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Práticas autocompositivas de solução de conflitos tornam o Judiciário mais célere, afirma Juliana Paz

A advogada Juliana Paz, integrante da Associação Jurídica e Social do Piauí (Ajuspi), esteve nesta terça-feira (09/07) concedendo entrevista na Rádio Pioneira de Teresina. Na oportunidade, ela conversou com a apresentadora Luíza Gonçalves, do programa "A Cidade em Movimento" e falou sobre a Justiça Restaurativa, Mediação, Conciliação, Constelação Familiar e demais práticas autocompositivas de resolução de conflitos.

Segundo Juliana Paz, estas técnicas compõem novas maneiras de se encarar o conflito, permitindo que se chegue a uma solução mais rápida, com ambas as partes saindo satisfeitas.

"São práticas muito importantes, tendo em vista que nosso judiciário se encontra com inúmeros processos. Assim, estas técnicas significam um avanço do judiciário, com a resolução dos conflitos paralelos ao processo ou mesmo antes do início. São formas que envolvem amplo conhecimento, de modo que as partes saem contempladas do litígio. São técnicas sistêmicas que melhoram a solução dos conflitos e a sociedade ganha com isso", afirmou Juliana Paz.

A advogada Juliana Paz, integrante da Associação Jurídica e Social do Piauí (Ajuspi), esteve nesta terça-feira (09/07) concedendo entrevista na Rádio Pioneira de Teresina. Na oportunidade, ela conversou com a apresentadora Luíza Gonçalves, do programa "A Cidade em Movimento" e falou sobre a Justiça Restaurativa, Mediação, Conciliação, Constelação Familiar e demais práticas autocompositivas de resolução de conflitos.

Segundo Juliana Paz, estas técnicas compõem novas maneiras de se encarar o conflito, permitindo que se chegue a uma solução mais rápida, com ambas as partes saindo satisfeitas.

"São práticas muito importantes, tendo em vista que nosso judiciário se encontra com inúmeros processos. Assim, estas técnicas significam um avanço do judiciário, com a resolução dos conflitos paralelos ao processo ou mesmo antes do início. São formas que envolvem amplo conhecimento, de modo que as partes saem contempladas do litígio. São técnicas sistêmicas que melhoram a solução dos conflitos e a sociedade ganha com isso", afirmou Juliana Paz.

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