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"Caça às bruxas"

Como se não bastasse a absurda decisão da direção do Ministério Público (MP) do Estado do Piauí, em afastar de suas funções o promotor da cidade de Luís Correia, Aristóteles Galeno, por trinta dias em decorrência de uma denúncia feita por ele promotor,  ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), em que é tipificada a formação de uma quadrilha de malfeitores, praticando crimes de grilagem de áreas de terras do litoral Piauiense, a coisa não parou por aí. 

Um outro promotor, Rômulo Cordão, também integrante do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MP, estando fora do Brasil, foi afastado das suas funções no GAECO, estando até o momento sem compreender o motivo da punição sofrida.

A sociedade piauiense não pode coadunar com esse verdadeiro  "Caça às Bruxas" praticado contra dois defensores da sociedade que, cumprindo rigorosamente as suas funções, tiveram a “ousadia” de investigar e denunciar práticas delituosas de autoridades dos poderes constituídos deste Estado que, ao arrepio da lei, dão-se ao desplante de, em proveito próprio, praticarem crimes a torto e a direito e, ainda, contarem com a anuência da direção do Ministério Público Estadual. 

É um escárnio.

Como se não bastasse a absurda decisão da direção do Ministério Público (MP) do Estado do Piauí, em afastar de suas funções o promotor da cidade de Luís Correia, Aristóteles Galeno, por trinta dias em decorrência de uma denúncia feita por ele promotor,  ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNPM), em que é tipificada a formação de uma quadrilha de malfeitores, praticando crimes de grilagem de áreas de terras do litoral Piauiense, a coisa não parou por aí. 

Um outro promotor, Rômulo Cordão, também integrante do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MP, estando fora do Brasil, foi afastado das suas funções no GAECO, estando até o momento sem compreender o motivo da punição sofrida.

A sociedade piauiense não pode coadunar com esse verdadeiro  "Caça às Bruxas" praticado contra dois defensores da sociedade que, cumprindo rigorosamente as suas funções, tiveram a “ousadia” de investigar e denunciar práticas delituosas de autoridades dos poderes constituídos deste Estado que, ao arrepio da lei, dão-se ao desplante de, em proveito próprio, praticarem crimes a torto e a direito e, ainda, contarem com a anuência da direção do Ministério Público Estadual. 

É um escárnio.

Hilárias Os coronéis resistem