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Minha experiência com a vacinação na rede particular

Desde que nasce até os 10 anos de idade, a criança deve receber pelo menos 12 vacinas, isto é, 25 doses, conforme o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde e todas elas se encontram disponíveis de graça nos postos de saúde. 

Mas e as vacinas particulares? Quando vale a pena investir? Quais são as diferenças? 

Basta bater um papo com outras mães ou ir a uma consulta ao pediatra para descobrir que existem outras vacinas, além das que são oferecidas pela rede pública.  Mas a maior dúvida das mães é sobre a diferença entre as vacinas da rede pública e particular em relação a cobertura/proteção, e se vale a pena mesmo pagar pra imunizar a criança.

Descobri com a falta da pentavalente que algumas vacinas têm diferença, sim. Por exemplo, a da rede particular engloba a VIP (que é dada separadamente no postinho de saúde) e por serem acelulares os famosos efeitos de febre e dor quase inexistem. (O Igor não teve reação). Ela inclui a tríplice bacteriana acelular (DTPa), a poliomielite inativada (VIP) e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib): DTPa-VIP/Hib. Por fora, na rede pública, tive que vacina-lo com a Polio, Hepatite e Pneumocócica.

Fomos conhecer a clinica e amamos (Foto: Reprodução Instagran)

Fui à procura da vacina na rede particular por falta dela em todo o Brasil. (Para quem não viu fiz uma matéria falando disso – LINK). Então conheci a Karol da Climune Vacinas, que na entrevista que fiz com ela me tirou todas as dúvidas e a partir daí decidi que a clinica dela seria o local ideal para a vacinação do Igor Fernando.

Fomos recebidos pela enfermeira Tainara. A clínica é um ambiente agradável, colorido e aconchegante (postei tudo nos stories). A criança já fica encantada de cara, meu filho amou as cores e os brinquedos. Além do ambiente, fomos acolhidos com muito carinho e atenção, mesmo com o choro de sono do meu pequeno, a Tainara teve bastante paciência e o distraiu com brincadeiras.

Hora da vacina (Foto:Arquivo Pessoal)

Quando ela aplicou a vacina ele quase não sentiu. A preparação antes da aplicação fez toda a diferença, além das brincadeiras e distrações. Fui para casa com o coração aliviado de ter imunizado meu filho e também cheia das recomendações caso meu Igor sentisse alguma coisa.

No outro dia a clinica entra em contato com a gente para saber como nosso filho estava. Acho isso fundamental, o pós-venda. Querendo ou não, estamos falando de mercado, mas elas fazem com tanto carinho que você esquece que pagou por aquele serviço.

Portanto, quem tem condições financeiras para pagar, faça. Mas se não tem, também não se preocupe as vacinas públicas já são suficientes para suprir as necessidades da população como um todo. A decisão de investir ou não cabe a cada família.
 

Desde que nasce até os 10 anos de idade, a criança deve receber pelo menos 12 vacinas, isto é, 25 doses, conforme o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde e todas elas se encontram disponíveis de graça nos postos de saúde. 

Mas e as vacinas particulares? Quando vale a pena investir? Quais são as diferenças? 

Basta bater um papo com outras mães ou ir a uma consulta ao pediatra para descobrir que existem outras vacinas, além das que são oferecidas pela rede pública.  Mas a maior dúvida das mães é sobre a diferença entre as vacinas da rede pública e particular em relação a cobertura/proteção, e se vale a pena mesmo pagar pra imunizar a criança.

Descobri com a falta da pentavalente que algumas vacinas têm diferença, sim. Por exemplo, a da rede particular engloba a VIP (que é dada separadamente no postinho de saúde) e por serem acelulares os famosos efeitos de febre e dor quase inexistem. (O Igor não teve reação). Ela inclui a tríplice bacteriana acelular (DTPa), a poliomielite inativada (VIP) e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib): DTPa-VIP/Hib. Por fora, na rede pública, tive que vacina-lo com a Polio, Hepatite e Pneumocócica.

Fomos conhecer a clinica e amamos (Foto: Reprodução Instagran)

Fui à procura da vacina na rede particular por falta dela em todo o Brasil. (Para quem não viu fiz uma matéria falando disso – LINK). Então conheci a Karol da Climune Vacinas, que na entrevista que fiz com ela me tirou todas as dúvidas e a partir daí decidi que a clinica dela seria o local ideal para a vacinação do Igor Fernando.

Fomos recebidos pela enfermeira Tainara. A clínica é um ambiente agradável, colorido e aconchegante (postei tudo nos stories). A criança já fica encantada de cara, meu filho amou as cores e os brinquedos. Além do ambiente, fomos acolhidos com muito carinho e atenção, mesmo com o choro de sono do meu pequeno, a Tainara teve bastante paciência e o distraiu com brincadeiras.

Hora da vacina (Foto:Arquivo Pessoal)

Quando ela aplicou a vacina ele quase não sentiu. A preparação antes da aplicação fez toda a diferença, além das brincadeiras e distrações. Fui para casa com o coração aliviado de ter imunizado meu filho e também cheia das recomendações caso meu Igor sentisse alguma coisa.

No outro dia a clinica entra em contato com a gente para saber como nosso filho estava. Acho isso fundamental, o pós-venda. Querendo ou não, estamos falando de mercado, mas elas fazem com tanto carinho que você esquece que pagou por aquele serviço.

Portanto, quem tem condições financeiras para pagar, faça. Mas se não tem, também não se preocupe as vacinas públicas já são suficientes para suprir as necessidades da população como um todo. A decisão de investir ou não cabe a cada família.
 

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