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Suposto mentor de estupro de Castelo volta a negar participação em crime

26/05/2016 • 16:35
Da Redação do Portal AZ

O homem apontado como o mentor do estupro coletivo em Castelo do Piauí, Adão José da Silva Sousa, 42 anos, deu uma entrevista exclusiva a TV Cidade Verde e falou pela primeira vez sobre o crime bárbaro, que chocou os piauienses, e principalmente os moradores do município. O espancamento e o estupro de quatro adolescentes é visto como o mais brutal da historia do Estado. Adão está preso atualmente no presídio de segurança máxima de Altos.



O crime aconteceu há um ano, no dia 27 de maio de 2015. As jovens Iza, Julinária, Rafaela e Danielly viviam uma rotina normal, estudavam juntas e escolheram aquela tarde para ir ao Morro do Garrote, ponto turístico da cidade de Castelo do Piauí, para tirar fotos. Ao chegar ao local, de acordo com o inquérito policial, encontraram quatro meninos, menores de idade, juntamente com um adulto, Adão Jose de Sousa, usando drogas, crack, maconha e cocaína, fornecidas por Adão que usava os garotos para praticar roubos e furtos no município em troca de drogas.

As meninas foram rapidamente amarradas, amordaçadas e teve início a seção de tortura. De acordo com o depoimento do menor Gleidson Vieira, delator que veio a ser assassinado posteriormente, Adão que comandou toda a ação. Porém, em entrevista, ele nega toda a participação no fato e ainda alega que não estava no município quando o crime aconteceu.


Pedra de onde foram arremessadas as adolescentes

“Eu fiz um assalto, a uma parente de um vereador de castelo, inclusive estes meninos trabalhavam para esse vereador também. Eles compravam droga na minha mão, ai nesse dia eles me falara que a polícia estava atrás de mim. Ai eu fiquei em castelo ate as 18h da tarde do sábado, ai eu fui pela linha do trem ate Campo Maior. Passei por São Matheus, tem prova que eu passei por lá no domingo. Segunda-feira de manha eu estava em Santo Antônio. Cheguei em Campo Maior por volta das 14h, e lá eu fui direto para uma boate. Fiquei lá terça, quarta, quinta e sexta-feira. Quarta-feira foi o dia que aconteceu o caso das meninas. Nesse dia eu estava na casa do Robson, muito louco de maconha e cachaça”, detalhou Adão durante entrevista a TV Cidade Verde.  

Adão José da Silva relata ainda que seu nome foi citado no crime por armação do soldado Elias Júnior, que chegou a ser investigado por suposta relação com o estupro coletivo. Segundo ele, Elias teria pagado para os menores cometerem o crime, para que ele pudesse voltar ao seu cargo de segurança no município.



“Eu não conheço esse Elias Junior, não sei por que ele me mandou colocar nesse crime, só sei que ele que é o verdadeiro culpado. Ele que mandou fazer esse crime com as meninas. Falou para esses meninos fazerem uma coisa que nuca tinha acontecido em Castelo, que era para ele voltar para cargo dele de novo”, afirmou.

Sobre as provas coletadas no local do crime, uma bermuda suja de sangue e uma camiseta listrada, Adão afirma que não são dele, e que inclusive fugiu para Campo Maior vestido em uma calça Jeans. O acusado se mantem firme ainda em seu depoimento, alegando ser inocente, pelo fato de, nos exames de DNA, não ter encontrado seu material genético nas vítimas.

“Ali é uma prova que eu não estava lá. Não conheço essas meninas e não sei porque elas estão falando uma coisa dessa de mim. Dizendo que eu sou líder. Isso não é ser líder. É demônio”, afirmou.

Adão José da Silva Sousa está preso na Casa de Detenção Provisória de Altos, um presídio de segurança. Ele está isolado, sem contato com nenhum preso e esperando seu julgamento pelos crimes em que é acusado.

Primeiro dia de operação registra maior número de infrações em Pedro II

26/05/2016 • 15:16
Da Redação do Portal AZ

A Polícia Rodoviária Federal divulgou nesta quinta-feira (26), dados do primeiro dia da Operação Corpus Christi. A PRF desenvolveu ações por todo o Estado e ao todo, foram lavradas 205 autuações (multas), com 24 veículos recolhidos.



Chama atenção que cerca de um terço das infrações flagradas (64) e mais da metade dos veículos irregulares recolhidos (13) ocorreram no Município de Pedro II. A PRF enviou equipes de reforço ao local em razão da expectativa de grande fluxo de veículos e pessoas em razão do evento Festival de Inverno de Pedro II.

A quantidade de veículos flagrados transitando com excesso de velocidade foi de apenas 16, um número baixo se comparado aos demais feriados, mas as 36 autuações por ultrapassagens ligam o alerta para este tipo de conduta relacionada com a colisão frontal, principal causa de morte nas rodovias federais de todo o país.

Observou-se ainda a preocupante realidade do não uso do capacete de segurança, que resultou em 42 autuações em um único dia. O equipamento, que visa proteger a vida e integridade física dos motociclistas, é de uso obrigatório e a penalidade pelo descumprimento é de multa de R$ 191,54 e 7 pontos na CNH.

No que diz respeito aos acidentes, ocorreram 7 em todo o Estado, com um óbito no final da tarde de ontem(25), em Picos, decorrente de uma colisão frontal. Em Floriano, a condutora de um Ford Fiesta foi presa após colidir com uma motocicleta e evadir do local sem prestar socorro à condutora desta. O crime de omissão de socorro está previsto no artigo 135 do Código Penal Brasileiro, com pena de detenção, de 1 a 6 meses ou multa, com pena aumentada da metade, se da omissão resulta lesão corporal de natureza grave ou triplicada, se resulta em morte.

Polícia prende suspeito de assalto aos Correios do Promorar

26/05/2016 • 13:54
Por Adriana Oliveira

Um dos suspeitos de assaltar a agência dos Correios, no bairro Promorar, zona sul de Teresina, na última terça-feira (24), foi preso pela polícia na noite desta quarta-feira (25). O jovem foi identificado como Gutenberg e foi reconhecida pelos funcionários da agência como um dos participantes do assalto.

Segundo o capitão Paulo Silas, comandante da Companhia Independente de Policiamento do Promorar, Gutenberg é foragido da Penitenciária Irmão Guido e foi preso depois de denúncias anônimas.

“Recebemos uma denúncia e fomos até a residência do suspeito, no bairro Promorar. Gutenberg foi preso com uma arma de fogo e constatado que está foragido da irmão Guido, onde cumpria pena por homicídio e assalto”, afirma o comandante.

Além de Gutenberg outro homem teria participado do assalto ao Correios do Promorar. A dupla teria chegado em uma motocicleta e levado do local cerca de R$ 30 mil. A polícia ainda não tem informações a respeito do dinheiro roubado e faz diligências para prender o outro suspeito.

Delegado diz que rasga o diploma "se o matador de Fernanda Lages aparecer"

25/05/2016 • 17:52
Por Walcy Vieira

O ex-delegado geral da Polícia Civil do Piauí, James Guerra, reagiu, na manhã dessa quarta-feira (25), no Bom Dia Meio Norte,  programa apresentado pelo radialista Ieldyson Vasconcelos, na TV Meio Norte, às declarações do promotor de Justiça, Ubiraci Rocha, de que houveram falhas da polícia nas investigações do assassinato da estudante Fernanda Lages, ocorrido em 25 de agosto de 2011. "Eu rasgo meu diploma se o promotor desconstituir o que a polícia fez", avisou Guerra.



Entrevistado do Café com Informação, no Portal AZ, o promotor de Justiça chegou a dizer que a Polícia Civil, através da antiga Cico,  cometeu várias falhas, começando quanto à questão da preservação do local da morte da estudante Fernanda Lages, “resultando em um inquérito desastroso”.

Na televisão, James Guerra, que se encontra em franca campanha para uma vaga na Câmara de Vereadores de Teresina, fez o desafio ao promotor de Justiça:

"Eu desafio o promotor Ubiraci a desconstituir as investigações da polícia, de quando eu estava lá. Eu rasgo meu diploma de Direito”.

A polêmica do Caso Fernanda Lages volta a repercutir na mídia, depois que o promotor Ubiraci Rocha concedeu entrevista no Café com Informação, do Portal AZ (Clique aqui e assista a entrevista).



O promotor Ubiraci Rocha afirma que “não posso fazer um juízo de valor ou dizer que a Polícia agiu de má vontade, mas a certeza é a de que a instituição falhou ao não preservar o local do crime e mesmo com as provas, apresentou um inquérito desastroso que não nos convenceu, apontando para a tese de suicídio da estudante Fernanda Lages”.

Na televisão, James Guerra questionou até o fato da entrevista do promotor de Justiça ter sido publicada no Portal AZ. Deu a entender o delegado que quanto menos se falar no caso melhor para ele, que, inclusive, se diz pré-candidato a vereador de Teresina e já pede apoio político a seus alunos na faculdade que dá aulas. Não está deflagrada oficialmente a campanha eleitoral.

Aniversário
A morte de Fernanda Lages completa cinco anos em agosto no dia 25 de agosto de 2016. Ela foi achada sem vida na obra do prédio do Ministério Público Federal, na Avenida João XXIII, na zona leste de Teresina. De lá pra cá, uma série de dúvidas e mistério tomaram conta do caso. Tanto que o Ministério Público Estadual até hoje não se deu por convencido pelas investigações policiais apresentadas.

O delegado James sumiu da polícia
Depois que perdeu o cargo de delegado geral, James Guerra (concursado para a Polícia Civil), não deu, sequer, um dia de plantão em delegacia de polícia. Conseguiu uma disposição para o gabinete do deputado João Madison e hoje se encontra lotado na Escola do Legislativo Piauiense, apesar do déficit de delegados na Polícia Civil do Piauí. Há constantes queixas de que falta delegados em distritos policiais. Ele deverá sair candidato a vereador nas próximas eleições.

Tribunal de Justiça julga próxima segunda acusados de estupro em Castelo

25/05/2016 • 14:10
Por Adriana Oliveira

O Tribunal de Justiça do Piauí fará na próxima sexta-feira (03), o julgamento dos acusados de estuprar, espancar e torturar quatro adolescentes na cidade de Castelo do Piauí, em 26 de maio de 2015.

Na próxima sexta-feira (03), serão julgados apenas os menores, pois estes recorreram a ação junto a Defensoria Pública para que os adoelscentes fossem novamnete julgados. O maior identificado como Adão José de Sousa que foi apontado como mentor do crime, não recorreu a ação. O julgamento será a partir das 10 horas, na 2ª Câmara Criminal, da qual são integrantes os desembargadores Edvaldo Moura, Pedro Alcântara Macedo e Fernando Lopes Sobrinho.

Todos os acusados já foram condenados em primeira instância. Com esse novo julgamento, os menores poderão ser inocentados do crime.


As quatro amigas foram brutalmente espancadas, estupradas, torturadas e em seguida jogadas do alto do Morro do Garrote, em Castelo do Piauí. Os acusados, quatro adolescentes e um maior identificado como Adão José de Sousa considerado o mentor do crime, estavam no local usando drogas e ao ver as meninas chegarem decidiram executar o crime.

Das quatro vítimas, Danielly Rodrigues, de 17 anos não resistiu aos ferimentos e faleceu no Hospital de Urgências de Teresina, dez dias depois de ser internada com afundamento de face e passar por cirurgia de reconstituição. Depois do procedimento, ela teve complicações e foi submetida a uma cirurgia no tórax para a retirada de coágulos, consequência das múltiplas fraturas que sofreu devido a agressão.

 O menor identificado como Gleison Vieira da Silva, 17 anos, que teria cometido o estupro coletivo foi morto pelos comparsas dentro do Centro de Internação Masculino (CEM), em Teresina. O fato teve repercussão internacional.
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