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Xeque-mate

A tão aguardada sangria estancada, clamor do ex-senador Romero Jucá, quando se viu enredado na Operação Lava Jato, teve ontem na Câmara dos Deputados o seu desenlace final.

Todo um plano está sendo gestado para que a impunidade, que já é algo consolidado em nosso país, seja estatuído em lei. 

Do lado do governo federal, a desestruturação dos órgãos fiscalizadores da Receita Federal é uma questão de dias, com o COAF saindo da estrutura do Ministério da Fazenda e a própria Receita Federal sendo transformada apenas em uma “Agência Reguladora”. 

O Xeque-mate para estancar a sangria foi dado na noite de ontem em uma votação, em regime de urgência de uma lei, que pune com pena de prisão todos integrantes do aparelho de investigação, fiscalização, acusação e aplicação de penas do país que, no exercício das suas funções, pratique atos que sejam caracterizados como “abuso de autoridade.”

Agora, ficamos a nos indagar qual desses servidores públicos, que dedicaram toda uma vida a estudar com afinco, para que lograssem êxitos nos concursos mais difíceis do país, para servirem à nação como zelosos defensores da sociedade-tendo salários dignos e uma vida com estabilidade funcional- se sintam de agora em diante, motivados em investigar, acusar e julgar os ladrões dos impostos que pagamos, com uma espada de Dâmocles sobre suas cabeças?

É isso.

A tão aguardada sangria estancada, clamor do ex-senador Romero Jucá, quando se viu enredado na Operação Lava Jato, teve ontem na Câmara dos Deputados o seu desenlace final.

Todo um plano está sendo gestado para que a impunidade, que já é algo consolidado em nosso país, seja estatuído em lei. 

Do lado do governo federal, a desestruturação dos órgãos fiscalizadores da Receita Federal é uma questão de dias, com o COAF saindo da estrutura do Ministério da Fazenda e a própria Receita Federal sendo transformada apenas em uma “Agência Reguladora”. 

O Xeque-mate para estancar a sangria foi dado na noite de ontem em uma votação, em regime de urgência de uma lei, que pune com pena de prisão todos integrantes do aparelho de investigação, fiscalização, acusação e aplicação de penas do país que, no exercício das suas funções, pratique atos que sejam caracterizados como “abuso de autoridade.”

Agora, ficamos a nos indagar qual desses servidores públicos, que dedicaram toda uma vida a estudar com afinco, para que lograssem êxitos nos concursos mais difíceis do país, para servirem à nação como zelosos defensores da sociedade-tendo salários dignos e uma vida com estabilidade funcional- se sintam de agora em diante, motivados em investigar, acusar e julgar os ladrões dos impostos que pagamos, com uma espada de Dâmocles sobre suas cabeças?

É isso.

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