1. Blogs
  2. Mãe de primeira
  3. Atenção mamães e papais! Está em falta a vacina pentavalente em postos de saúde
Publicidade

Atenção mamães e papais! Está em falta a vacina pentavalente em postos de saúde

Na última semana estive em um posto de saúde para vacinação de quatro meses do Igor Fernando e me deparei com a seguinte situação: Está em falta a vacina pentavalente e tríplice bacteriana em postos de saúde. Voltei para casa preocupada.

Mas não era só naquele postinho que faltava, recebi a informação que é geral. A vacina pentavalente garante a proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo B, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta. Deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. Essa vacina está em falta em várias cidades brasileiras porque o produto, que era importado da Índia, foi reprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Foram devolvidas 3 milhões de doses. Foi necessária a compra de outros fornecedores pelo Ministério da Saúde.

Vacina está em falta em todo Brasil (Foto: RSCPortal)

A vacina tríplice bacteriana (DTP) produz imunidade contra difteria, tétano e coqueluche e é aplicada nas crianças com 15 meses e 4 anos, como reforço em relação à pentavalente. 

Andei pesquisando os valores em clinicas particulares e eles variam entre R$350,00 e R$280,00. Achei bastante “salgado”, mas se não chegar será a opção.

Mas informações da Organização Mundial da Saúde/ Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as novas doses adquirdas começaram a chegar de forma escalonada em agosto no Brasil e a previsão é que o abastecimento voltará à normalidade a partir de novembro.

Recomendação
Caso os bebês muito novos não tenham sido imunizados contra as cinco doenças protegidas na dose (uma opção é dar as vacinas separadamente), uma opção é dá-las separadamente. É recomendado também que os pais dos bebês que não conseguirem a primeira dose evitem levar as crianças a lugares com muitas pessoas, porque, em bebês pequenos, doenças como coqueluche e difteria podem matar. Eu evito sair com o Igor Fernando para lugares muito cheios.

Na última semana estive em um posto de saúde para vacinação de quatro meses do Igor Fernando e me deparei com a seguinte situação: Está em falta a vacina pentavalente e tríplice bacteriana em postos de saúde. Voltei para casa preocupada.

Mas não era só naquele postinho que faltava, recebi a informação que é geral. A vacina pentavalente garante a proteção contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo B, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta. Deve ser aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. Essa vacina está em falta em várias cidades brasileiras porque o produto, que era importado da Índia, foi reprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Foram devolvidas 3 milhões de doses. Foi necessária a compra de outros fornecedores pelo Ministério da Saúde.

Vacina está em falta em todo Brasil (Foto: RSCPortal)

A vacina tríplice bacteriana (DTP) produz imunidade contra difteria, tétano e coqueluche e é aplicada nas crianças com 15 meses e 4 anos, como reforço em relação à pentavalente. 

Andei pesquisando os valores em clinicas particulares e eles variam entre R$350,00 e R$280,00. Achei bastante “salgado”, mas se não chegar será a opção.

Mas informações da Organização Mundial da Saúde/ Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), as novas doses adquirdas começaram a chegar de forma escalonada em agosto no Brasil e a previsão é que o abastecimento voltará à normalidade a partir de novembro.

Recomendação
Caso os bebês muito novos não tenham sido imunizados contra as cinco doenças protegidas na dose (uma opção é dar as vacinas separadamente), uma opção é dá-las separadamente. É recomendado também que os pais dos bebês que não conseguirem a primeira dose evitem levar as crianças a lugares com muitas pessoas, porque, em bebês pequenos, doenças como coqueluche e difteria podem matar. Eu evito sair com o Igor Fernando para lugares muito cheios.

Minha experiência com a vacinação na rede particular Depois de quatro meses de licença é hora de voltar ao trabalho