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Um nome a ser observado

Tábata Amaral, uma jovem deputada federal pelo Estado de São Paulo, de apenas 25 anos, filha de motorista de ônibus e mãe doméstica, apesar da pouca idade já pós-graduou numa das melhores universidades do mundo, eleita deputada federal pelo Estado de São Paulo, vem demonstrando  suas ideias e ações no Congresso Nacional, como alguém imbuída das melhores intenções, nesses primeiros seis meses de mandato.  

Bastou Tábata Amaral votar a favor da Reforma da Previdência na última sexta-feira, para que dirigentes do partido à qual é filiada, o PDT, ocupassem as manchetes da imprensa, ameaçando-a de expulsão do PDT.  

Agora, se prestarmos atenção para esses dirigentes do PDT, aqueles com maior proeminência como Carlos Luppi, presidente de direito e Ciro Gomes, presidente de fato da sigla fundada pelo Engenheiro Leonel Brizola, veremos que lhes faltam predicados morais e éticos para tal propositura. 

Carlos Luppi, notório profissional da política, tendo ocupado o Ministério do Trabalho no governo Dilma Rousseff, foi defenestrado da função que ocupava, acusado de práticas pouco republicanas, corrupção mesmo, numa linguagem mais coloquial. 

E Ciro Gomes, verdadeiro manda-chuva do PDT, portador de um falatório desabrido, sobre tudo e sobre todos, nunca teve a envergadura de trilhar caminho próprio, ficando eternamente na expectativa de que o ex-presidente Lula pudesse algum dia lhe apoiar numa candidatura, dele Ciro Gomes, à Presidência da República, fato este totalmente fora do radar de Lula e dos integrantes do Partido dos Trabalhadores.

É essa gente, sem suporte ético e moral que quer macular no nascedouro uma das melhores promessas da política nacional, a jovem e articulada deputada federal Tábata Amaral. 

É isso. 

Tábata Amaral, uma jovem deputada federal pelo Estado de São Paulo, de apenas 25 anos, filha de motorista de ônibus e mãe doméstica, apesar da pouca idade já pós-graduou numa das melhores universidades do mundo, eleita deputada federal pelo Estado de São Paulo, vem demonstrando  suas ideias e ações no Congresso Nacional, como alguém imbuída das melhores intenções, nesses primeiros seis meses de mandato.  

Bastou Tábata Amaral votar a favor da Reforma da Previdência na última sexta-feira, para que dirigentes do partido à qual é filiada, o PDT, ocupassem as manchetes da imprensa, ameaçando-a de expulsão do PDT.  

Agora, se prestarmos atenção para esses dirigentes do PDT, aqueles com maior proeminência como Carlos Luppi, presidente de direito e Ciro Gomes, presidente de fato da sigla fundada pelo Engenheiro Leonel Brizola, veremos que lhes faltam predicados morais e éticos para tal propositura. 

Carlos Luppi, notório profissional da política, tendo ocupado o Ministério do Trabalho no governo Dilma Rousseff, foi defenestrado da função que ocupava, acusado de práticas pouco republicanas, corrupção mesmo, numa linguagem mais coloquial. 

E Ciro Gomes, verdadeiro manda-chuva do PDT, portador de um falatório desabrido, sobre tudo e sobre todos, nunca teve a envergadura de trilhar caminho próprio, ficando eternamente na expectativa de que o ex-presidente Lula pudesse algum dia lhe apoiar numa candidatura, dele Ciro Gomes, à Presidência da República, fato este totalmente fora do radar de Lula e dos integrantes do Partido dos Trabalhadores.

É essa gente, sem suporte ético e moral que quer macular no nascedouro uma das melhores promessas da política nacional, a jovem e articulada deputada federal Tábata Amaral. 

É isso. 

Qual o crime de Dallagnol? Onde isto seria possível?