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E o outro?

Após a má repercussão causada pelo afastamento de dois promotores públicos das suas funções de fiscais da lei e defensores dos lídimos interesses da sociedade, por terem desbaratados uma quadrilha de malfeitores que grilavam áreas do litoral piauiense, a nova chefia do Ministério Publico do Estado do Piauí decidiu retornar um deles, Aristóteles Galeno. 

Numa laudatória nota endereçada ao titular do Portal AZ, jornalista Arimateia Azevedo, a assessoria do MPE tenta explicar a coincidência do afastamento dos dois promotores, Aristóteles Galeno e Rômulo Cordão, relacionando-as com a mudança de comando no Parquet piauiense.

A referida nota diz ainda que, por serem funções comissionadas, é natural que a nova direção faça as mudanças que lhes pareçam necessárias. 

Dois questionamentos se fazem necessários sobre este imbróglio. 

Primeiro, a nota da Assessoria do MPE enviada ao jornalista Arimateia Azevedo deveria ter sido acompanhada da Portaria assinada no dia 10 de julho, pelo então Procurador-geral de Justiça Cleandro Moura, destituindo todos os comissionados.

Segundo, a recondução dos dois promotores afastados das suas funções intempestivamente, por terem ousado investigar poderosos de plantão, deveria ter contemplado os dois promotores e, não somente, o titular da promotoria da cidade de Luís Correia. 

É isso. 

Após a má repercussão causada pelo afastamento de dois promotores públicos das suas funções de fiscais da lei e defensores dos lídimos interesses da sociedade, por terem desbaratados uma quadrilha de malfeitores que grilavam áreas do litoral piauiense, a nova chefia do Ministério Publico do Estado do Piauí decidiu retornar um deles, Aristóteles Galeno. 

Numa laudatória nota endereçada ao titular do Portal AZ, jornalista Arimateia Azevedo, a assessoria do MPE tenta explicar a coincidência do afastamento dos dois promotores, Aristóteles Galeno e Rômulo Cordão, relacionando-as com a mudança de comando no Parquet piauiense.

A referida nota diz ainda que, por serem funções comissionadas, é natural que a nova direção faça as mudanças que lhes pareçam necessárias. 

Dois questionamentos se fazem necessários sobre este imbróglio. 

Primeiro, a nota da Assessoria do MPE enviada ao jornalista Arimateia Azevedo deveria ter sido acompanhada da Portaria assinada no dia 10 de julho, pelo então Procurador-geral de Justiça Cleandro Moura, destituindo todos os comissionados.

Segundo, a recondução dos dois promotores afastados das suas funções intempestivamente, por terem ousado investigar poderosos de plantão, deveria ter contemplado os dois promotores e, não somente, o titular da promotoria da cidade de Luís Correia. 

É isso. 

Hilárias Preconceito inadmissível