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A reabertura do comércio precisa acontecer!

Podia ser eu alí sendo presa tentando trabalhar para receber algum dinheiro para comprar o almoço da família ou a fralda da minha filha, que dependem de mim. A minha vontade realmente era ficar em casa escondida com minha família até tudo isso passar. Mas fica impossível fazer isso de geladeira vazia ou sem a fralda da minha filha. Aos que podem, tem condições de parar por algum tempo sem prejuízo do próprio sustento familiar, continuo reiterando o apelo: Fiquem em casa! Aos que não podem, porque precisam garantir o sustento da sua família, reafirmo a minha empatia e solidariedade.

Eu sei o que é isso! Sou mãe solteira e arrimo de família. Precisamos urgentemente reabrir o comércio, mas da forma mais organizada possível, com garantias de controle de trânsito e distância mínima entre pessoas, com imposição de precauções de higiene (uso de luvas, máscaras, álcool) ou teremos uma grande catástrofe para as famílias teresinenses ou até do país.

Estamos todos apavorados e não é fácil ter que escolher entre morrer de fome ou de covid e estou convencida de que não há outro meio a não ser o de que temos que aprender a conviver lado a lado com o vírus. Quanto tempo você consegue ficar debaixo dágua sem respirar? Quanto tempo você consegue lutar contra um pitbull?

Ou quanto tempo seu dinheiro aguenta segurar você e sua família dentro de casa? Cada caso é um caso. E hoje eu estou me solidarizando com os autônomos, empresários e funcionários a beira da demissão e os já desempregados! Vocês tem o meu respeito, minha empatia e o meu apoio. Não confundam minha opinião com defesa de lado partidário A ou B. Somos famílias, temos as nossas responsabilidades e falo aqui de situações, de circunstâncias gravíssimas. Prefiro acreditar que podemos construir muito além da reprodução do pensamento de Lula e Bolsonaro.

E só não muda de opinião quem abdica do direito de pensar! As crianças e estudantes podem se adaptar realmente em estudar de casa, existem meios tecnológicos para isso, o ano letivo escolar ser adaptado para casa, além dos grupos de risco e os que puderem se manter com seus recursos o máximo de tempo possível dentro de casa. Todo o resto, deve voltar ao trabalho, para garantir o próprio sustento e o sustento das suas famílias que irão ficar em casa. Nós podemos e devemos perfeitamente nos adaptar a isso, desde que sejam impostas medidas rígidas de prevenção e proteção à saúde de quem vai para a lida! Estamos juntos e a verdade tem que ser refletida e adaptada!

É tempo de ajustes e adaptações. Então defendo a reabertura das atividades comerciais a partir de 01 de maio, ironicamente, no dia do trabalho! Não temos como estender esse isolamento completo e sem data para acabar. As famílias não têm mais recursos para segurar isso! E aos nossos pares, famílias sustentadas por autônomos, mães solteiras, funcionários (desempregados e sob o risco do desemprego) e até empresários (individuais, micros ou do tamanho que for- cada um tem seu papel nessa engrenagem) estamos juntos!

Podia ser eu alí sendo presa tentando trabalhar para receber algum dinheiro para comprar o almoço da família ou a fralda da minha filha, que dependem de mim. A minha vontade realmente era ficar em casa escondida com minha família até tudo isso passar. Mas fica impossível fazer isso de geladeira vazia ou sem a fralda da minha filha. Aos que podem, tem condições de parar por algum tempo sem prejuízo do próprio sustento familiar, continuo reiterando o apelo: Fiquem em casa! Aos que não podem, porque precisam garantir o sustento da sua família, reafirmo a minha empatia e solidariedade.

Eu sei o que é isso! Sou mãe solteira e arrimo de família. Precisamos urgentemente reabrir o comércio, mas da forma mais organizada possível, com garantias de controle de trânsito e distância mínima entre pessoas, com imposição de precauções de higiene (uso de luvas, máscaras, álcool) ou teremos uma grande catástrofe para as famílias teresinenses ou até do país.

Estamos todos apavorados e não é fácil ter que escolher entre morrer de fome ou de covid e estou convencida de que não há outro meio a não ser o de que temos que aprender a conviver lado a lado com o vírus. Quanto tempo você consegue ficar debaixo dágua sem respirar? Quanto tempo você consegue lutar contra um pitbull?

Ou quanto tempo seu dinheiro aguenta segurar você e sua família dentro de casa? Cada caso é um caso. E hoje eu estou me solidarizando com os autônomos, empresários e funcionários a beira da demissão e os já desempregados! Vocês tem o meu respeito, minha empatia e o meu apoio. Não confundam minha opinião com defesa de lado partidário A ou B. Somos famílias, temos as nossas responsabilidades e falo aqui de situações, de circunstâncias gravíssimas. Prefiro acreditar que podemos construir muito além da reprodução do pensamento de Lula e Bolsonaro.

E só não muda de opinião quem abdica do direito de pensar! As crianças e estudantes podem se adaptar realmente em estudar de casa, existem meios tecnológicos para isso, o ano letivo escolar ser adaptado para casa, além dos grupos de risco e os que puderem se manter com seus recursos o máximo de tempo possível dentro de casa. Todo o resto, deve voltar ao trabalho, para garantir o próprio sustento e o sustento das suas famílias que irão ficar em casa. Nós podemos e devemos perfeitamente nos adaptar a isso, desde que sejam impostas medidas rígidas de prevenção e proteção à saúde de quem vai para a lida! Estamos juntos e a verdade tem que ser refletida e adaptada!

É tempo de ajustes e adaptações. Então defendo a reabertura das atividades comerciais a partir de 01 de maio, ironicamente, no dia do trabalho! Não temos como estender esse isolamento completo e sem data para acabar. As famílias não têm mais recursos para segurar isso! E aos nossos pares, famílias sustentadas por autônomos, mães solteiras, funcionários (desempregados e sob o risco do desemprego) e até empresários (individuais, micros ou do tamanho que for- cada um tem seu papel nessa engrenagem) estamos juntos!

A campanha que levou Dr. Pessoa à vitória Covid-19 e Caráter da Mudança