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Onde isto seria possível?

Somente no Brasil, com certeza. 

Que outro tipo de entendimento poderíamos ter, -por mais democrática que seja uma nação, em relação aos crimes praticados por um cidadão de nacionalidade americana, com simpatias ideológicas explícitas que, e em conluio com bilionário Iraniano excêntrico, contratam hackers com a finalidade de roubarem e divulgarem supostos diálogos de autoridades da Lava Jato, fazendo a festa de determinada imprensa brasileira? 

Mais elucidativo ainda, é ler as declarações desse americano Glen Greenwald, sobre os tais diálogos, que a seu juízo, ferem de morte todo o gigantesco trabalho de desbaratamento da maior corrupção do dinheiro público da história da humanidade.

Vejamos o que diz o jornalista americano, em transcrição literal: 

“- Nós não entregamos e nunca entregaremos nossa material jornalístico para a polícia ou tribunais porque isso é uma coisa que acontece em países autoritários, tiranias, e não democracias. O que nós fizemos como profissionais, nós verificamos com muita cautela que o material é totalmente autêntico”. 

Com todos os éfes e érres o jornalista americano está cinicamente a dizer que, o que vem sendo dado conhecimento à conta-gotas à patuleia e a imprensa sofregamente divulga é que as necessárias perícias para constatar a veracidade e autenticidade do material hackeado jamais serão feitas. 

Somente em Pindorama, isto é possível .

É isso.

Somente no Brasil, com certeza. 

Que outro tipo de entendimento poderíamos ter, -por mais democrática que seja uma nação, em relação aos crimes praticados por um cidadão de nacionalidade americana, com simpatias ideológicas explícitas que, e em conluio com bilionário Iraniano excêntrico, contratam hackers com a finalidade de roubarem e divulgarem supostos diálogos de autoridades da Lava Jato, fazendo a festa de determinada imprensa brasileira? 

Mais elucidativo ainda, é ler as declarações desse americano Glen Greenwald, sobre os tais diálogos, que a seu juízo, ferem de morte todo o gigantesco trabalho de desbaratamento da maior corrupção do dinheiro público da história da humanidade.

Vejamos o que diz o jornalista americano, em transcrição literal: 

“- Nós não entregamos e nunca entregaremos nossa material jornalístico para a polícia ou tribunais porque isso é uma coisa que acontece em países autoritários, tiranias, e não democracias. O que nós fizemos como profissionais, nós verificamos com muita cautela que o material é totalmente autêntico”. 

Com todos os éfes e érres o jornalista americano está cinicamente a dizer que, o que vem sendo dado conhecimento à conta-gotas à patuleia e a imprensa sofregamente divulga é que as necessárias perícias para constatar a veracidade e autenticidade do material hackeado jamais serão feitas. 

Somente em Pindorama, isto é possível .

É isso.

A liturgia do cargo Sobrou para o Promotor