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#RIPTwitter: nova timeline estilo Facebook irrita usuários e 'mata' rede

06/02/2016 • 16:50
O Twitter vai mudar sua timeline para ficar mais parecido com o Facebook. Ao menos seria esse o plano, divulgado nesta semana, e que está deixando os usuários mais fiéis do microblog irritados. A hashtag #RIPTwitter, anunciando a "morte" do serviço, virou trending topic neste sábado, 6/2. Mas, afinal, o que deve acontecer com o Twitter?

Nova timeline do Twitter com opção para ver a "antiga" (Foto: Reprodução)

De acordo com informações reveladas nos últimos dias, a rede social testou e aprovou o novo algoritmo que vai regular absolutamente tudo o que aparece na sua timeline. Isso deixaria a o Twitter bem parecido com o Facebook - que usa o famoso Edgerank para mostrar aos usuários apenas as atualizações que considera relevante.

Atualmente, o Twitter mostra os posts na ordem cronológica, do mais recente ao mais antigo (salvo, é claro, publicidade e o box "enquanto você esteve fora"). Assim, você consegue ver praticamente tudo o que foi postado, na hora em que foi postado.

Para você ter uma noção de como o serviço deve ficar, preste atenção ao box mencionado acima ("enquanto você esteve fora"), ou então, na tela de busca, clicando na aba "top". A função "highlights" também é uma excelente forma de ter um preview do algoritmo.

Com a mudança, o Twitter quer conquistar novos usuários, voltar a ser relevante, conseguir maior conversão (leia-se cliques em posts) e esboçar alguma reação contra a rede de Mark Zuckerberg, sua maior rival.

Vale lembrar que um dos problemas clássicos do Twitter é, sem dúvida, o excesso de posts: o que realmente é relevante, e tem maior possibilidade de render um clique, se perde em meio a dezenas, centenas e por vezes milhares, de posts por minuto.

Aparentemente, o Twitter vai ter a timeline-Facebook como padrão. Mas também deve ser liberada uma opção para a velha versão, a "cronológica". Alias, assim como o Facebook, que também tem uma opção similar - que pode ser ativada na barra à esquerda da tela, ao clicar em "feed de notícias" e depois, escolher "mais recentes", em vez de "principais histórias". Mas, ainda assim, o algoritmo escolhe o que você irá ver.

Ainda assim, os usuários mais ativos do Twitter tendem a reclamar da inovação, enquanto os menos engajados tendem a aceitar melhor - e ficarem mais felizes com o novo sistema. Mas, enquanto o mistério sobre a mudança permanece, seus próprios usuários já decretaram sua morte, com o #RIPTwitter.


Fonte: TECH TUDO

Google vai pagar £ 130 milhões de impostos atrasados no Reino Unido

23/01/2016 • 12:38
 O grupo americano Google pagará £ 130 milhões (US$ 185 milhões) em impostos atrasados no Reino Unido, após uma investigação britânica sobre artifícios fiscais, anunciou uma porta-voz da empresa.

Ved comprou domínio do Google por um minuto  (Foto: Thinkstock)

"Chegamos a um acordo com o HMRC (serviço britânico de impostos e alfândega) sobre um novo plano para nossos impostos no Reino Unido e vamos 130 milhões de libras para cobrir os juros desde 2005", disse a porta-voz.

A decisão foi anunciada após uma investigação de 6 anos do fisco britânico, em resposta à polêmica sobre os poucos impostos pagos pelas multinacionais que operam no Reino Unido e têm sede em outro país.

Em uma mensagem no Twitter, o ministro britânico das Finanças, George Osborne, comemorou neste sábado o acordo: "o valor dos impostos do #Google é uma vitória na ação que iniciamos (...) Agora, esperamos que outras empresas paguem sua parte".

"Queremos que as empresas triunfem no Reino Unido, mas têm que pagar seus impostos", completou em uma segunda mensagem.

Google é uma das multinacionais do setor de alta tecnologia vigiadas pelas autoridades europeias por suas práticas de "otimização" fiscal.


Fonte: G1

Uber testará serviço de transporte em helicópteros com Airbus

18/01/2016 • 09:10
 A Airbus, fabricante europeia de aviões, anunciou nesse domingo (17) nque pretende quer testar junto ao aplicativo americano Uber um sistema de transporte em helicóptero sob demanda.

O novo centro de inovação tecnológica e comercial A3, da Airbus, instalado no Vale do Silício, "colabora com o provedor de soluções em mobilidade terrestre Uber em um mercado piloto para propor transporte sob demanda em helicópteros H125 e H130 do Airbus Group", afirmou em  comunicado.

O objetivo é "demonstrar a viabilidade de um novo modelo de negócio para os operadores de helicópteros que queiram ter acesso a uma base de clientes mais ampla", acrescenta o texto.

Por sua vez, a Airbus anunciou que seu fundo de capital-risco, Airbus Ventures, que começou a operar no início de 2015, dotado com US$ 150 milhões, lançou oficialmente suas atividades com um projeto aeroespacial na Alemanha junto à empresa americana Local Motors.


Fonte: G1

Spotify sofre processo de US$ 150 milhões por direitos autorais

29/12/2015 • 16:32
O líder das bandas alternativas Cracker e Camper Van Beethoven, David Lowery, abriu um processo de US$ 150 milhões (cerca de R$ 581,5 milhões) contra o Spotify, alegando que o líder do setor do streaming reproduziu músicas protegidas pelos direitos autorais.

Serviço de streaming de música Spotify. (Foto: Divulgação/Spotify)

O artista pediu a um juiz americano que aceite um ação judicial coletiva em nome de "centenas ou milhares" de potenciais demandantes que ele acredita que foram afetados pelas práticas da companhia.

A ação, apresentada na última segunda-feira (28) a um tribunal federal em Los Angeles, acusa o gigante do streaming de ignorar os chamados "direitos mecânicos".

Lowery, que é formado em Matemática e professor na universidade da Geórgia, acusou o Spotify de copiar e distribuir sem permissão em seu serviço online composições sem informar aos titulares dos direitos de autor.

Lowery mencionou quatro canções de Camper Van Beethoven e Cracker que foram usadas sem autorização e distribuídos entre os mais de 75 milhões de usuários do Spotify.

A companhia diz que respeita as leis de direitos autorais e que tem acordos com gravadoras e com grupos que defendem direitos dos compositores.

G1

Falha no PlayStation 4 pode abrir caminho para desbloqueio do console

14/12/2015 • 13:33
Games de PlayStation 4 serão traduzidos para o português quando o aparelho for vendido no BrasilGames de PlayStation 4 serão traduzidos para o português quando o aparelho for vendido no Brasil
Um programador que se identifica como "CTurt" revelou no Twitter que conseguiu elevar uma brecha no navegador do PlayStation 4 e chegar até o kernel - o coração do sistema. A façanha permitiu a ele realizar um procedimento chamado de despejo de memória (RAM dump), um passo necessário para melhor entender o funcionamento da plataforma.

O avanço, segundo o próprio CTurt, pode levar ao desbloqueio, ou "jailbreak", do PS4. Um console desbloqueado poderia executar programas não autorizados pela Sony, como jogos caseiros ("homebrews") e emuladores. Para isso, porém, é necessário criar um programa para o carregamento desses programas (o "loader") e isso ainda não foi feito. Ainda não se sabe isso é viável e, mesmo se for, pode levar meses.

A oferta de desbloqueio, muitas vezes combinada com a promessa de executar jogos piratas, é uma isca comum para fraudes na internet. Donos de PS4 devem ter cuidado ao baixar programas que supostamente realizam o jailbreak no console: embora técnica esteja em desenvolvimento, ainda não existe um software para desbloqueio do PS4.

Técnica está restrita a consoles desatualizados
Segundo o site "Wololo", especializado em hacking e desbloqueio de consoles, a brecha foi confirmada por outros entusiastas e hackers do PlayStation 4. Também se sabe que ela não existe nas versões mais recentes do sistema do console. Tudo indica que a última versão vulnerável foi a 1.76, enquanto a versão mais recente do firmware do PS4 é a 3.11.

Isso significa que, mesmo que a técnica avance e consiga desbloquear o console na versão 1.76, dificilmente quem usa um PS4 normalmente poderá tirar proveito da descoberta: não é possível "voltar" para uma versão mais antiga em um console atualizado.

No entanto, ainda conforme o "Wololo", a exploração dessa vulnerabilidade pode permitir a coleta de muitas informações sobre os bastidores do funcionamento do sistema do PlayStation 4. Com isso, novas brechas - que talvez existam também nas versões mais recentes - podem ser descobertas.

Pirataria já existe no console
O desbloqueio não é a mesma coisa que a possibilidade rodar jogos piratas no videogame. Embora piratas possam se aproveitar do desbloqueio, é possível que exista desbloqueio sem pirataria e vice-versa. Segundo o "Wololo", a pirataria e o desbloqueio são normalmente desenvolvidos por indivíduos diferentes.

Na verdade, a pirataria em si já é uma realidade no PlayStation 4. Algumas lojas brasileiras oferecem consoles de PlayStation 4 "clonados" com jogos previamente autorizados. Isso permite o uso de cópias ilícitas dos games, mas não viabiliza o uso de emuladores e outros aplicativos que não têm autorização da Sony para funcionar no PS4, como um desbloqueio.

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