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Jornalista apela ao bom senso do governador no caso Arimateia Azevedo

SEJAMOS RAZOÁVEIS E SENSATOS, SR, GOVERNADOR!

Nem tudo o que é legal é justo ou razoável ou sensato. Neste sentido, a rejeição ao pedido de liberdade feito pelo jornalista Arimateia Azevedo pode até ter o acolhimento técnico-legal, mas agride a razoabilidade o bom senso.

Tribunal de Justiça manda para a prisão o jornalista Arimateia Azevedo apesar do risco da contaminação da covid-19   

O jornalista, mantido em prisão domiciliar, não somente não foi libertado como teve determinada a sua volta a um estabelecimento prisional. De uma só vez, em meio a uma pandemia, a Justiça ampliou um pouco mais o número de presos provisórios e submeteu a risco um cidadão de 67 anos, com comorbidades que o colocam no grupo de risco para a Covid-19. No país todo, essa seria uma razão de sobra para, se não relaxar a prisão, ao menos assegurar que o jornalista fosse mantido em sua casa.

Como não há muito a quem apelar, apela-se ao governador do Piauí, Wellington Dias, para que ele impeça o recolhimento de Arimateia Azevedo à Penitenciária Irmão Guido, para onde deve ser encaminhado o jornalista.

Para isso, o governador poderá informar de modo oficial o que todos sabem: o elevado grau de risco que aquele estabelecimento penal oferece para uma pessoa de grupo de risco para a doença. Precisa ter coragem e bom senso. Precisa pensar que, mais que mera legalidade, justiça é bom senso e razoabilidade.

Leia abaixo as matérias sobre o caso: 

Tribunal de Justiça manda para a prisão o jornalista Arimateia Azevedo apesar do risco da contaminação da covid-19    

Estamos impedidos de contar a versão de Arimateia Azevedo sobre os fatos que o levaram à prisão    

Jornalista é preso depois de denunciar profissional liberal em Teresina    

Depois de seis dias preso, Justiça concede prisão domiciliar ao jornalista Arimatéia Azevedo   

SEJAMOS RAZOÁVEIS E SENSATOS, SR, GOVERNADOR!

Nem tudo o que é legal é justo ou razoável ou sensato. Neste sentido, a rejeição ao pedido de liberdade feito pelo jornalista Arimateia Azevedo pode até ter o acolhimento técnico-legal, mas agride a razoabilidade o bom senso.

Tribunal de Justiça manda para a prisão o jornalista Arimateia Azevedo apesar do risco da contaminação da covid-19   

O jornalista, mantido em prisão domiciliar, não somente não foi libertado como teve determinada a sua volta a um estabelecimento prisional. De uma só vez, em meio a uma pandemia, a Justiça ampliou um pouco mais o número de presos provisórios e submeteu a risco um cidadão de 67 anos, com comorbidades que o colocam no grupo de risco para a Covid-19. No país todo, essa seria uma razão de sobra para, se não relaxar a prisão, ao menos assegurar que o jornalista fosse mantido em sua casa.

Como não há muito a quem apelar, apela-se ao governador do Piauí, Wellington Dias, para que ele impeça o recolhimento de Arimateia Azevedo à Penitenciária Irmão Guido, para onde deve ser encaminhado o jornalista.

Para isso, o governador poderá informar de modo oficial o que todos sabem: o elevado grau de risco que aquele estabelecimento penal oferece para uma pessoa de grupo de risco para a doença. Precisa ter coragem e bom senso. Precisa pensar que, mais que mera legalidade, justiça é bom senso e razoabilidade.

Leia abaixo as matérias sobre o caso: 

Tribunal de Justiça manda para a prisão o jornalista Arimateia Azevedo apesar do risco da contaminação da covid-19    

Estamos impedidos de contar a versão de Arimateia Azevedo sobre os fatos que o levaram à prisão    

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Depois de seis dias preso, Justiça concede prisão domiciliar ao jornalista Arimatéia Azevedo   

Na falta de prova em grampo telefônico, advogado chama o caso Arimateia Azevedo de crime impossível Prisão e Abuso de Autoridade