 
Mesmo com tantos avanços e apesar de possuírem nível de escolaridade médio superior aos dos homens, as mulheres recebem salário inferiores e são maioria no mercado de trabalho informal. As conclusões fazem parte de um boletim especial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, com base nos dados da pesquisa mensal de emprego.Segundo o instituto, as mulheres recebem, em média, 71,3% do rendimento dos homens. Mas essa diferença aumenta na proporção em que há melhora no nível salarial. O rendimento das trabalhadoras com nível superior, por exemplo, equivale a 60% do recebido pelos homens com a mesma escolaridade. Ainda assim, entre as mulheres trabalhadoras, 59,9% tinham 11 anos ou mais de estudo em janeiro de 2008, contra 51,9% dos homens.

Crescimento no Mercado de Trabalho
Mesmo assim a participação das mulheres no mercado de trabalho do país ainda é a mais alta da história, com um aumento de 18,4% na última década, o que representa 200 milhões a mais de trabalhadoras. Mas, no mesmo período, também aumentou o número de mulheres desempregadas: de 70,2 milhões para 81,6 milhões.O setor de serviços é o que mais emprega mulheres: em 2007, 46,3% das trabalhadoras estavam nessa área, seguida pela agricultura, com 36,1%.

Taxa de Desemprego ainda assusta
A taxa de desemprego entre as mulheres é bem maior que entre os homens, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No Brasil, em janeiro deste ano a taxa de desocupação entre os homens era de 6,2%, enquanto entre as mulheres ficou em 10,1%.

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