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Insanidade e Crueldade

O modelo de isolamento social que vem sendo adotado no mundo inteiro acabou desnudando a face da insanidade, da inconsequência e do oportunismo dos canalhas. Não fosse o destemor de algumas autoridades para vituperar a insensibilidade deles frente ao “vírus da morte”, a situação, hoje, estaria muito pior e rumando ao genocídio.

Por que preferem atrapalhar em vez de ajudar?

Até por má índole alguns se desviam em comportamentos inaceitáveis. Enquanto a maioria adota postura de empatia com as medidas sanitárias, solidarizando-se humilde e humanamente, a canalhice tem atrapalhado com seu sentimento maldoso e cruel.

A ciência registra que em situações de desastres naturais, de calamidades públicas e/ou de tragédias humanas, com ampliação das consequências e da dor individual, coletiva e familiar, a estrutura de saúde não consegue fugir de gente que professa e estimula o caos buscando “laurus nobilis”.

Não raro, insanos são atraídos por tragédias! “Esporram” com aquilo que escapa à normalidade! Ainda que não carreguem a sina de psicopatas ou sociopatas, sente-se neles o que se chama na psicanálise de “prazer clandestino” para o desagradável, para o aterrorizante, como se estivessem se divertindo com o horror humano.

Isso fica muito claro quando vemos uma torcida para que os defensores do distanciamento social saiam perdendo no objetivo para salvar vidas. Há uma espécie de oposição “em coro” às autoridades engajadas na árdua tarefa sanitária. Para os que não ajudam, mas atrapalham, a médica paraibana Adriana de Oliveira Melo tem a “receita” certa que ganhou notoriedade nacional por ter sugerido aos que desejam o fim do isolamento abdiquem de tratamento contra a Covid-19.

"Sugiro a quem for favorável acabar o isolamento social e abrir o comércio, assinar um termo dizendo que ‘abre mão’ de um respirador quando nós, profissionais de saúde, tivermos que escolher quem vai morrer ou viver. Minha preocupação tem fundamento, e se escolhermos ser irresponsáveis agora, veremos que a pandemia sairá do controle mais rápido do que podemos imaginar" - escreveu por acreditar na ciência.

"Sei que existe a preocupação em relação à economia, que muitos empresários e trabalhadores estão preocupados com o prejuízo que terão nos próximos dias, porque eu também estou. Mas precisamos frear o avanço do vírus num esforço coletivo. Todos gostaríamos de não ter que escolher entre uma coisa ou outra, mas o mundo tem nos dado o exemplo de que é preciso priorizar a saúde" – concluiu a médica.

Sinceramente, inconcebível sobremaneira aceitar atitudes de pessoas que se julgam estudadas, letradas, que se arvoram de ter amplos conhecimentos, mas que insistem em confrontar a orientação científica defendendo muitas vezes posturas neófitas e deselegantes.

Quando pessoas de projeção social ou política vão aos meios de comunicação e às redes sociais afrontar a ciência, como “donas da verdade”, fica a impressão de que incentivam as deseducadas com falsos conceitos, corrompendo suas essencialidades humanas.

É muito triste conviver com esse “clímax da estupidez”. Com uma insensatez tentando imperar com evidentes interesses inconfessáveis. Como diz Fábio Blanco, uma “falsa moral contemporânea”.

É preciso que se compreenda que antes da moralidade vem a verdade. Esta é que estabelece os padrões daquela, não o contrário. Quem acredita que a pandemia não é mais relevante que a economia, apenas finge para sufocar a maioria por vileza, alimentando – ainda que indiretamente - cenários de mortes.

O vírus nos mostra os dois cálices da vida: o doce e amargo. Cabe-nos escolher. Infelizmente, é sempre tolerada e aceita a desobediência; porém, atribuída à ignorância humana. A história vai registrar situações terríveis. Então, vamos nos preparar para denunciar os canalhas que não se comovem com a tragédia humana. Porque o momento não é para agir com emoção, mas pela razão.

O isolamento social é um ato de amor, de si próprio e para com os outros. A questão não é achar exagerado ou não o isolamento social. É ficar na dúvida para o risco de contágio. Diante do risco de morte, a impiedade do vírus aponta-nos para mais solidariedade. Assim, se tiver que sair de casa que o faça dando bons exemplos.

O escritor Xico Sá produziu talvez a frase mais tocante para momentos tão duros e difíceis da humanidade: “Sem isolamento, você chorará por alguém bem próximo ou alguém próximo chorará por você”.

“Depende de nós, de cada um de nós, como sairemos desta – para pior ou para melhor”, proclama Emir Sader, sociólogo e cientista político. Não é por nada que todos os cientistas do planeta estão recomendando distanciamento social severo.

Fica, então, a nossa reflexão! Sobretudo para se pensar com muita seriedade sobre a sobrecarga de trabalho e os riscos para a saúde mental de médicos e enfermeiros, que se agravam cotidianamente.

O modelo de isolamento social que vem sendo adotado no mundo inteiro acabou desnudando a face da insanidade, da inconsequência e do oportunismo dos canalhas. Não fosse o destemor de algumas autoridades para vituperar a insensibilidade deles frente ao “vírus da morte”, a situação, hoje, estaria muito pior e rumando ao genocídio.

Por que preferem atrapalhar em vez de ajudar?

Até por má índole alguns se desviam em comportamentos inaceitáveis. Enquanto a maioria adota postura de empatia com as medidas sanitárias, solidarizando-se humilde e humanamente, a canalhice tem atrapalhado com seu sentimento maldoso e cruel.

A ciência registra que em situações de desastres naturais, de calamidades públicas e/ou de tragédias humanas, com ampliação das consequências e da dor individual, coletiva e familiar, a estrutura de saúde não consegue fugir de gente que professa e estimula o caos buscando “laurus nobilis”.

Não raro, insanos são atraídos por tragédias! “Esporram” com aquilo que escapa à normalidade! Ainda que não carreguem a sina de psicopatas ou sociopatas, sente-se neles o que se chama na psicanálise de “prazer clandestino” para o desagradável, para o aterrorizante, como se estivessem se divertindo com o horror humano.

Isso fica muito claro quando vemos uma torcida para que os defensores do distanciamento social saiam perdendo no objetivo para salvar vidas. Há uma espécie de oposição “em coro” às autoridades engajadas na árdua tarefa sanitária. Para os que não ajudam, mas atrapalham, a médica paraibana Adriana de Oliveira Melo tem a “receita” certa que ganhou notoriedade nacional por ter sugerido aos que desejam o fim do isolamento abdiquem de tratamento contra a Covid-19.

"Sugiro a quem for favorável acabar o isolamento social e abrir o comércio, assinar um termo dizendo que ‘abre mão’ de um respirador quando nós, profissionais de saúde, tivermos que escolher quem vai morrer ou viver. Minha preocupação tem fundamento, e se escolhermos ser irresponsáveis agora, veremos que a pandemia sairá do controle mais rápido do que podemos imaginar" - escreveu por acreditar na ciência.

"Sei que existe a preocupação em relação à economia, que muitos empresários e trabalhadores estão preocupados com o prejuízo que terão nos próximos dias, porque eu também estou. Mas precisamos frear o avanço do vírus num esforço coletivo. Todos gostaríamos de não ter que escolher entre uma coisa ou outra, mas o mundo tem nos dado o exemplo de que é preciso priorizar a saúde" – concluiu a médica.

Sinceramente, inconcebível sobremaneira aceitar atitudes de pessoas que se julgam estudadas, letradas, que se arvoram de ter amplos conhecimentos, mas que insistem em confrontar a orientação científica defendendo muitas vezes posturas neófitas e deselegantes.

Quando pessoas de projeção social ou política vão aos meios de comunicação e às redes sociais afrontar a ciência, como “donas da verdade”, fica a impressão de que incentivam as deseducadas com falsos conceitos, corrompendo suas essencialidades humanas.

É muito triste conviver com esse “clímax da estupidez”. Com uma insensatez tentando imperar com evidentes interesses inconfessáveis. Como diz Fábio Blanco, uma “falsa moral contemporânea”.

É preciso que se compreenda que antes da moralidade vem a verdade. Esta é que estabelece os padrões daquela, não o contrário. Quem acredita que a pandemia não é mais relevante que a economia, apenas finge para sufocar a maioria por vileza, alimentando – ainda que indiretamente - cenários de mortes.

O vírus nos mostra os dois cálices da vida: o doce e amargo. Cabe-nos escolher. Infelizmente, é sempre tolerada e aceita a desobediência; porém, atribuída à ignorância humana. A história vai registrar situações terríveis. Então, vamos nos preparar para denunciar os canalhas que não se comovem com a tragédia humana. Porque o momento não é para agir com emoção, mas pela razão.

O isolamento social é um ato de amor, de si próprio e para com os outros. A questão não é achar exagerado ou não o isolamento social. É ficar na dúvida para o risco de contágio. Diante do risco de morte, a impiedade do vírus aponta-nos para mais solidariedade. Assim, se tiver que sair de casa que o faça dando bons exemplos.

O escritor Xico Sá produziu talvez a frase mais tocante para momentos tão duros e difíceis da humanidade: “Sem isolamento, você chorará por alguém bem próximo ou alguém próximo chorará por você”.

“Depende de nós, de cada um de nós, como sairemos desta – para pior ou para melhor”, proclama Emir Sader, sociólogo e cientista político. Não é por nada que todos os cientistas do planeta estão recomendando distanciamento social severo.

Fica, então, a nossa reflexão! Sobretudo para se pensar com muita seriedade sobre a sobrecarga de trabalho e os riscos para a saúde mental de médicos e enfermeiros, que se agravam cotidianamente.

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