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Piauí teve saldo negativo de empregos com carteira assinada em fevereiro

Enquanto no total do país registrou-se um saldo positivo de 173.139 empregos com carteira assinada no mês de fevereiro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no Piauí o saldo entre demissões e admissões foi negativo em 400 vagas. 

Trata-se do pior desempenho na geração de vagas no mercado formal de trabalho no Estado em dois anos. Em 2017, foram geradas178 vagas e no ano seguinte, 168.

No entanto, se comparado às perdas de outros Estados da região, o Piauí até que pode lamentar-se menos.

Em Pernambuco o saldo negativo entre demissões e contratações foi de 12.396 vagas a menos no mercado formal de trabalho. Em Alagoas, 2.255 vagas perdidas, no Rio Grande do Norte, 2.249, em Sergipe 2.162 e no Maranhão, 982 vagas a menos de empregos com carteira assinada.

A Bahia vive situação inversa, tendo gerado 5.706 empregos formais em fevereiro, ficando o Ceará na segunda posição na geração de postos de trabalho com carteira assinada: 1.865. Depois, vem a Paraíba, com 432.

Segundo o Ministério da Economia, os números da Caged indicam que o saldo de fevereiro de 2019 é mais que o dobro do registrado em fevereiro de 2018, quando foram gerados 61.188 postos. Em janeiro, o saldo foi de 34.313 empregos.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o saldo de 2019 chega a 207,4 mil, superior em 68,4 mil ao do mesmo período de 2018 (139 mil) e em 130,9 mil ao de 2017 (76,4 mil).

Esse resultado representa um crescimento de 49,2% na abertura de postos de trabalho, em relação ao acumulado do mesmo período de 2018, e de 171,2%, em relação ao de 2017.

O resultado de fevereiro de 2019 está relacionado em boa parte à maior geração de empregos nos setores da Indústria de Transformação e Construção Civil, nos quais a retomada do crescimento se mostrava mais lenta que nos setores de Serviços e Comércio.

Emprego regional — Em âmbito regional, a melhora no emprego foi verificada em todas as regiões, à exceção do Nordeste. No Sudeste, a expansão foi de 0,51%, com geração de 101.649 vagas formais. Na sequência aparecem as regiões Sul (66.021), Centro-Oeste (14.316) e Norte (3.594). No Nordeste, o saldo foi negativo em 12.441 postos.

Entre os Estados, os maiores saldos ocorreram em São Paulo (62.339), Minas Gerais (26.016), Santa Catarina (25.104), Rio Grande do Sul (22.463) e Paraná (18.254). O maior recuo ocorreu em Pernambuco, influenciado pela queda sazonal do emprego na produção da cana de açúcar (-12.396 postos).

Enquanto no total do país registrou-se um saldo positivo de 173.139 empregos com carteira assinada no mês de fevereiro, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no Piauí o saldo entre demissões e admissões foi negativo em 400 vagas. 

Trata-se do pior desempenho na geração de vagas no mercado formal de trabalho no Estado em dois anos. Em 2017, foram geradas178 vagas e no ano seguinte, 168.

No entanto, se comparado às perdas de outros Estados da região, o Piauí até que pode lamentar-se menos.

Em Pernambuco o saldo negativo entre demissões e contratações foi de 12.396 vagas a menos no mercado formal de trabalho. Em Alagoas, 2.255 vagas perdidas, no Rio Grande do Norte, 2.249, em Sergipe 2.162 e no Maranhão, 982 vagas a menos de empregos com carteira assinada.

A Bahia vive situação inversa, tendo gerado 5.706 empregos formais em fevereiro, ficando o Ceará na segunda posição na geração de postos de trabalho com carteira assinada: 1.865. Depois, vem a Paraíba, com 432.

Segundo o Ministério da Economia, os números da Caged indicam que o saldo de fevereiro de 2019 é mais que o dobro do registrado em fevereiro de 2018, quando foram gerados 61.188 postos. Em janeiro, o saldo foi de 34.313 empregos.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, o saldo de 2019 chega a 207,4 mil, superior em 68,4 mil ao do mesmo período de 2018 (139 mil) e em 130,9 mil ao de 2017 (76,4 mil).

Esse resultado representa um crescimento de 49,2% na abertura de postos de trabalho, em relação ao acumulado do mesmo período de 2018, e de 171,2%, em relação ao de 2017.

O resultado de fevereiro de 2019 está relacionado em boa parte à maior geração de empregos nos setores da Indústria de Transformação e Construção Civil, nos quais a retomada do crescimento se mostrava mais lenta que nos setores de Serviços e Comércio.

Emprego regional — Em âmbito regional, a melhora no emprego foi verificada em todas as regiões, à exceção do Nordeste. No Sudeste, a expansão foi de 0,51%, com geração de 101.649 vagas formais. Na sequência aparecem as regiões Sul (66.021), Centro-Oeste (14.316) e Norte (3.594). No Nordeste, o saldo foi negativo em 12.441 postos.

Entre os Estados, os maiores saldos ocorreram em São Paulo (62.339), Minas Gerais (26.016), Santa Catarina (25.104), Rio Grande do Sul (22.463) e Paraná (18.254). O maior recuo ocorreu em Pernambuco, influenciado pela queda sazonal do emprego na produção da cana de açúcar (-12.396 postos).

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