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Os coronéis resistem

Embora uma grande parte da imprensa dê de ombros para um movimento que finca raizes em definitivo na política nacional, alguns coronéis dono de siglas partidárias estão , também, enveredando pelo mesmo caminho. 

Na votação da Reforma da Previdência, alguns deputados do PDT e do PSB, cerraram fileiras ao lado da proposta do governo, “desobedecendo” orientação da direção desses partidos que recomendaram o  voto contrário .

É salutar que fique claro , que alguns deputados votaram a favor do governo por convicção, já outros , aquiesceram ao Projeto de Reforma da Previdência,  por puro oportunismo ainda acreditando que o toma lá, dá cá seja eterno. 

Tanto a direção do PDT, bem como a do PSB, estão ameaçando desde a  votação da última sexta-feira, os deputados que votaram com o governo , aventando até mesmo, com a possibilidade de expulsão desses deputados . Pura cretinice.

A deputada do PDT Tábata Amaral , eleito pelo Estado de São Paulo, tem sido a mais pressionada , por ser uma jovem de 25 anos , de origem humilde, com um futuro promissor na política nacional, integrante que é , de um desses novos agrupamentos políticos não partidários denominado Acredito, grupos de pessoas jovens, com grau de conscientização política elevada, que se propõem a mudar as práticas e os métodos do fazer político atual. 

Os donos do partido ao qual Tábata Amaral é filiada o PDT, o de direito Carlos Luppi e o dono de fato , Ciro Gomes, agem como verdadeiros coronéis, tentando desacreditar essa verdadeira lufada de uma renovação política que chegou para mudar os métodos e as práticas políticas carcomidas do fazer político até aqui. 

O herdeiro político do PSB de Miguel Arraes , Carlos Siqueira, tem feito declarações de que irá também seguir na mesma direção em relação aos deputados da bancada do PSB, que votaram a favor da Reforma. Pura balela. 

Quanto menos deputados, menos recursos os partidos deixam de receber dos bilionários Fundo Partidário e Fundo Eleitoral, e essa gente,  tem nessas fontes de rendas o seu único meio de vida. 

No momento são apenas dezoito deputados federais eleitos por esses movimentos estruturados nas redes sociais, com forte tendência de nos próximos pleitos eleitorais, crescerem em todas as regiões do país.

É isso.

Embora uma grande parte da imprensa dê de ombros para um movimento que finca raizes em definitivo na política nacional, alguns coronéis dono de siglas partidárias estão , também, enveredando pelo mesmo caminho. 

Na votação da Reforma da Previdência, alguns deputados do PDT e do PSB, cerraram fileiras ao lado da proposta do governo, “desobedecendo” orientação da direção desses partidos que recomendaram o  voto contrário .

É salutar que fique claro , que alguns deputados votaram a favor do governo por convicção, já outros , aquiesceram ao Projeto de Reforma da Previdência,  por puro oportunismo ainda acreditando que o toma lá, dá cá seja eterno. 

Tanto a direção do PDT, bem como a do PSB, estão ameaçando desde a  votação da última sexta-feira, os deputados que votaram com o governo , aventando até mesmo, com a possibilidade de expulsão desses deputados . Pura cretinice.

A deputada do PDT Tábata Amaral , eleito pelo Estado de São Paulo, tem sido a mais pressionada , por ser uma jovem de 25 anos , de origem humilde, com um futuro promissor na política nacional, integrante que é , de um desses novos agrupamentos políticos não partidários denominado Acredito, grupos de pessoas jovens, com grau de conscientização política elevada, que se propõem a mudar as práticas e os métodos do fazer político atual. 

Os donos do partido ao qual Tábata Amaral é filiada o PDT, o de direito Carlos Luppi e o dono de fato , Ciro Gomes, agem como verdadeiros coronéis, tentando desacreditar essa verdadeira lufada de uma renovação política que chegou para mudar os métodos e as práticas políticas carcomidas do fazer político até aqui. 

O herdeiro político do PSB de Miguel Arraes , Carlos Siqueira, tem feito declarações de que irá também seguir na mesma direção em relação aos deputados da bancada do PSB, que votaram a favor da Reforma. Pura balela. 

Quanto menos deputados, menos recursos os partidos deixam de receber dos bilionários Fundo Partidário e Fundo Eleitoral, e essa gente,  tem nessas fontes de rendas o seu único meio de vida. 

No momento são apenas dezoito deputados federais eleitos por esses movimentos estruturados nas redes sociais, com forte tendência de nos próximos pleitos eleitorais, crescerem em todas as regiões do país.

É isso.

Hilárias Um cabo e dois soldados