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Pacotão desfila pela 2ª vez no DF, com críticas a Cunha e Temer

09/02/2016 • 17:08
Famoso pelas marchinhas que fazem críticas políticas, o bloco Pacotão fecha o último dia de desfile de Carnaval nesta terça-feira (9) tendo o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e o vice-presidente, Michel Temer, como tema. O bloco, que sai há 38 anos nas ruas da capital, desfila na contramão da avenida W3. A concentração começou às 15h na entrequadra 302/303 Norte. Até às 17h, 1 mil pessoas participavam da festa, de acordo com a Polícia Militar.

Bloco pacotão desfila pela 2ª vez neste ano no Carnaval do Distrito  Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

Vestidos de "Maria Lava-Jato", os amigos Elieser Torres, de 40 anos, Adalto Reis, de 58 anos e Edson Borges, de 66 anos, protestaram contra a corrupção. Segundo eles, as fantasias representam as "acompanhantes de luxo" dos políticos.

"Nós somos aquelas amigas dos políticos, entende? As que trocam favores por cargos comissionados, viagens, roupas de luxo e presentes. Unimos o útil ao agradável e viemos protestar. Afinal, quem não gosta de curtir uma folia, não é mesmo?", questionaram.

Amigos se vestiram de Maria Lava-Jato em desfile do Pacotão, no Distrito Federal (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

Representando Frida Kahlo, pintora mexicana feminista, a designer Rita Aventurim, de 58 anos, conta que desfila desde os 12 anos em blocos de carnavais de Brasília. Segurando uma placa de "Procura-se meu marido político e safado", a moradora de Asa Norte diz que quis ousar com a fantasia.

"Na verdade não tenho marido. O Palito que está na placa sou eu. Sou divorciada, graças a Deus. Como esse bloco denuncia a política, fiz uma alusão aos políticos que são safados e roubam demais e aos homens infiéis que estão sempre atrás de mulheres."

Além das fantasias, os organizadores e foliões desfilaram com diversas faixas e cartazes com palavras de ordem e de repúdio à política brasileira. "Aluga-se triplex no Guarujá para o Carnaval. Tratar com Lula ou Mariza", dizia uma delas.

Consultor político, Bruno Guimarães, de 54 anos, diz que o Brasil precisa pedir com urgência o impeachment da presidente Dilma Rouseff (PT). Segundo ele, todo o cenário de poder no país precisa ser mudado.

Rita Aventurim, de 58 anos, se fantasiou de Frida Kahlo no Pacotão, bloco tradicional de Brasília (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

"O PT e os integrantes do Movimento Sem Terra precisam ser excluídos, retirados. Os brasileiros precisam ser conscientes, devem sair para protestar nas ruas. Infelizmente, em nosso país, a festa de Carnaval é todo dia, tudo é uma brincadeira. O comunismo cultural está instalado no Brasil desde a migração italiana. Sempre lutei e vou continuar lutando contra isso."

O engenheiro Leonardo Costa, de 70 anos, diz que, apesar de ser contra Dilma Rouseff, não acredita que o impeachment seja a melhor solução. "Ela [presidente Dilma] e o Lula devem sofrer e comer o pacote de sal sozinhos. Também acho que eles não podem ser presos, há consequências maiores do que isso. Eles devem sofrer calados e sozinhos."

A marchinha deste ano do Pacotão compara Michel Temer a Judas e critica as "barganhas" do Congresso Nacional. "Mixéu Mixê é aprendiz de Judas. Parece até que é michê do Conha.
O infiel quer 'impichar' a titular. Mixéu e Conha são dois sem vergonhas", diz um dos trechos (veja íntegra da marchinha abaixo).

Marcha do Pacotão 2016
"Mixéu Mixê é aprendiz de Judas.
Parece até que é michê do Conha.
O infiel quer “impichar” a titular.
Mixéu e Conha são dois sem vergonhas.
O infiel faz troca-troca e barganha.
Tá uma suruba no país medonha.
Mas Charles Preto comanda o Pacotão.
Essa suruba cheira a golpe de piranha!
Nessa suruba tem michê e tem ladrão!
Nessa suruba de michê eu não vou não!"

Confira a programação dos blocos

Carnaval de rua da Praça dos Prazeres
Data: 9, 12, 13 e 14 de fevereiro.
Local: comercial da 201/202 da Asa Norte.
Horário: 12h.

Bloco de Carnaval Engenhoca
Data: 9 de fevereiro.
Local: Eixão Sul, altura da quadra 206.
Horário: 14h.

Carnaval Popular da Vila Planalto
Data: 13 de fevereiro.
Local: praça Nelson Corso.
Horário: 15h.

G1

Falcão diz em artigo que há 'tentativa de linchamento moral' de Lula

08/02/2016 • 15:35
O presidente do PT Rui Falcão escreveu em artigo no site do partido que há no país uma "tentativa de linchamento moral" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Falcão, "nunca antes na história do país" um ex-presidente foi tão "caluniado, difamado, injuriado e atacado como o companheiro Lula".

Nos últimas dias o nome de Lula surgiu em meio a investigações na Justiça, o que gerou reação  dos aliados. Na semana passada, o delegado da Polícia Federal Marlon Cajado enviou ofício à Justiça Federal no qual explicou a necessidade de abrir um novo inquérito na Zelotes para apurar suposto envolvimento de “servidores públicos”, entre eles o ex-presidente Lula, no esquema de suspeita de venda de medidas provisórias investigado na operação.

No final de janeiro, Lula foi intimado a depor em investigação do Ministério Público de São Paulo sobre a transferência de prédios inacabados da Bancoop – cooperativa do sindicato dos bancários que se tornou insolvente – para outras empresas, entre elas a OAS, alvo da Operação Lava Jato. O MP-SP apura a suspeita de o ex-presidente Lula ter ocultado ser o dono de um triplex num desses prédios.

Nos dois casos, a defesa do ex-presidente Lula nega que ele tenha cometido irregularidades enquanto estava na Presidência ou omitido bens

Para Rui Falcão, a "tentativa de linchamento político e moral" se apoia em "denúncias sem provas", prática que, segundo ele, virou moda no país nos últimos meses.

"Valem as versões, não os fatos. O dever da prova não é mais de quem acusa, mas de quem é acusado, delatado, caluniado", escreveu Falcão.

"Por mais que as explicações desmintam a farsa ecoada pelos detratores de Lula, a mídia conservadora prossegue com o massacre de mentiras", continuou o presidente petista.

Falcão concluiu o texto chamando a militância do PT para se manifestar em favor do ex-presidente.

"É tarefa da militância e de quem tem compromissos com a democracia combater a escalada golpista e o cerco  criminoso ao Lula. Estou convencido, como já disse em recente inserção do PT na televisão, que, assim, mais uma vez a verdade triunfará sobre a mentira."

G1

Isolado, pecuarista amigo de Lula ataca 'caciques do PT'

07/02/2016 • 11:00
O pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, pôs um fim nas relações muito próximas que mantinha com o PT. Por meio de seus advogados, ele pediu ao juiz federal Sérgio Moro que libere seus bens - confiscados desde novembro, quando foi preso na Operação Passe Livre, desdobramento da Lava Jato. A defesa alega que todos os ativos que Bumlai amealhou "possuem origem comprovadamente lícita". Eles partem para o ataque a outros protagonistas do episódio que envolve um enigmático empréstimo milionário do próprio Bumlai realizado em outubro de 2004 no Banco Schahin e a contratação para operar o navio-sonda Vitória 10.000.

"Seria mais coerente impor a constrição aos corréus, os afagados e protegidos donos do Banco Schahin, aos caciques do PT ou ainda aos que compunham a Diretoria Internacional da Petrobras pois, se existe alguém que teve ganho patrimonial com a pouca-vergonha da contratação fraudulenta do tal navio-sonda, certamente não foi o peticionário (Bumlai)", afirmam os criminalistas Arnaldo Malheiros Filho, Daniella Meggiolaro, Conrado de Almeida Prado e Lyzie de Souza Andrade Perfi, defensores do amigo de Lula.

O ataque de Bumlai escancara o rompimento com o partido que seu amigo fundou no início dos anos 1980. Admirador de Lula, a quem conheceu em 2002, o pecuarista se prestou a fazer o empréstimo que o levou à prisão no dia 24 de novembro de 2015, sob acusação formal de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Isolado, na iminência de uma pesada condenação que o juiz da Lava Jato poderá lhe infligir, Bumlai foi para cima do PT.

A origem da acusação ao pecuarista é exatamente o empréstimo de R$ 12,17 milhões no Schahin, dinheiro que, segundo Bumlai, foi integralmente destinado ao PT. Na ocasião, afirmou, o partido de Lula atravessava dificuldades de caixa e necessitava de reforço para saldar dívidas de campanha.

Em troca do "socorro" financeiro ao PT, o Grupo Schahin foi contratado pela Petrobras, em 2009, ao preço de US$ 1,6 bilhão, sem licitação, para operar o navio-sonda, conforme as investigações. "Conquanto tenha admitido sua participação na tomada do empréstimo junto ao Banco Schahin, não restam dúvidas de que o montante de R$ 12.176.850,80 (doze milhões, cento e setenta e seis mil, oitocentos e cinquenta reais e oitenta centavos) foi repassado integralmente pela instituição financeira ao Partido dos Trabalhadores e utilizado posteriormente como moeda de troca para realização de negócio espúrio, uma bandalheira entre o Grupo Schahin e então dirigentes da Petrobras, ao qual o peticionário é totalmente alheio, não tendo disposto de nenhum centavo desse dinheiro nem tampouco usufruído dos proveitos obtidos com a contratação da operação da sonda Vitória 10.000", dizem Malheiros Filho e sua equipe.

Bloqueio

A reação de Bumlai ocorre apenas alguns dias depois que o juiz da Lava Jato, em 22 de janeiro, ampliando os efeitos da decisão de bloqueio de ativos financeiros em contas do pecuarista e de suas empresas, determinou o arresto de seus bens e de seus filhos visando à recuperação imediata do valor de R$ 56,63 milhões.

Segundo Moro, o confisco visava a "recuperar o produto dos crimes" e a "reparar o dano" deles decorrente, podendo recair sob seus familiares "porquanto presentes os indícios de confusão entre o patrimônio de José Carlos Bumlai com o de seus filhos e de que estes participaram objetivamente dos crimes em apuração".

Segundo os advogados de Bumlai, "em que pese já ter sido informada nos autos sua pretensão de oferecer um imóvel em substituição aos já bloqueados como garantia do valor pretendido, o requerente não pode deixar de consignar seu inconformismo com a constrição patrimonial determinada".

Os defensores do amigo de Lula fazem da ironia um argumento. "Se algum dos acusados possui 'capacidade econômica financeira' certamente são os donos do Grupo Schahin, que ainda se refestelam com proveitos do contrato de operação da sonda Vitória 10.000, tendo um deles, inclusive, informado a esse Juízo que passará o carnaval em Paris, que continua a ser uma festa... O que lhes falta em dignidade sobeja em bom gosto."

Bumlai atravessa pesadas dificuldades financeiras, dizem seus advogados. "A verdade, hoje mais propagada do que seria de seu agrado, é que a situação econômica de José Carlos Bumlai e das empresas de sua família já há algum tempo pode ser classificada como 'crítica'. Assim, o fato de 'o resultado do bloqueio' de valores em suas contas bancárias ter sido 'pífio', diferentemente do que equivocadamente suspeitam o Ministério Público Federal e esse Juízo, é apenas a comprovação de que o peticionário já não dispõe de recursos líquidos significativos", afirma a defesa.

Segundo a defesa, "outra prova da condição financeira precária de José Carlos Bumlai é que a grande maioria de seus bens, inclusive aqueles mencionados pelo Ministério Público Federal no pedido de bloqueio, já é objeto de garantia de dívidas com instituições financeiras e de outras obrigações". "Cabe registrar mais uma vez que não existe qualquer 'confusão' entre o patrimônio de Bumlai e de seus quatro filhos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Uol

Ministro da Saúde voltará à Câmara para ajudar a eleger Picciani

06/02/2016 • 10:35
O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani( RJ), pediu ajuda ao Palácio do Planalto para tentar se manter no cargo e vencer o colega de bancada Hugo Motta (PB), candidato da ala oposicionista do partido e apoiado pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (RJ). Picciani já acertou com o governo o retorno à Câmara do ministro da Saúde, Marcelo Castro (PMDB), que também é deputado pelo Piauí, especificamente para participar da eleição do novo líder, marcada para o dia 17. Após a votação, Castro voltará cargo na Esplanada para administrar outra grave crise, que afeta diretamente a vida dos brasileiros: a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pelo vírus Zika, pela febre chikungunya e pela dengue.



O retorno de Marcelo Castro à Câmara apenas para votar em Picciani já provocou reações entre deputados da ala oposicionista que trabalham para anular a manobra. Os dissidentes garantem que a volta temporária do ministro à Câmara vai carimbar como governista a candidatura de Picciani, além de oficializar o apoio do Planalto à recondução do atual líder, que é contra o impeachment.

No ano passado, antes de ser chamado para o ministério, Marcelo Castro teve desentendimento público com Eduardo Cunha. O piauiense foi destituído da relatoria da reforma política pelo presidente da Câmara porque seu parecer não contemplava medidas defendidas pelo parlamentar fluminense. Em entrevista ao Congresso em Foco, Castro chamou na ocasião Cunha de “autoritário” e “violento”.

Outros deputados do PMDB que apoiam Picciani também vão deixar seus postos em secretaria estaduais ou em prefeituras para voltar à Câmara e participar da eleição para líder. Um deles é o secretário de governo do município do Rio de Janeiro, Pedro Paulo. O outro é o secretário estadual de Esportes, Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador do Rio Sergio Cabral Filho. Esta manobra já foi feita em dezembro quando Pedro Paulo e Cabral passaram algumas horas na Câmara e garantiram o retorno de Picciani à liderança, após sua destituição por alguns dias.

Picciani pediu ao Planalto ajuda para garantir os votos das deputadas Elcione Barbalho, mãe do ministro chefe da Secretaria de Portos, Hélder Barbalho, e Simone Morgado, atual companheira do senador Jader Barbalho (PMDB-PA). O líder também se articula com o vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), para tentar garantir o voto da deputada Marinha Raupp (PMDB-RO), esposa dele. Picciani viajou nesta quinta-feira ao Tocantins em campanha pela liderança. Ele vai se encontrar com o governador Marcelo Miranda e com deputados federais para tentar garantir a permanência na liderança.


Regiaonoroeste.com

STF aprova lista tríplice para vaga de ministro substituto do TSE

05/02/2016 • 14:51
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na sessão desta quinta-feira (4), aprovou, por unanimidade, lista tríplice com os nomes dos advogados Tarcísio Viera de Carvalho Neto, Sérgio Banhos e Erick Wilson Pereira que será encaminhada à presidente da República. Um dos indicados será nomeado ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a vaga pertencente aos representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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O TSE é composto por sete ministros titulares, sendo três oriundos do STF, dois representantes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois da classe dos advogados. Cada ministro do TSE tem um substituto, que é oriundo da mesma classe do titular, seja do STF, do STJ ou dos advogados.

STF
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