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Que raça é essa?

Reportando-se aos crimes de bolsonaristas na defesa de um tresloucado Bolsonaro, em postagem nas redes sociais o ator José de Abreu fez uma indagação ensejadora de reflexão: “Que raça é essa que invadiu o Brasil?”

Sem o tom racista, claro, quando o ator fala em “raça” não se reporta ao pensamento de séculos passados, em termos biológicos. Reporta-se, enfim, a um bolsonarismo que age em relação às outras pessoas tendo por base a ideia de gente superior. Assim, para um bom entendedor, a “raça” reportada é algo que existe socialmente como um conceito construído para espelhar incorreções sociais e morais. Por tudo que tem ocorrido ultimamente no Brasil é correta a expressão para delinear agressões às pessoas e às instituições pela “raça” que invadiu o Brasil.

De onde veio mesmo essa raça?

Infelizmente, de repente o Brasil foi tomado por pessoas impregnadas de ódio, de preconceito, de discriminação, ... De repente uma “raça” (aqui no sentido pejorativa da palavra) tenta destruir instituições, princípios, pessoas, famílias e bases democráticas para impor vontades irrefletidas. De repente uma “raça” impondo legalização do crime.

A “raça” reportada por Zé de Abreu não é de agora. Desde a campanha até a eleição de Bolsonaro ela tenta se impor. Mas, não é dos novos tempos de hoje. Não! Ela vem desde a Arena, passando pelo PDS e pelo PFL. É de “sangue”; e “sanguinária”! Basta uma incursão na história para se constatar que aquela gente arenista, pedessista e pefelista desde sempre “vomitou” ódio e desprezo pela nossa gente humilde, arrogância agora denunciada quando chegaram ao poder central. Bolsonaro apenas representa essa “raça”, um “pefelismo enrustido”.

A história registra que arenistas, pedessistas, pefelistas e ex-pefelistas sempre foram os “artífices” das mais cruéis perseguições políticas que o Brasil já registrou em toda a sua história. Na época negra, dizia-se “raça” de malvados! Cometiam-se crimes sociais e morais aos milhares. Sequer eram submetidos a uma que seja pequena investigação. Delegado ou promotor que se atrevesse a tanto era perseguido. Às vezes, demitido. No mínimo transferido de uma cidade para outra, de um estado para outro como ocorria e ainda ocorre na Polícia Federal, como se repetiu ultimamente com Bolsonaro no poder. Agiam e sempre agem com extrema covardia. Jornalista que denunciasse essa “raça” era perseguido até o limite do insuportável. Muitos sucumbiram à míngua.

Ao longo da história, todos sabem, o discurso de “combate à corrupção” nunca foi bandeira dessa “raça” que assusta Zé de Abreu. Recorrer ao “combate à corrupção” foi apenas tática dessa “raça” para se contrapor e enfraquecer adversários políticos, pautar governos ou criar condições para golpes políticos.

Corrupta desde a origem, viciada com os “cofres”, a “raça” apontada pelo ator sempre usou combater a corrupção como “mercadoria” para ser vendida na primeira esquina a “consumidores cativos”, público formado e formatado por ela para aplaudi-la na tomada do poder.

É ilusão achar que essa “raça” combate corrupção. Para o sociólogo Jessé Souza, o combate à corrupção no Brasil é uma mentira. Ele diz que todo o roubo que acontece na política é provocado pela elite, pelos ‘donos do mercado’, que mandam malas de dinheiro para os políticos, que são apenas lacaios. O combate à corrupção apareceu como uma ‘capa de moralidade’ para as classes média e alta, racista e branca, impedir o acesso social dos mais humildes. Nada mais claro!

É verdade! Para esconder a corrupção é que nasceu a perseguição no ambiente político dessa “raça”. Aqui no Piauí, por exemplo, em cada cidade tem uma família despedaçada pela ação implacável da “raça” nojenta apontada por Zé de Abreu. Famílias inteiras dizimadas. Ainda hoje a “raça” solta gargalhadas pelas atrocidades políticas cometidas no passado, sempre regadas a Drury's, Ballantine, Johnnie Walker e Old Par.

Minha família foi uma das vítimas da “raça” na cidade de Luzilândia. Nunca vi tanta covardia! Ainda hoje sentimos as marcas e as dores de um tempo pavoroso, aviltante, cruel e irresponsável protagonizado por “doentes sociais”. Tempos de uma “raça” de canalhas com poder econômico e político humilhando e destruindo entes queridos indefesos.

Não se iluda, Zé de Abreu, estamos apenas herdando!

Reportando-se aos crimes de bolsonaristas na defesa de um tresloucado Bolsonaro, em postagem nas redes sociais o ator José de Abreu fez uma indagação ensejadora de reflexão: “Que raça é essa que invadiu o Brasil?”

Sem o tom racista, claro, quando o ator fala em “raça” não se reporta ao pensamento de séculos passados, em termos biológicos. Reporta-se, enfim, a um bolsonarismo que age em relação às outras pessoas tendo por base a ideia de gente superior. Assim, para um bom entendedor, a “raça” reportada é algo que existe socialmente como um conceito construído para espelhar incorreções sociais e morais. Por tudo que tem ocorrido ultimamente no Brasil é correta a expressão para delinear agressões às pessoas e às instituições pela “raça” que invadiu o Brasil.

De onde veio mesmo essa raça?

Infelizmente, de repente o Brasil foi tomado por pessoas impregnadas de ódio, de preconceito, de discriminação, ... De repente uma “raça” (aqui no sentido pejorativa da palavra) tenta destruir instituições, princípios, pessoas, famílias e bases democráticas para impor vontades irrefletidas. De repente uma “raça” impondo legalização do crime.

A “raça” reportada por Zé de Abreu não é de agora. Desde a campanha até a eleição de Bolsonaro ela tenta se impor. Mas, não é dos novos tempos de hoje. Não! Ela vem desde a Arena, passando pelo PDS e pelo PFL. É de “sangue”; e “sanguinária”! Basta uma incursão na história para se constatar que aquela gente arenista, pedessista e pefelista desde sempre “vomitou” ódio e desprezo pela nossa gente humilde, arrogância agora denunciada quando chegaram ao poder central. Bolsonaro apenas representa essa “raça”, um “pefelismo enrustido”.

A história registra que arenistas, pedessistas, pefelistas e ex-pefelistas sempre foram os “artífices” das mais cruéis perseguições políticas que o Brasil já registrou em toda a sua história. Na época negra, dizia-se “raça” de malvados! Cometiam-se crimes sociais e morais aos milhares. Sequer eram submetidos a uma que seja pequena investigação. Delegado ou promotor que se atrevesse a tanto era perseguido. Às vezes, demitido. No mínimo transferido de uma cidade para outra, de um estado para outro como ocorria e ainda ocorre na Polícia Federal, como se repetiu ultimamente com Bolsonaro no poder. Agiam e sempre agem com extrema covardia. Jornalista que denunciasse essa “raça” era perseguido até o limite do insuportável. Muitos sucumbiram à míngua.

Ao longo da história, todos sabem, o discurso de “combate à corrupção” nunca foi bandeira dessa “raça” que assusta Zé de Abreu. Recorrer ao “combate à corrupção” foi apenas tática dessa “raça” para se contrapor e enfraquecer adversários políticos, pautar governos ou criar condições para golpes políticos.

Corrupta desde a origem, viciada com os “cofres”, a “raça” apontada pelo ator sempre usou combater a corrupção como “mercadoria” para ser vendida na primeira esquina a “consumidores cativos”, público formado e formatado por ela para aplaudi-la na tomada do poder.

É ilusão achar que essa “raça” combate corrupção. Para o sociólogo Jessé Souza, o combate à corrupção no Brasil é uma mentira. Ele diz que todo o roubo que acontece na política é provocado pela elite, pelos ‘donos do mercado’, que mandam malas de dinheiro para os políticos, que são apenas lacaios. O combate à corrupção apareceu como uma ‘capa de moralidade’ para as classes média e alta, racista e branca, impedir o acesso social dos mais humildes. Nada mais claro!

É verdade! Para esconder a corrupção é que nasceu a perseguição no ambiente político dessa “raça”. Aqui no Piauí, por exemplo, em cada cidade tem uma família despedaçada pela ação implacável da “raça” nojenta apontada por Zé de Abreu. Famílias inteiras dizimadas. Ainda hoje a “raça” solta gargalhadas pelas atrocidades políticas cometidas no passado, sempre regadas a Drury's, Ballantine, Johnnie Walker e Old Par.

Minha família foi uma das vítimas da “raça” na cidade de Luzilândia. Nunca vi tanta covardia! Ainda hoje sentimos as marcas e as dores de um tempo pavoroso, aviltante, cruel e irresponsável protagonizado por “doentes sociais”. Tempos de uma “raça” de canalhas com poder econômico e político humilhando e destruindo entes queridos indefesos.

Não se iluda, Zé de Abreu, estamos apenas herdando!

Valores Humanos e Valores Morais Asfixiando Bolsonaro