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Japão planeja primeiro trem 'invisível' do mundo para 2018

21/04/2016 • 17:55
 Famoso pela extensa malha ferroviária e pela alta tecnologia neste tipo de transporte, como o trem-bala, o Japão ganhará agora o primeiro trem "invisível" do mundo.

Novidade está prevista para entrar em funcionamento a partir de 2018 e faz parte das comemorações de 100 anos da empresa ferroviária Seibu Railway. (Foto: Kazuyo Sejima and Associates/BBC)

Projetado pela premiada arquiteta japonesa Kazuyo Sejima, a novidade está prevista para entrar em funcionamento a partir de 2018 e faz parte das comemorações de 100 anos da empresa ferroviária Seibu Railway.

Esta será a primeira incursão da arquiteta na concepção de um trem. "A maior diferença com a arquitetura padrão é que o trem é capaz de percorrer uma variedade de locais", disse Sejima em um comunicado enviado à BBC Brasil.

"O trem expresso (da linha Seibu) passa por cenários variados, das montanhas de Chichibu ao centro de Tóquio, então pensei que seria bom se ele pudesse gentilmente coexistir com esta variedade de paisagens", explicou.

O modelo imaginado por Kazuyo será revestido de materiais super-refletores e transparentes, permitindo que o comboio se encaixe de forma harmoniosa na paisagem urbana ou rural.

A locomotiva, segundo o protótipo divulgado para a imprensa, terá um formato arredondado, muito parecido com uma bala de revólver.

Interior
Mas não é somente a aparência externa que a arquiteta quer revolucionar. Ela diz estar desenvolvendo um interior muito diferente do que existe hoje no sistema ferroviário.

"Também gostaria que fosse um trem no qual um grande número de pessoas pudessem relaxar com conforto, da sua própria maneira, como se estivessem em uma sala de estar", sugeriu a japonesa. "Assim eles poderiam pensar: 'Não vejo a hora de subir nesse trem de novo'."

Ao todo, serão sete trens com oito vagões cada que passarão pela remodelação.

Para chegar ao conceito, Kazuyo formou uma equipe, composta principalmente de funcionários mais jovens de Seibu Railway e de outras empresas do Grupo Seibu, da qual ouviu ideias e coletou informações.

Partindo do ponto de vista do usuário, a arquiteta resolveu projetar então um trem "nunca visto antes".
Kazuyo Sejima é conhecida por seus desenhos minimalistas e modernos, que incorporam superfícies brilhantes, como metais e vidros (Foto: Aiko Suzuki/BBC)
Kazuyo Sejima é conhecida por seus desenhos minimalistas e modernos, que incorporam superfícies brilhantes, como metais e vidros (Foto: Aiko Suzuki/BBC)

Arquiteta premiada
Kazuyo Sejima é conhecida por seus desenhos minimalistas e modernos, que incorporam superfícies brilhantes, como metais e vidros.

A superfície reflexiva que ela pensa em implantar nos trens da Seibu, por exemplo, já foi utilizada por ela anteriormente em edifícios, como o Museu Louvre-Lens, na França.

A japonesa, junto com seu sócio na empresa de arquitetura SANAA, Ryue Nishizawa, foi ganhadora do prêmio Pritzker, considerado o Nobel da arquitetura.

Entre os diversos trabalhos de destaque da dupla estão o Novo Museu de Arte Contemporânea de Nova Iorque; o Pavilhão Serpentine, em Londres; o Centro Rolex de Ensino Experimental, em Lausanne, na Suíça; e o prédio da Christian Dior em Tóquio.


Fonte: G1

Google expande programa para acelerar páginas de notícias

21/04/2016 • 17:40
 O Google anunciou nesta quarta-feira (20) a expansão do programa que distribui versões mais ágeis de notícias em smartphones e outros dispositivos.

O projeto Accelerated Mobile Pages (AMP), que pretende transformar o Google no elemento-chave da distribuição de notícias e desafiar concorrentes como Facebook e Twitter, começou a ser implementado no começo deste ano.

O programa chegou a todas as plataformas do Google, inclusive seu aplicativo Google News para iOS, da Apple, e aos sistemas Android.

"Nos poucos meses que passaram desde que começou o AMP, milhares de editores adotaram este novo formato e publicam regularmente versões AMP de seu conteúdo", disse Maricia Scott, diretora da Google News, em seu post.

Assim como os "Instant Articles" do Facebook, supõe-se que o projeto do Google melhorará a experiência dos novos leitores a permitir baixar mais rapidamente páginas os dispositivos móveis que muitos sites de notícias.

"Nossas provas demonstraram que os documentos AMP diminuem em média quatro vezes mais rápido e empregam 10 vezes menos dados que seus equivalentes no AMPed", disse Scott.


Fonte: G1

Pesquisadores criam robôs usando impressoras 3D

21/04/2016 • 14:00
Pesquisadores dos EUA desenvolveram uma nova técnica para construir robôs: usando impressoras 3D.

O trabalho foi realizado pelo departamento de Ciência da Computação do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e pelo Laboratório de Inteligência Artificial da instituição.


A construção do robô envolve a impressão de materiais sólidos e líquidos ao mesmo tempo.

Os engenheiros acreditam que esse método poderia um dia ser usado por organizações médicas para criar robôs socorristas e usá-los em ambientes perigosos.


G1

Moto G 3 ou Zenfone 2: descubra qual Android tem ficha técnica mais potente

25/03/2016 • 08:55
O Moto G 3 e o Zenfone 2 são dois celulares Dual SIM de sucesso no Brasil. Mesmo depois de quase um ano de lançamento, os smartphones trazem especificações potentes e preços atraentes. Na versão de 16 GB de armazenamento, o telefone da Motorola tem valor de R$ 1.159, enquanto o celular da Asus pode ser encontrado por R$ 1.499 com o mesmo espaço interno.

Moto G 3 ou Zenfone 2: confira quem vence o comparativo (Foto: Arte/TechTudo)

Com Android Lollipop, os aparelhos têm desempenho eficiente e câmeras traseiras boas, ambas com 12 MP de resolução. Quer saber qual modelo é melhor para comprar? Confira o comparativo de especificações técnicas do Moto G 3 e do Zenfone 2.

Design

O design do Zenfone 2 deixa a desejar. O celular até tem traseira com material que lembra alumínio, nas cores branco, preto, vermelho, cinza e dourado - o que deixa o visual sofisticado, mas, ainda assim, o tamanho e formato quadrado decepcionam. Com largura de 77 mm e peso de 170 g, a pegada é difícil, e usar o smartphone da Asus pode ser menos agradável do que o esperado.

A Motorola apostou na direção oposta e trouxe um visual descontraído para a terceira edição da linha Moto G. A possibilidade de personalização pelo serviço Moto Maker, que permite combinar várias cores na traseira, agradou em cheio, mesmo com a traseira em relevo, que pode acumular sujeira.

Com isso, o Moto G 3 vence por proporcionar uma pegada mais agradável, o que acontece também graças à largura menor, de 72,4 mm. Outro aspecto importante é que o celular conta com o certificado IPX7, uma proteção contra a água, ficando submerso por até 30 minutos a um metro de profundidade.

Tela

Não há muito espaço para dúvidas neste quesito, afinal o smartphone da Asus ganha com facilidade. O Moto G 3 tem uma boa tela IPS, com 5" HD (720 x 1280 pixels) e densidade de 294 ppi. No entanto, o display IPS do Zenfone 2 é superior, e não só pelas 5,5 polegadas de tamanho, mas também pela resolução Full HD (1080 x 1920 pixels), com a ótima densidade de pixels por polegada de 401 ppi. Quanto à proteção do vidro, tanto um quanto outro trazem o Gorilla Glass 3.

Configurações: Zenfone 2

O Moto G 3 Geração traz processador quad-core Snapdragon 410, de 1,4 GHz e GPU Adreno de 306 de 400 MHz. A versão de 8 GB de espaço interno tem 1 GB de memória RAM, enquanto a de 16 GB de armazenamento conta com memória RAM de 2 GB. Os dois modelos, porém, têm suporte a cartão SD de até 32 GB. O hardware é bom, mas, como já foi apontado no review do TechTudo, não impressiona. A ficha técnica do telefone é parecida com as de outros intermediários.

Já o Zenfone 2 traz como diferencial a memória RAM de 4 GB, disponível tanto para a versão de 16 GB quanto para a de 32 GB de espaço. A diferença entre as duas versões do celular da Asus é que o modelo mais simples conta com um Intel Atom quad-core Z3560 de 1,8 GHz, enquanto o aparelho de 32 GB tem processador Intel Atom quad-core Z3580, de 2,3 GHz. Com isso, as duas opções têm capacidade de processamento superior à do Moto G 3. Para completar, o slot para microSD suporta cartões de até 64 GB, o dobro do concorrente. Por essa razão, o Zenfone 2 sai vitorioso quando o assunto é desempenho.

Câmera

Neste ponto, os smartphones são praticamente idênticos. A câmera principal do Zenfone 2 e do Moto G 3 tem 13 MP de resolução, abertura de f/2.0, flash LED duplo e grava vídeos Full HD (1080p) a 30 quadros por segundo (FPS).

Há certa diferença apenas quanto à câmera frontal. O sensor secundário do Zenfone tem 5 MP e abertura de f/2.0, enquanto o do Moto G 3 tem a mesma resolução e lente de f/2.2. A abertura menor seria uma desvantagem para o modelo da Motorola, mas isso é compensado com o recurso de flash da tela e o HDR automático.

Sistema operacional

A escolha do melhor sistema operacional é muito de acordo com o gosto do usuário. O Moto G 2015 vem com Android 5.1.1 (Lollipop) e já começou a receber atualização para o Android 6.0 (Marshmallow). O Zenfone 2, por sua vez, sai de fábrica com Android 5.0 e vai começar a receber o update para o Android Marshmallow em abril de 2016.

A diferença pode ser significativa, mas não chega a representar uma grande vantagem para o celular da Motorola. A diferença está mesmo na personalização, afinal o Moto G 3 tem um Android quase puro, ou seja, livre de modificações, o que sempre foi elogiado nos smartphones da série G.

A Asus, enquanto isso, tem interface própria, a ZenUI 2.0. A modificação exige mais do hardware e oferece uma lista de apps pré-instalados. Em compensação, esses aplicativos podem ser desinstalados, e há funcionalidades extras interessantes.

Bateria

A bateria do Zenfone 2 tem capacidade de 3.000 mAh e a do Moto G 3, 2.470 mAh. Na prática, as duas apresentam duração média de um dia, considerando um uso moderado. Como a tela do Zenfone 2 é maior, a capacidade de carga superior deve ser suficiente para equilibrar o tempo de duração, em relação ao concorrente.

Ainda assim, entregar a mesma autonomia de bateria com um hardware mais exigente é um ponto positivo para o celular da Asus. Para completar, o modelo de 32 GB do smartphone vem acompanhado do carregador BoostMaster, que dá 60% da carga do Zenfone 2 em 39 minutos.

Preço e disponibilidade: Moto G

Na loja oficial da Motorola, o preço atual do Moto G 3 é de R$ 949 para a versão de 8 GB; R$ 1.159 para a de 16 GB sem TV digital (Colors); R$ 1.219 para a de 16 GB com TV (Colors HDTV); e R$ 1.329 para a versão Music, que acompanha o fone de ouvido Bluetooth Moto Pulse. A loja da Asus vende o Zenfone 2 de 16 GB por R$ 1.499 e o de 32 GB por R$ 1.799. Com isso, o preço mais alto cobrado pela Motorola ainda é mais barato que o modelo mais simples da Asus.

Vale ressalvar que o telefone da Asus tem maior queda de preço do que o Moto G no varejo nacional. É possível encontrar o Zenfone 2 de 32 GB em lojas por R$ 1.499 – ou seja, R$ 300 a menos do que no site oficial. Para efeitos de comparação, o Moto G 3 mais barato online custa R$ 899, apenas R$ 50 a menos do que na página oficial.

No entanto, o Moto G é encontrado em um maior número de lojas virtuais, embora o Zenfone 2 também não seja tão difícil assim de ser encontrado. Com isso, ao considerar estritamente preço e disponibilidade, é possível afirmar que o Moto G da 3ª geração sai à frente do concorrente.

Conclusão

O primeiro celular do mundo a ganhar a memória RAM de 4 GB, o Zenfone 2 tem hardware bem mais potente que o concorrente. As especificações superiores justificam a vitória no comparativo, por combinar características de intermediário com ficha técnica de top de linha. O aparelho da Asus pode até ter preço mais alto, mas, ainda assim, tem custo-benefício maior que muitos concorrentes de características parecidas.

O Moto G 3 mantém a marca de oferecer bom hardware por menos de R$ 1 mil. Portanto, a decisão final da compra vai depender do bolso de cada consumidor. Quem não está disposto a pagar a mais que isso vai encontrar no Moto G 2015 uma boa opção de compra. Porém, para quem tem um pouco mais, vale a pena investir no rival taiwanês.


Fonte: G1

Descubra mitos e verdades sobre baterias e carregadores

19/03/2016 • 16:15
A bateria do celular, notebook, câmera ou tablet pode ser um dos pontos mais preocupantes para alguns usuários que usam muito estes tipos de aparelhos. Algumas histórias apontam que os carregadores podem prejudicar as cargas, ou até mesmo causar explosões dos dispositivos. Mas será que tudo que falam é verdade?

Nova tecnologia promete bateria de alto desempenho (Luciana Maline/TechTudo) (Foto: Nova tecnologia promete bateria de alto desempenho (Luciana Maline/TechTudo))

Confira 15 mitos e verdades sobre baterias e carregadores e aproveite para descobrir se colocar uma bateria na geladeira para aumentar a potência realmente funciona.

1. Carregadores universais estragam a bateria

MITO: Esse ponto é mentira em partes. Alguns carregadores podem apresentar corrente maior do que a suportada pelo celular ou notebook, podendo superaquecer a bateria. No entanto, se os números forem iguais, como mostra este tutorial, não há problema.

2. Bateria carrega mais rápido no modo avião

VERDADE: Ao colocar o aparelho no modo avião, a rede é desligada. Assim, o aparelho faz o mínimo de esforço, sem precisar gastar com aplicativos, Wi-Fi ou 3G.

3. Aparelhos carregam mais rápido em tomadas de 220V

MITO: O carregamento rápido depende da potência do carregador. Assim como 220V não gasta mais energia, a voltagem maior também não influencia no tempo de recarga dos aparelhos.

4. Baterias atuais não viciam

VERDADE: As baterias atuais de celulares, notebooks e câmeras são de íons de lítio (Li-Ion). A tecnologia impede o vício e acaba com o antigo problema de “memória de carregamento”. Antes, as baterias de níquel-cádmio possuíam o efeito memória e precisavam de mais carga antes mesmo que a energia armazenada chegasse ao fim.

5. É errado deixar o aparelho carregando a noite toda

MITO: Deixar o smartphone ou computador plugado na tomada depois de carregado completamente não compromete o funcionamento nem do carregador nem do aparelho. Os novos acessórios são programados para encerrar o trabalho quando chega em 100%. O único problema pode ser o gasto de energia, que continua.

6. Carregador consome energia por estar plugado na tomada sem o aparelho

VERDADE: O carregador gasta energia só por estar conectado à tomada por conta do circuito interno. No entanto, o gasto é bem menor do que quando o aparelho está ligado. Alguns projetos já testam uma tecnologia de carregadores para não consumir energia ao identificar que o aparelho não está conectado.

7. Carregadores portáteis colocam bateria em risco

MITO: Como na maioria dos casos, o uso de carregadores falsos pode provocar problemas na bateria. Caso o carregador portátil seja original, o único detalhe é que irá carregar o aparelho mais lentamente, por ter uma potência menor do que um conectado na tomada.

8. É errado usar o celular enquanto estiver carregando

MITO: Assim como no tópico anterior, caso o carregador seja original o usuário não corre riscos. Caso alguma fabricante indique utilizar o aparelho a partir de determinada porcentagem muito provavelmente é pelo funcionamento do dispositivo, e não por perigo de acidente.

9. Bateria na geladeira ajuda a recuperar a potência

MITO: Ao colocar uma bateria na geladeira a carga pode ser preservada, mas a potência não irá mudar. Provavelmente essa história surgiu do fato de que o calor está ligado diretamente ao gasto da bateria, maior quando está quente e menor quando está frio. Apesar disso, os fabricantes indicam deixar os aparelhos mais novos em temperatura ambiente.

10. É preciso zerar a bateria para carregar novamente

MITO: Com as baterias de íon os usuários podem recarregar seus aparelhos quando acharem necessário. Alguns fabricantes indicam até mesmo evitar o ciclo completo, de 0 a 100%, em todas as recargas para evitar um desgaste acelerado das substâncias químicas.

11. Aparelho não pode ser guardado completamente sem carga

VERDADE: As fabricantes indicam deixar os aparelhos carregados em pelo menos 50% quando for guardar por muito tempo. Ao parar de usar o dispositivo totalmente descarregado a bateria pode entrar em modo de descarga intensa, prejudicando o armazenamento. Se for guardado com carga cheia, a bateria pode perder parte da capacidade.

12. É errado retirar a bateria do notebook quando estiver ligado à tomada

MITO: Essa prática de muitos usuários provavelmente começou quando as baterias poderiam ficar viciadas, assim evitando um gasto desnecessário quando plugadas na energia. No entanto, as fabricantes afirmam que a prática depende do gosto de cada cliente e que não existe nenhum risco ou recomendação para isso.

13. Usar carregador veicular prejudica a bateria

VERDADE: A carga da bateria é prejudicada pelo calor. Assim, como o carregador veicular fica muito próximo ao motor do carro, pode esquentar com mais facilidade, prejudicando a capacidade de retenção.

14. É preciso dar carga de 8 horas antes de ligar celular pela primeira vez

MITO: Como já tratado, os celulares de antigamente tinham o “efeito memória”. No caso, se um celular fosse utilizado pelo primeira vez antes de receber uma carga completa de 8 horas, ficaria com a bateria viciada. Hoje essa prática não é mais necessária.

15. Vibracall, Wi-Fi e Roaming consomem bateria

VERDADE: As três funções consomem uma carga considerável, seja pelo esforço que causam no aparelho ou pelo pequeno motor do vibracall. No entanto, nenhum dos recursos prejudica a bateria e podem ser utilizados sem problemas.


Fonte: TECH TUDO
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