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Tinder tenta derrubar app rival que promove sexo a três

25/05/2016 • 10:31
Um aplicativo que promove sexo a três ou em grupo entrou na mira do “Tinder”, app de relacionamento mais famoso do mundo. O serviço famoso acusa o “3nder” de ter um nome tão similar ao seu que chega a confundir potenciais usuários. Iniciada no fim do ano passado com um pedido extrajudicial, a briga chegou aos tribunais europeus em maio.

Indivíduos em cena íntima. Aplicativo que promove sexo a três entra na mira do Tinder. (Foto: Morten Smidt/Image Source/France Presse)

A cruzada do Tinder só foi revelada pelo fundador do 3nder, Dimo Tifonoy, nesta segunda-feira (23). Começou antes, em dezembro de 2015, quando o serviço já conectava interessados em sexo para encher uma cama há quase dois anos.

No ano passado, a Match.com, dona do Tinder, enviou uma carta dando 29 dias para o app sair do ar. Do contrário, entraria com ações legais. Os advogados argumentaram que o Tinder é dono da marca desde 2012 e tem os direitos sobre ela em toda União Europeia, seus países membro e nas nações que assinaram acordos de proteção à propriedade intelectual com o bloco europeu. Acusaram o app de competição desleal por criar serviço semelhante e ainda adotar um nome parecido.

Com 'match' e 'trans'
De fato, o 3nder tem funcionamento semelhante. Para pretendentes entabularem uma conversa, tem de haver uma afeição mútua –o “match”. O nome, dependendo da forma de falar, também tem sonoridade similar.

Os pontos comuns param por aí, já que, no 3nder, é possível participar sozinho ou como casal. As possibilidades de filtro também são menos caretas que as do Tinder, pois permitem buscar por: a) mulher; b) homem; c) casal de homem e mulher; d) casal de homens; e) casal de mulheres; f) transexual, transgênero e travesti --os termos escritos aqui os usados no app.

Em sua carta de resposta, enviada em janeiro de 2016, Trifonoy pontuou outras diferenças: o nome do app é uma fusão de “Three” (três) e “Friender” (nome que conecta amigos). Por isso, a pronúncia correta, segundo ele, seria “Three-ender”, já que ele é búlgaro, e não “Thrinder”, como alegado pelo Tinder.

Sem romance
Ele negou ainda uma possível inspiração no Tinder, já que desenvolve o 3nder nos últimos três anos. Outro ponto que afasta os dois serviços são seus propósitos.

“O 3nder foi inspirado pelo meu desejo de prover a primeira plataforma genuinamente aberta para pessoas explorarem sua sexualidade longe das convencionais pressões sociais”, argumenta. Para caracterizar o Tinder, ele citou o trecho dos papéis de abertura de capital na Bolsa da Match.com. Nele, a empresa informa que seu serviço foi “desenhado para aumentar as chances do usuários de encontrar uma conexão romântica”.

A explicação de Trifonoy não foi aceita, e o Tinder enviou outra carta no começo de maio avisando que entrou com um processo no tribunal de marcas da UE. Na última segunda, o búlgaro respondeu que o serviço continuaria no ar e passou a avisar seus usuários da investida do primo rico. Também promoveu a campanha #SuckMySocksTinder (“chupe minhas meias, Tinder”). Antes que você imagine algum fetiche, a hashtag foi criada em referência às fotos dos usuários do app que, para preservar sua identidade, preferem mostrar os pés do que o rosto.

G1

Portal AZ cria conta no Snapchat

24/05/2016 • 15:06
Da Redação do Portal AZ

Considerada a rede social do momento, o Portal AZ agora está no Snapchat. Pra quem não conhece, o Snapchat é um aplicativo de fotos e vídeos, onde o usuário grava seus vídeos, tira suas fotos, acrescenta textos, adiciona desenhos, escolhe o tempo que a imagem ou vídeo ficará no ar e compartilha em sua lista de amigos.
 


E buscando ficar mais próximo dos internautas, o Portal AZ lança no Snapchat o #BoletimAZ que diariamente trará as notícias do dia. A apresentação ficará por conta dos jornalistas do AZ. Bastidores, matérias, fotos, vídeos, tudo isso o leitor encontrará no Snapchat do Portal AZ.

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Facebook libera usuário para definir gênero além de masculino e feminino

23/05/2016 • 17:41
O Facebook permitirá que os usuários escolham, além dos gêneros masculino e feminino, definirem a si mesmos como andrógeno, transgênero e outras opções que somam mais de 50.

Sede em Menlo Park, na Califórnia, do Facebook, que liberou mudança nas configurações para que usuários definam gênero além do masculino e feminino. (Foto: Reprodução/Facebook)

A novidade foi anunciada nesta quinta-feira (13) por meio da página Facebook Diversity, voltada a ações da empresa sobre diversidade racial, de gênero, e valerá por enquanto, segundo o site, somente para quem usa a versão do site em inglês e nos Estados Unidos.

O site não informou quando a mudança de configuração será liberada para outras línguas.Testes do G1 mostram, porém, que não é preciso residir nos EUA. O requisito básico é usar a plataforam em inglês.

“Quando você acessa o Facebook para se conectar com pessoas, causas e organização com que se importa, nós queremos que você se sinta confortável sendo quem você realmente é", escreveu a rede social.

"Uma importante parte disso é a expressão do gênero, especialmente quando isso se estende além das definições de masculino e feminino. Por isso, hoje nós estamos orgulhosos de oferecer uma nova opção de customização de gênero para ajudar você a expressar melhorar sua própria identidade no Facebook”, completou.

Quem escolhe pelo gênero personalizável também pode selecionar de que forma vai ser tratado em público: no masculino (ele, seu), no feminino (ela, sua) ou de forma neutra (ele, dele).

Esse usuário poderá optar ainda a quem essa opção será exibida. “Nós reconhecemos que algumas pessoas enfrentam desafios ao compartilhar seu verdadeiro gênero com usuários e essa configuração permitirá a elas expressarem-se de uma forma única”, informou a rede social no comunicado.

Entre os mais de 50 gêneros que poderão ser escolhidos estão andrógeno, “trans”, “cisgênero”, “bigênero” e “agênero”.

O Facebook não é a primeira empresa de tecnologia a apoiar a causa LGBT. Quando as Olimpíadas de Inverno de Sochi começaram, o Google criou um “doodle” com as cores da bandeira LGBT para questionar as legislações restrititivas sobre o tema na Rússia, país que sedia a competição.

Além disso, o Google também já participa de paradas Gay ao redor do mundo, como a de São Paulo e a de San Francisco.

G1

Lenovo mostra Motorola Razr em vídeo às vésperas de lançamento

23/05/2016 • 14:25
O mundo já sentiu o gosto de uma voltinha ao passado após a Nokiaanunciar sua volta ao mundo dos smartphone tem mais um motivo para permanecer com essa sensação. A Motorola Mobility, empresa comprada pela chinesa Lenovo, lançará um aparelho em 9 de junho, e apresentou o evento com um vídeo que lembra a mania do Motorola Razr, linha de celular do tipo flip que decolou no começo dos anos 2000.

Motorola Razr é mostrado em vídeo da Lenovo para próximo evento de lançamento. (Foto: Reprodução/YouTube)

Em um vídeo publicado em sua conta no YouTube, a Motorola mostra uma cena de escolas norte-americanos, situada no fim dos anos 90. Estão lá alguns estereótipos da época: o emo, o roqueiro cabeludo e o toque “Hello, Moto”. Na mão de todos os personagens, um aparelho parecido com o Moto Razr V3.

Lançado em 2004, o celular que abria e fechava foi o sonho de consumo de quem gostava ou não de tecnologia até o surgimento do iPhone, em 2008. Após smartphone da Apple, a própria linha Razr foi adaptada para o mundo das telas inteligentes e a inexistência de teclados físicos.

Depois disso, a própria Motorola foi perdendo espaço. Vendeu sua área de celulares para o Google em agosto de 2011 por US$ 12,5 bilhões. Em 2014, a empresa norte-americana vendeu essa área para a Lenovo por US$ 3 bilhões.

O mistério sobre se a Lenovo pretende fazer uma homenagem ao legado da Motorola ou reeditar um sucesso do passado será desfeito apenas durante o Lenovo Tech World, que será realizado em San Francisco, no começo de junho.

G1

Windows e BlackBerry rodam em 1% dos smartphones vendidos no mundo

23/05/2016 • 14:11
Windows e BlackBerry estão presentes em menos de 1% dos smartphones vendidos no mundo durante o primeiro trimestre de 2016, segundo relatório da consultoria Gartner sobre smartphones. No período, o Android ampliou sua participação, enquanto o iOS perdeu espaço.

Lumia 630 (Foto: Gustavo Petró/G1)

Dentre os 349 milhões de smartphones comercializados entre janeiro e março de 2016, 0,7% rodavam o sistema Windows e 0,2%, o BlackBerry. No mesmo trimestre de 2015, a participação deles era maior, de 2,5% e 0,4%, respectivamente.

O encolhimento das duas plataformas ocorreu enquanto o total de vendas avançou 3,9% entre um período e outro. O trimestre foi marcado pela primeira queda nas vendas de iPhone, o que fez a participação do iOS, sistema da Apple para aparelhos móveis, recuar de 17,9% do mercado para 14,8%.

Enquanto os sistemas da Microsoft, Apple e BlackBerry recuaram, o Android, do Google, foi o único dentre os grandes que avançou. Chegou a 84,1% dos celulares inteligentes vendidos nos três primeiros meses do ano – era de 78,8%, em 2015.

Isso ocorreu, segundo o Gartner, apesar do recuo nas vendas da Samsung (de 24% para 23%), e graças à expansão da Huawei (de 5,4% para 8,3%) e da Oppo (de 2% para 4,6%).

“Apesar do avanço da plataforma Android e de sua dominância em participação de mercado, os desafios de lucratividade permanecem para um grande número de empresas que usam o Android”, afirma Anshul Gupta, diretor da Gartner, em nota.

G1
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