O cinismo sem limites, parte II

Além do deputado Vicente Candido-PT-SP, tentando escarnecer a população brasileira, ao incluir na reforma eleitoral a ser apresentada brevemente ao Congresso Nacional, a dilatação dos atuais 15 dias para oito meses- da imunidade que dispõem de não serem presos, senão em flagrante delito-  candidatos a cargos eletivos nas eleições do próximo ano, outro político que seguiu na mesma linha de descaramento do deputado petista, foi o senador Aécio Neves do PSDB-MG.

Logo após a derrota na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos deputados na última sexta-feira, do relatório elaborado pelo deputado Sergio Zweiter do PMDB do Rio de Janeiro, onde a admissibilidade do prosseguimento do pedido de investigação por crime de corrupção passiva do presidente Michel Temer era defendido, o senador Aécio Neves declarou à imprensa, que só tomou conhecimento do relatório alternativo acolhido pela maioria da CCJ, do deputado Paulo Abi-Ackel, quando da leitura do mesmo no plenário da comissão.

É muito cinismo, já que esse relatório vitorioso defendido por Paulo AbI-Ackel, foi feito sob inspiração e determinaçao do senador Aécio Neves, presidente de fato e de direito do PSDB

Haja cinismo.