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Mudança brusca

Quem vem acompanhando esse imbróglio causado por hackers do site Russo Telegram -que sob encomenda de outro site o The Intercept Brasil, de “propriedade” do jornalista americano Glenn Greenwald - viu que, desde a noite de domingo,  foram reveladas a captura de mensagens trocadas entre o chefe da operação Lava Jato em Curitiba, procurador da República Deltan Dallagnol, e o então juiz federal da 4ª Vara de Curitiba, Sérgio Moro, e há de perceber algumas reações de outras autoridades não envolvidas até aqui nesse Siribolo.

Logo na manhã de segunda-feira, ao ser entrevistado, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com a veemência que lhe é peculiar quando a pauta é o fim da Operação Lava Jato, desenvolveu um raciocínio destrambelhado, ao dizer que as trocas de mensagens entre um juiz federal e um procurador federal eram algo inimaginável, pois feria os mais comezinhos princípios do direito pátrio já que promotores e juízes devem atuar de forma independente, sem que haja interferência de um sobre o trabalho do outro.

Já no dia de ontem, quinta-feira, Gilmar Mendes volta ao proscênio e diz, sem franzir o senho, que a interceptação dos diálogos entre Dallagnol e Moro é algo gravíssimo, um crime mesmo, e que as investigações devem ser feitas para que o rigor da lei seja aplicado no autor ou autores da escuta clandestina. 

A euforia dos inimigos da Lava Jato, como bem o disse o ministro do STF Luís Roberto Barroso, tudo indica que começa a ser contida, servindo como exemplo essa mudança brusca de entendimento do Ministro Gilmar Mendes.

Quem, em sã consciência, pode inferir que um investimento milionário desse tenha sido projetado no Brasil, somente para conhecer os diálogos de integrantes da Lava Jato? 

Se os poderes da República tiverem sido hackeados, esse fato, não poderá causar nenhum tipo de perplexidade. 

É isso. 

Quem vem acompanhando esse imbróglio causado por hackers do site Russo Telegram -que sob encomenda de outro site o The Intercept Brasil, de “propriedade” do jornalista americano Glenn Greenwald - viu que, desde a noite de domingo,  foram reveladas a captura de mensagens trocadas entre o chefe da operação Lava Jato em Curitiba, procurador da República Deltan Dallagnol, e o então juiz federal da 4ª Vara de Curitiba, Sérgio Moro, e há de perceber algumas reações de outras autoridades não envolvidas até aqui nesse Siribolo.

Logo na manhã de segunda-feira, ao ser entrevistado, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, com a veemência que lhe é peculiar quando a pauta é o fim da Operação Lava Jato, desenvolveu um raciocínio destrambelhado, ao dizer que as trocas de mensagens entre um juiz federal e um procurador federal eram algo inimaginável, pois feria os mais comezinhos princípios do direito pátrio já que promotores e juízes devem atuar de forma independente, sem que haja interferência de um sobre o trabalho do outro.

Já no dia de ontem, quinta-feira, Gilmar Mendes volta ao proscênio e diz, sem franzir o senho, que a interceptação dos diálogos entre Dallagnol e Moro é algo gravíssimo, um crime mesmo, e que as investigações devem ser feitas para que o rigor da lei seja aplicado no autor ou autores da escuta clandestina. 

A euforia dos inimigos da Lava Jato, como bem o disse o ministro do STF Luís Roberto Barroso, tudo indica que começa a ser contida, servindo como exemplo essa mudança brusca de entendimento do Ministro Gilmar Mendes.

Quem, em sã consciência, pode inferir que um investimento milionário desse tenha sido projetado no Brasil, somente para conhecer os diálogos de integrantes da Lava Jato? 

Se os poderes da República tiverem sido hackeados, esse fato, não poderá causar nenhum tipo de perplexidade. 

É isso. 

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