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'A ditadura da Justiça está implantada', diz Sarney em gravação

27/05/2016 • 16:28
Em diálogo gravado e de posse da Procuradoria-Geral da República, o ex-presidente José Sarney (1985/1990) criticou pesadamente o Judiciário brasileiro. "A ditadura da Justiça tá implantada", disse Sarney, em meio a conversa com citações ao juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O diálogo entre Sarney e Sérgio Machado ocorreu em março / Foto: ABr

Sarney (PMDB-AP) conversa com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, alvo da Lava Jato. Em dezembro de 2015, a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Catilinárias e fez buscas na residência de Machado. Acuado, o executivo decidiu gravar conversas com expoentes do PMDB, como o ex-ministro do governo interino Michel Temer, Romero Jucá, e o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL).

O diálogo entre Sarney e Sérgio Machado ocorreu em março. Em dado momento eles atacam o Judiciário, conforme revelou a repórter Camila Bonfim, da TV Globo, que teve acesso com exclusividade aos áudios.

Sobraram hostilidades também para a imprensa. "Não teve um jurista que se manifestasse. E a mídia tá parcial assim. Eu nunca vi uma coisa tão parcial. Gente, eu vivi a revolução. Não tinha esse terror que tem hoje, não. A ditadura da toga tá f.. ", disse Machado.

"A ditadura da Justiça tá implantada, é a pior de todas!", respondeu Sarney. Machado completou: "e eles vão querer tomar o poder. Prá poder acabar o trabalho".

Jornal do Commercio

 

“Se José de Abreu me pedir audiência, recebo com o maior prazer”

27/05/2016 • 16:16
O ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), minimizou nesta sexta (27) a polêmica sobre ter recebido em seu gabinete o ator Alexandre Frota. “Fizeram uma tempestade num copo d’água”, disse. Ao defender seu respeito à pluralidade de ideias, citou o ator José de Abreu, crítico do impeachment e também envolvido em polêmica nas redes sociais, após cuspir em um casal em um restaurante durante discussão a respeito do impedimento da presidente afastada, Dilma Rousseff (PT).

Ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM). Foto: Sérgio Bernardo/ JC Imagem

Ministro diz que “Minha Casa” tem 50 mil moradias prontas e não entregues por motivo político
“O fato de eu receber alguém não significa que eu pense igual à pessoa. Eu sou uma pessoa plural. E até acho absurdo que setores da esquerda, que se dizem democráticos, de repente pareçam puritanos e tão antidemocráticos na pluralidade de opinião. Quer dizer, se José de Abreu me pedir uma audiência, pode ter certeza que recebo com o maior prazer. Jean Willis (deputado do PSOL) também, a mesma coisa, porque sou uma pessoa assim”, afirmou.

O ministro disse considerar que houve uma polêmica desproporcional em torno do assunto. “Na prática, foi o dia em que nós anunciamos R$ 4 bilhões a mais para a educação, depois da votação do déficit de R$ 170 bilhões no Congresso, da nova meta fiscal, e R$ 32 milhões do Inpa, que estava ameaçado de não realizar a Olimpíada de Matemática de 2017 e 2018. E nós conseguimos em 12 dias de ministério ultimar e resolver esses assuntos. Pois bem, o assunto do Alexandre Frota ganhou muito mais repercussão do que propriamente os assuntos relevantes da pasta”, argumentou.

Jornal do Commercio
 

Marcus Vinicius defenderá Temer em processos no Rio e em Brasília

27/05/2016 • 13:12
O advogado Marcus Vinicius Furtado Coelho foi contratado pelo presidente Michel Temer (PMDB) para defendê-lo em dois processos judiciais.



Marcus Vinicius representará o presidente da república Na defesa em ação popular que possui tramitação no Rio de Janeiro e para a defesa do seu mandato perante o Tribunal Superior Eleitoral.

Marcus Vinícius foi presidente da OAB Nacional e há pouco tempo ele resolveu montar escritório em Brasília onde tem sido requisitado para fazer defesa em grandes causas que envolvem políticos nacionais.

Temer anuncia departamento na PF para combater violência contra mulher

27/05/2016 • 12:18
O presidente da República em exercício, Michel Temer, anunciou nesta sexta-feira (27) a criação de um departamento na Polícia Federal para coordenar o combate a crimes contra a mulher.

Por meio de sua conta no Twitter, ele repudiou "com a mais absoluta veemência" o estupro coletivo da adolescente de 16 anos, cometido por 33 homens.

"Vamos criar um departamento na Polícia Federal tal como fiz com a delegacia da mulher na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. Ela vai agrupar informações estaduais e coordenar ações em todo país", escreveu o presidente em exercício.

De acordo com a assessoria do presidente em exercício, Temer pretende contar com a atuação de mulheres nesse trabalho. Além disso, ele está verificando como será o formato da área, que terá uma estrutura dentro do Ministério da Justiça para coordenar o combate ao crime contra a mulher.

Temer classificou o crime no Rio como "bárbaro". "Repudio com a mais absoluta veemência o estupro da adolescente no Rio de Janeiro. É um absurdo que em pleno século 21 tenhamos que conviver com crimes bárbaros como esse", afirmou.

Ele escreveu que o governo está "mobilizado" para punir "com rigor" os autores do estupro e da divulgação do ato.

"Nosso governo está mobilizado, juntamente com a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, para apurar as responsabilidades e punir com rigor os autores do estupro e da divulgação do ato criminoso nas redes sociais", disse.

O presidente em exercício afirmou que o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, convocou reunião com os secretários de segurança pública de todo país para esta terça-feira (31). "Tomaremos medidas efetivas para combater a violência contra a mulher", afirmou.

Ministro da Justiça
Mais cedo, o ministro da Justiça, Alexandre Moraes, já havia divulgado uma nota à imprensa em que repudiava "veementemente o hediondo crime praticado contra uma adolescente de 16 anos".

Segundo ele, "o estupro representa a maior violência à dignidade da mulher e deve ser duramente reprimido".

Moraes colocou a pasta à disposição da Secretaria de Segurança do Rio para ajudar nas investigações. Ele informou ainda que o tema da violência contra a mulher será discutido em uma reunião com os secretários estaduais na próxima terça-feira.

G1

Em nota, Dilma nega pagamento irregular a João Santana

27/05/2016 • 07:33
A presidenta afastada Dilma Rousseff divulgou nota hoje (26) negando pagamento irregular ao publicitário João Santana, responsável pela sua campanha em 2014. A nota vem após a TV Globo divulgar novos áudios de conversas do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ex-presidente José Sarney.

Em conversa com Sarney, Machado afirma que a delação premiada da Odebrecht atingiria Dilma, pois ela teria tratado diretamente com a construtora solicitando pagamento a Santana. Na nota, Dilma afirma que os pagamentos ao publicitário na campanha de reeleição foram “regularmente contabilizados na prestação de contas aprovadas pelo TSE [Tribunal Superior Eleitoral]”.

Segundo a presidenta afastada, os repasses a João Santana na campanha de 2014 totalizaram R$ 70 milhões, sendo R$ 50 milhões no primeiro turno e R$ 20 milhões no segundo turno.

“Os valores destinados ao pagamento do publicitário, conforme indica a prestação de contas, demonstram por si só a falsidade de qualquer tentativa de que teria havido outro pagamento não contabilizado para a remuneração dos serviços prestados”, afirma a nota.

Dilma diz ainda que acha “curioso” que pessoas que estavam distantes da coordenação de sua campanha presidencial possam dar informações de “como foram pagos e contabilizados os recursos arrecadados legalmente para a sua realização”. De acordo com a presidenta afastada, comentários em conversas entre terceiros não indicam a origem das informações e não têm credibilidade.

Dilma Rousseff qualificou como “escusas” e “direcionadas” o que chamou de tentativas de envolver o seu nome em situações das quais ela nunca participou. Segundo a presidenta afastada, as tentativas “só se explicam em razão de interesses inconfessáveis”.

Desde o último dia 23, quando a Folha de S.Paulo divulgou o conteúdo de conversas de Sérgio Machado com o agora licenciado ministro do Planejamento, Romero Jucá, os áudios gravados pelo ex-presidente da Transpetro têm causado turbulência política. Nos dias que se seguiram, o jornal divulgou novas conversas de Machado, dessa vez em conversas com Renan e Sarney.

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, homologou ontem (25) o acordo de delação premiada de Machado.

Leia a íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Acerca da divulgação do teor de conversas gravadas em que se atribui à presidenta Dilma Rousseff a solicitação de pagamento ao publicitário João Santana pela empresa Odebrecht, cumpre esclarecer que:

1. Todos os pagamentos feitos ao publicitário João Santana na campanha da reeleição de Dilma Rousseff totalizaram R$ 70 milhões (R$ 50 milhões no primeiro turno e R$ 20 milhões no segundo turno). Os referidos pagamentos foram regularmente contabilizados na prestação de contas aprovadas pelo TSE.

2. Os valores destinados ao pagamento do publicitário, conforme indica a prestação de contas, demonstram por si só a falsidade de qualquer tentativa de que teria havido outro pagamento não contabilizado para a remuneração dos serviços prestados.

3. É curioso que pessoas que estiveram distantes da coordenação da campanha presidencial, de sua tesouraria, possam dar informações de como foram pagos e contabilizados os recursos arrecadados legalmente para a sua realização. Comentários feitos em conversas entre terceiros e que não apontam a origem das informações não têm nenhuma credibilidade.

4. As tentativas de envolver o nome da presidenta Dilma Rousseff em situações das quais ela nunca participou ou teve qualquer responsabilidade são escusas e direcionadas. E só se explicam em razão de interesses inconfessáveis.


Agência Brasil

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