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Idosos e Corredor da Morte

Colocada no “paredão” por incúrias do passado, a classe política agora pretende aprovar um projeto de lei para obrigar a internação em casas de saúde dos velhinhos e das velinhas do Brasil com idade acima de 79 anos que estejam com o “vírus dos ricos”. Isso mesmo, isolar até o fim da vida os debilitados com o “vírus da morte”. Para justificar o retiro compulsório, pasmem, a divisão social tenta justificar o separatismo com dados do Ministério da Saúde, segundo os quais 90% das mortes pelo vírus foram de brasileiros e brasileiras com 60 anos ou mais.

Comparativamente, com as devidas ressalvas e evidentes proporções, fazendo uma incursão na história mundial sobre doenças graves, epidemias e pandemias, a questão dessa segregação faz lembrar os tenebrosos objetivos da “Fábrica de Extermínio” de Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial para matar os combalidos e indesejados.

Em “O Holocausto”, o historiador e documentarista inglês Laurence Rees tornou-se um dos maiores especialistas em relatos sobre como se sucedeu uma “destruição em massa”, estabelecendo interpretação racional e convincente de como uma das maiores atrocidades contra humanos se concretizou com rejeição sobretudo à velhice indesejada.

O historiador chegou à conclusão de que o extermínio dessas pessoas achacadas não resultou de um ato apoteótico e nem de um método sistemático. Não! Segundo Laurence, o assassinato de milhões se tornou uma necessidade da “máquina de guerra” nazista para livrar-se da senilidade atingida por “comorbidades”, correlação de duas ou mais doenças.

A “Fábrica de Extermínio”, a “Máquina de Matar” significa para a história um projeto de “Solução Final”, eufemismo para justificar a palavra "morte", inclusive relativamente à eutanásia. O objetivo é unicamente matar! E sobretudo idosos e idosas acometidos, onde "não se pode ouvir nem gritos e nem gemidos” no desprezo de um leito de achaque, pairando no ar o silêncio dos insensíveis sobre uma gente considerada imprestável, inútil, sem utilidade alguma para continuar a conviver sob o amparo dos sadios, seja rica ou pobre, enviando-a para o “corredor da morte” das masmorras sanitárias.

Há quem diga que o reportado projeto possa criar em pouco tempo um verdadeiro campo de concentração de idosos e idosas com a pandemia, com prevalência para os que residem em comunidades em condições de desproteção social, ou seja, os mais humildes e pobres. Será o “apartheid” do Covid-19 para obedecer a uma lei separatista com a imposição da dissociação compulsória.

Além de alimentar discriminação, o projeto trás camuflada a ideia do Brasil se livrar da decrepitude adoecida, acabrunhada. Gasta-se muito com ela! Queiram ou não, mas o projeto prenuncia uma “Solução Final” nos moldes proporcionais nazistas, quando usaram a frase “lebensunwertes leben”, que significava “indignos da vida”, uma referência às vítimas prostradas para justificar a “matança”. Uma experiência perpetrada durante a Segunda Guerra Mundial que exige não somente ser esquecida, mas não repetida.

Se fizermos um paralelo, guardadas, claro, as devidas e justas medidas de grandeza ou baixeza, haveremos de concluir que a internação proposta tem uma similitude muito forte e intrigante com a “Solução Final” do nazismo, cujo fascismo será para enviar nossos velhinhos e velhinhas para um dissimulado “campo de morte” nas nossas unidades de saúde e hospitais de campanha. A justificativa, para tristeza de todos e especialmente de familiares, é de que nossos entes queridos têm maior risco para complicações de saúde. Será o ato de misericórdia!

Duas questões podem ocorrer com essa maldita “Solução Final” à brasileira: com idade acima de 79 anos dificilmente alguém retornará vivo para o lar de onde saiu; separado da família, terá punição dupla, que, antecipadamente, saberá que dos hospitais terá como último destino a cova do infortúnio. Porque dificilmente recuperar-se-á da tragédia do vírus. Com essa idade ou acima dela, poucos terão chances de sobreviver.

Ufa! Como dói! Como maltrata profundamente! Triste, estou convencido de que a arrogância humana não tem limites. Definitivamente, não! A atitude é de quem se julga superior, inclusive ao vírus. Faz impingir o pensamento de Mark Baker, segundo o qual “a arrogância que nos leva a acreditar que somos superiores aos outros tem origem no medo de sermos inferiores”.

Convencido também estou de que não é só da ansiedade e do pânico que nasce o medo do “vírus dos ricos” entre essa gente. Não! Também do orgulho, da arrogância causada pela insensatez, pela discriminação e pelo preconceito deles. Que com seus “espirros” mentais contagiosos exige o uso de muita água sanitária para limpar suas sujeiras de caráter e nos obrigar ao uso de máscaras para nos proteger contra personalidades doentias afeitas à frieza emocional, à apartação de sentimentos e à ausência de remorso.

Colocada no “paredão” por incúrias do passado, a classe política agora pretende aprovar um projeto de lei para obrigar a internação em casas de saúde dos velhinhos e das velinhas do Brasil com idade acima de 79 anos que estejam com o “vírus dos ricos”. Isso mesmo, isolar até o fim da vida os debilitados com o “vírus da morte”. Para justificar o retiro compulsório, pasmem, a divisão social tenta justificar o separatismo com dados do Ministério da Saúde, segundo os quais 90% das mortes pelo vírus foram de brasileiros e brasileiras com 60 anos ou mais.

Comparativamente, com as devidas ressalvas e evidentes proporções, fazendo uma incursão na história mundial sobre doenças graves, epidemias e pandemias, a questão dessa segregação faz lembrar os tenebrosos objetivos da “Fábrica de Extermínio” de Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial para matar os combalidos e indesejados.

Em “O Holocausto”, o historiador e documentarista inglês Laurence Rees tornou-se um dos maiores especialistas em relatos sobre como se sucedeu uma “destruição em massa”, estabelecendo interpretação racional e convincente de como uma das maiores atrocidades contra humanos se concretizou com rejeição sobretudo à velhice indesejada.

O historiador chegou à conclusão de que o extermínio dessas pessoas achacadas não resultou de um ato apoteótico e nem de um método sistemático. Não! Segundo Laurence, o assassinato de milhões se tornou uma necessidade da “máquina de guerra” nazista para livrar-se da senilidade atingida por “comorbidades”, correlação de duas ou mais doenças.

A “Fábrica de Extermínio”, a “Máquina de Matar” significa para a história um projeto de “Solução Final”, eufemismo para justificar a palavra "morte", inclusive relativamente à eutanásia. O objetivo é unicamente matar! E sobretudo idosos e idosas acometidos, onde "não se pode ouvir nem gritos e nem gemidos” no desprezo de um leito de achaque, pairando no ar o silêncio dos insensíveis sobre uma gente considerada imprestável, inútil, sem utilidade alguma para continuar a conviver sob o amparo dos sadios, seja rica ou pobre, enviando-a para o “corredor da morte” das masmorras sanitárias.

Há quem diga que o reportado projeto possa criar em pouco tempo um verdadeiro campo de concentração de idosos e idosas com a pandemia, com prevalência para os que residem em comunidades em condições de desproteção social, ou seja, os mais humildes e pobres. Será o “apartheid” do Covid-19 para obedecer a uma lei separatista com a imposição da dissociação compulsória.

Além de alimentar discriminação, o projeto trás camuflada a ideia do Brasil se livrar da decrepitude adoecida, acabrunhada. Gasta-se muito com ela! Queiram ou não, mas o projeto prenuncia uma “Solução Final” nos moldes proporcionais nazistas, quando usaram a frase “lebensunwertes leben”, que significava “indignos da vida”, uma referência às vítimas prostradas para justificar a “matança”. Uma experiência perpetrada durante a Segunda Guerra Mundial que exige não somente ser esquecida, mas não repetida.

Se fizermos um paralelo, guardadas, claro, as devidas e justas medidas de grandeza ou baixeza, haveremos de concluir que a internação proposta tem uma similitude muito forte e intrigante com a “Solução Final” do nazismo, cujo fascismo será para enviar nossos velhinhos e velhinhas para um dissimulado “campo de morte” nas nossas unidades de saúde e hospitais de campanha. A justificativa, para tristeza de todos e especialmente de familiares, é de que nossos entes queridos têm maior risco para complicações de saúde. Será o ato de misericórdia!

Duas questões podem ocorrer com essa maldita “Solução Final” à brasileira: com idade acima de 79 anos dificilmente alguém retornará vivo para o lar de onde saiu; separado da família, terá punição dupla, que, antecipadamente, saberá que dos hospitais terá como último destino a cova do infortúnio. Porque dificilmente recuperar-se-á da tragédia do vírus. Com essa idade ou acima dela, poucos terão chances de sobreviver.

Ufa! Como dói! Como maltrata profundamente! Triste, estou convencido de que a arrogância humana não tem limites. Definitivamente, não! A atitude é de quem se julga superior, inclusive ao vírus. Faz impingir o pensamento de Mark Baker, segundo o qual “a arrogância que nos leva a acreditar que somos superiores aos outros tem origem no medo de sermos inferiores”.

Convencido também estou de que não é só da ansiedade e do pânico que nasce o medo do “vírus dos ricos” entre essa gente. Não! Também do orgulho, da arrogância causada pela insensatez, pela discriminação e pelo preconceito deles. Que com seus “espirros” mentais contagiosos exige o uso de muita água sanitária para limpar suas sujeiras de caráter e nos obrigar ao uso de máscaras para nos proteger contra personalidades doentias afeitas à frieza emocional, à apartação de sentimentos e à ausência de remorso.

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