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Firmino promete nomear os aprovados no concurso da Guarda Municipal

24/05/2016 • 16:56
Por Cristiana Nunes

“Serão nomeados todos os aprovados que passaram pelas fases do concurso da Guarda Municipal. Nós seguiremos o edital e chamaremos todos eles de forma gradativa, de 50 em 50, até que sejam todos contemplados”, afirmou Firmino Filho, prefeito de Teresina, sobre os aprovados em todas as fases do concurso para a Guarda Municipal de Teresina.


O prefeito também mandou um recado aos concurseiros que aguardam a abertura de novos editais. “Vamos publicar editais de alguns concursos, como o da secretaria de Fazenda e o da Procuradoria. Será um pacote para sair antes da proibição eleitoral”, declarou.

Firmino Filho também falou sobre o cenário político local e garantiu que espera uma campanha eleitoral de alto nível, onde sejam debatidos programas para o desenvolvimento de Teresina. “Está na hora de prestarmos conta de tudo que já fizemos para melhorar a vida das pessoas”, argumentou.

O prefeito destacou o Plano Diretor do Transporte Coletivo da capital que já está sendo desenvolvido, com algumas estações de integração concluídas. “As obras estão acontecendo em toda a cidade e já temos duas estações praticamente prontas, a do Livramento e a do Dirceu. Na sequência serão contempladas as outras regiões da capital, pois teremos duas estações em cada zona da cidade”, explicou.

Serão oito estações na cidade que prometem transformar o transporte coletivo da capital. O objetivo é fazer com o que o ônibus seja o principal meio de transporte de Teresina. “Estamos fazendo obras que permitam a maior fluidez no trânsito e que serão responsáveis pela reversão do sistema que já existe num modelo adotado pelas grandes capitais do Brasil. Um modelo de baixo custo, mas que leva muita qualidade ao sistema”, relatou.

Segundo Firmino, em 2005 Teresina tinha 150 mil veículos em circulação e em 2016 este número aumentou para 460 mil. “O número de veículos triplicou e precisamos de um conjunto significativo de obras para mudar a estrutura do trânsito na cidade, com ações coordenadas, que possam levar qualidade de vida à população”, concluiu o prefeito.

Alepi aprova monção de repúdio a Bolsonaro por homenagem a militar

24/05/2016 • 15:47
Da Redação do Portal AZ

A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (24), a Moção de Repúdio ao deputado federal Jair Bolsonaro, através de requerimento da deputada estadual Flora Izabel (PT).  Bolsonaro homenageou, durante a votação do impeachment, Carlos Alberto Ustra, que foi reconhecido como o militar acusado de torturar a presidente Dilma na época da ditadura militar no Brasil nos anos 70. 



Flora Izabel disse que apresentou a Moção de Repúdio pelo fato do deputado Jair Bolsonaro tem feito apologia ao crime de tortura por homenagear Carlos Alberto Brilhante Ustra, processado pela Comissão Nacional da Verdade que apura crimes de tortura no Brasil.

“Jair Bolsonaro resgatou o que há de mais podre na história brasileira, que foi a tortura e as violações aos direitos humanos, e valorizou o terrorismo de estado praticado pela ditadura militar. A maior gravidade é que Jair Bolsonaro fez apologia clara ao crime de tortura, o que gerou muita preocupação e estarreceu o mundo”, falou a deputada Flora Izabel.

Segundo a deputada, Comissão Nacional da Verdade foi criada pela Lei 12.528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012, e teve por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.

“A atitude de Bolsonaro, que inclusive foi compartilhada em redes sociais por ele próprio, se configura como um momento triste da história recente do Brasil, ferindo os direitos humanos e os princípios democráticos”, acrescentou Flora Izabel.

O torturador homenageado por Bolsonaro entrou para a história do Brasil como o militar que estuprou e matou mulheres que faziam oposição ao governo militar. As práticas abomináveis de Ustra consistiam em colocar jacarés sobre o corpo nu das mulheres que torturava. E mais, ele é acusado de inserir ratos na vagina de mulheres que eram presas por seu agrupamento por fazerem oposição ao regime ditatorial.

“O coronel Ustra morreu em 2015 sem ser punido por seus crimes, inclusive de tortura contra a presidente Dilma Rousseff, o que foi enfatizado por Jair Bolsonaro na sua fala durante a votação na sessão do dia 17 de abril de 2016 e que foi transmitido ao vivo por rede nacional de televisão”, falou Flora.

Alepi aprova moção de repúdio ao deputado Jair Bolsonaro

24/05/2016 • 15:24
Da redação do Portal AZ

A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (24), a Moção de Repúdio ao deputado federal Jair Bolsonaro, através de requerimento da deputada estadual Flora Izabel (PT).  Bolsonaro homenageou, durante a votação do impeachment, Carlos Alberto Ustra, que foi reconhecido como o militar que torturou a presidente Dilma na época da ditadura militar, no Brasil nos anos 70. 


“Jair Bolsonaro resgatou o que há de mais podre na história brasileira, que foi a tortura e as violações aos direitos humanos, e valorizou o terrorismo de estado praticado pela ditadura militar. A maior gravidade é que Jair Bolsonaro fez apologia clara ao crime de tortura, o que gerou muita preocupação e estarreceu o mundo”, falou a deputada Flora Izabel.

A Comissão Nacional da Verdade foi criada pela Lei 12.528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012, e teve por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988.

“A atitude de Bolsonaro, que inclusive foi compartilhada em redes sociais por ele próprio, se configura como um momento triste da história recente do Brasil, ferindo os direitos humanos e os princípios democráticos”, acrescentou Flora Izabel.

Deputados do Piauí defendem punição do STF contra Romero Jucá

24/05/2016 • 11:31
O líder do Governo na Assembleia, deputado João de Deus (PT) leu da tribuna matéria da Folha de São Paulo com o diálogo ocorrido entre o ministro do Planejamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, cujo teor circula nas redes sociais. Ele disse que evitaria repetir as palavras que considerou de baixo calão existentes na transcrição dos diálogos. Segundo João de Deus, Romero Jucá deixou bem clara sua intenção de estancar a operação Lava Jato.



João de Deus considerou graves as afirmações de Romero Jucá na conversa com Sérgio Machado e confirmada perante a TV Globo, ou seja, confirmou, mas disse ser irrelevante. E destacou que o Supremo Tribunal Federal está no dever de punir o ministro peemedebista, tal como fez com o petista Delcídio do Amaral, que veio a ser cassado pelo Senado.

O deputado petista lembrou a proibição do STF para que Lula fosse ministro, e no entanto Romero Jucá está na equipe de Michel Temer em situação muito pior. Ele defendeu que Jucá renuncie ao cargo, imediatamente, ou que seja demitido pelo presidente.

APARTES
- A deputada Flora Izabel (PT) disse em aparte que ia passar o dia inteiro aguardando a repercussão do fato, pela TV Globo, a exemplo do que ela fez com o caso Delcídio do Amaral e em defesa do afastamento da presidente Dilma. Ela defendeu a prisão de Romero Jucá, ressaltando que o PSOL já fez esse pedido.

O deputado Robert Rios disse (PDT) que o Brasil hoje tem vários psicopatas mandando na República, e que o presidente Michel Temer escolheu seus ministros baseado na lista de acusados da Lava Jato. Ele lembrou o exemplo do ex-presidente Itamar Franco, que afastou um de seus auxiliares, só porque o mesmo era suspeito. Depois de provado o contrário ele voltou. Para Robert, o governo não pode escolher ministros olhando para o Congresso e que cargo de ministro não é para suspeitos.

O deputado Cícero Magalhães (PT) disse que concordava com o discurso do colega Robert Magalhães, por ele estar dizendo a verdade. Para ele, se Temer não afastar Romero Jucá será por receio de que ele possa comprometê-lo.

O deputado Dr. Pessoa (PSD) considerou que tudo o que está acontecendo no país pode piorar. Ele acha que só há uma saída para a crise no Brasil, que seria uma nova eleição geral, de vereador a presidente da República. Concluindo seu pronunciamento, o deputado João de Deus defendeu também a realização de novas eleições. Ele admitiu culpa do PT pela não realização das reformas. Os deputados concordaram que é necessária a realização de nova eleição no país.

STF decide definitivamente que não haverá redução de bancadas

23/05/2016 • 16:34
Por Luciano Coêlho

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu definitivamente que não vai haver revisão no número de deputados federais por Estado, como estava sendo pedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. Nessa ação, o Estado do Piauí perderia duas vagas de deputado federal.  Com a revisão, oito estados perderiam e cinco estados ganhariam cadeiras na Câmara dos Deputados.

 

 

O deputado federal Júlio César (PSD), que acompanha o processo, informou que a decisão do STF é por manter o número de representantes por estado na Câmara, do jeito que está. O processo tramitava na Justiça há quatro anos e agora teve um desfecho.

 

Essa confusão teve o ápice na véspera das eleições de 2014, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu rever o número de vagas por estado a pedido do Amazonas. Na época ainda houve um recurso ao STF pedindo que o Supremo declarasse a inconstitucionalidade da competência do TSE em julgar a fixação de vagas.

 

Nessa revisão, o Piauí perderia duas vagas de federal e seis de deputado estadual. “Acho que é uma decisão definitiva, porque é do Supremo e não caberiam mais recursos”, explicou Júlio César. 

 

 O ex-ministro do TSE, Joelson Dias, foi quem atuou como advogado no processo e informou a decisão. “Ele declarou que o Supremo julgou definitivamente essa questão, decidindo manter o número de vagas existente hoje”, acrescentou o deputado.

 

Segundo a explicação dele, há uma legislação que diz que não pode reduzir o número de vagas que foram instituídas pela Constituição Federal de 88. O Piauí, na época, tinha 700 mil habitantes a mais que o Amazonas. E hoje o Amazonas tem 700 mil a mais que o Piauí. Mas em matéria eleitoral tudo é calculado pelo número de eleitores, que o Piauí tem a mais que o Amazonas. Porém, o número de vagas de deputados, e somente essa matéria, é determinado pelo número de habitantes. No final, o STF julgou improcedente o TSE reduzir o número de vagas.

 

Júlio César disse que com isso acaba de vez essa ameaça e não cabe mais recurso, porque é uma decisão da mais alta corte do país. Ele destacou que  os deputados são importantes pela representatividade e para defender os interesses do Estado e da população. “Defendemos um tratamento melhor para o Nordeste e como coordenador desta bancada, acho que fizemos um bom trabalho nesse sentido”, finalizou.

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