1. Blogs
  2. Ajuspi
  3. Especialistas alertam para riscos da Síndrome de Burnout no ambiente laboral
Publicidade

Especialistas alertam para riscos da Síndrome de Burnout no ambiente laboral

As advogadas Priscila Dantas e Bárbara Barradas estiveram na terça-feira (12/11) no programa Palavra Aberta Ajuspi, da TV Assembleia e na Rádio Pioneira de Teresina.

Especialistas alertam para riscos da Síndrome de Burnout no ambiente laboral (Foto: divulgação)

Nos dois meios de comunicação as advogadas falaram sobre a presença cada vez mais frequente da Síndrome de Burnout no ambiente laboral e como empregados e empregadores podem identificar este mal. Segundo elas, as características da Síndrome de Burnout são variadas, dentre elas o estresse excessivo por períodos maiores que três meses.

A falta de confiança em seu trabalho também é uma característica comum de quem tem a síndrome, que afeta empregados e até empregadores de todas as categorias e regimes trabalhistas.

Priscila Dantas (Foto: divulgação)

"A Síndrome de Burnout é caracterizada por uma situação de estresse prolongado no ambiente de trabalho. Inicialmente aparecem sintomas emocionais e psicológicos, chegando, invariavelmente, a sintomas físicos. O trabalhador começa a sentir dores de cabeça, fraqueza e começa a se sentir hostil ao ambiente em que trabalha. Seu relacionamento com os colegas muda. A empresa precisa estar atenta quanto a estes sintomas nos colaboradores, a fim de prevenir estes problemas, evitando danos para a empresa e para o funcionário, sendo o RH (Recursos Humanos) o setor responsável por detectar esta situação. Uma vez detectado o funcionário com estas características, a empresa deve encaminha-lo para atendimento, além de mudar o ambiente de trabalho para o colaborador", destacou Priscila Dantas.

Bárbara Barradas (Foto: divulgação)

"Trata-se de um esgotamento profissional que afeta inicialmente o lado psicológico, a pessoa se sente triste, improdutiva, e com isso, chega a inquietação e agressividade com colegas e superiores. Com o passar do tempo a tendência é piorar. Uma vez reconhecendo esta situação, o trabalhador precisa conversar com seus gestores e explicar o que vem passando, devendo procurar ajuda médica, com um psicólogo e em seguida usar alguma medicação prescrita. Nestes casos, vale ressaltar que este trabalhador é afastado do serviço pelo INSS, por ao menos três meses. Uma vez atestado pelo médico que possui a síndrome, seu benefício será o de espécie 91, que é um auxílio acidentário, causado em virtude do trabalho. Tal circunstância assegura estabilidade de 12 meses ao empregado, devendo este ficar atento para não ser desligado da empresa quando passar por este processo e apresentar a doença. Estando tudo documentado, com laudos, seu direito será preservado", complementou Bárbara Barradas.

O Programa Palavra Aberta Ajuspi é exibido toda terça-feira (14h30), com reprise às quintas-feiras (14h30). A edição de terça foi apresentada pelo jornalista Bartolomeu Almeida e contou com a presença nos estúdios do Diretor Financeiro da Ajuspi, advogado Luís Felipe Cavalcante e dos Conselheiros Carlos Henrique e Valdeci Júnior. Na Rádio Pioneira, as advogadas foram entrevistadas pela apresentadora Luíza Gonçalves, no programa A Cidade em Movimento, no quadro 'Conhecendo seus direitos'.

Clique aqui e assista ao programa na íntegra. 

As advogadas Priscila Dantas e Bárbara Barradas estiveram na terça-feira (12/11) no programa Palavra Aberta Ajuspi, da TV Assembleia e na Rádio Pioneira de Teresina.

Especialistas alertam para riscos da Síndrome de Burnout no ambiente laboral (Foto: divulgação)

Nos dois meios de comunicação as advogadas falaram sobre a presença cada vez mais frequente da Síndrome de Burnout no ambiente laboral e como empregados e empregadores podem identificar este mal. Segundo elas, as características da Síndrome de Burnout são variadas, dentre elas o estresse excessivo por períodos maiores que três meses.

A falta de confiança em seu trabalho também é uma característica comum de quem tem a síndrome, que afeta empregados e até empregadores de todas as categorias e regimes trabalhistas.

Priscila Dantas (Foto: divulgação)

"A Síndrome de Burnout é caracterizada por uma situação de estresse prolongado no ambiente de trabalho. Inicialmente aparecem sintomas emocionais e psicológicos, chegando, invariavelmente, a sintomas físicos. O trabalhador começa a sentir dores de cabeça, fraqueza e começa a se sentir hostil ao ambiente em que trabalha. Seu relacionamento com os colegas muda. A empresa precisa estar atenta quanto a estes sintomas nos colaboradores, a fim de prevenir estes problemas, evitando danos para a empresa e para o funcionário, sendo o RH (Recursos Humanos) o setor responsável por detectar esta situação. Uma vez detectado o funcionário com estas características, a empresa deve encaminha-lo para atendimento, além de mudar o ambiente de trabalho para o colaborador", destacou Priscila Dantas.

Bárbara Barradas (Foto: divulgação)

"Trata-se de um esgotamento profissional que afeta inicialmente o lado psicológico, a pessoa se sente triste, improdutiva, e com isso, chega a inquietação e agressividade com colegas e superiores. Com o passar do tempo a tendência é piorar. Uma vez reconhecendo esta situação, o trabalhador precisa conversar com seus gestores e explicar o que vem passando, devendo procurar ajuda médica, com um psicólogo e em seguida usar alguma medicação prescrita. Nestes casos, vale ressaltar que este trabalhador é afastado do serviço pelo INSS, por ao menos três meses. Uma vez atestado pelo médico que possui a síndrome, seu benefício será o de espécie 91, que é um auxílio acidentário, causado em virtude do trabalho. Tal circunstância assegura estabilidade de 12 meses ao empregado, devendo este ficar atento para não ser desligado da empresa quando passar por este processo e apresentar a doença. Estando tudo documentado, com laudos, seu direito será preservado", complementou Bárbara Barradas.

O Programa Palavra Aberta Ajuspi é exibido toda terça-feira (14h30), com reprise às quintas-feiras (14h30). A edição de terça foi apresentada pelo jornalista Bartolomeu Almeida e contou com a presença nos estúdios do Diretor Financeiro da Ajuspi, advogado Luís Felipe Cavalcante e dos Conselheiros Carlos Henrique e Valdeci Júnior. Na Rádio Pioneira, as advogadas foram entrevistadas pela apresentadora Luíza Gonçalves, no programa A Cidade em Movimento, no quadro 'Conhecendo seus direitos'.

Clique aqui e assista ao programa na íntegra. 

Especialistas destacam importância da Lei da Liberdade Econômica para o empresariado Conselheiro da Ajuspi avalia cenário da Justiça do Trabalho e dos direitos trabalhistas