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Canalhice anônima

Ao colocar em votação na noite da última quarta-feira a canalhice legislativa denominada "Lei de Abuso de Autoridade", o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fez um "belíssimo" gol de mão. 

Valendo-se de um ambiente hostil artificialmente criado pelas gravações criminosas, contratadas e editadas ao seu talante pelo advogado americano Green Greenwald, onde áudios entre Procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba e o então juiz, Sérgio Moro, Rodrigo Maia aprontou mais uma.

Numa atitude com finalidade específica, qual seja, acabar com a maior operação de combate à corrupção da história da humanidade.

Rodrigo Maia colocou em votação simbólica (jamais saberemos quais cúmplices votaram a favor dessa sem-vergonhice) a lei que fere de morte, todas as iniciativas de investigação, oferecimento de denúncias e julgamentos de criminosos de colarinho branco. 

Mas o que está deixando transparecer desde ontem é que desde o presidente da República, Jair Bolsonaro, até o mais insignificante deputado integrante do baixíssimo clero, todos, todos mesmos, sentem-se aliviados.

Para contrariar essa percepção da sociedade brasileira e ratificar todo o discurso que o tornou vitorioso, valendo-se exatamente dos resultados obtidos até então pela Lava Jato de Curitiba, ao presidente Jair Bolsonaro não resta outra alternativa a não ser revogar na sua integralidade, essa molecagem travestida de lei, que pune com prisão, policiais federais, procuradores da República e até mesmo juízes federais que ousarem investigar malversadores dos impostos que pagamos. 

Não o fazendo, o presidente Jair Bolsonaro, deixará ao imaginário popular o julgamento dessa omissão presidencial, caso venha a ocorrer.

É isso.

Ao colocar em votação na noite da última quarta-feira a canalhice legislativa denominada "Lei de Abuso de Autoridade", o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fez um "belíssimo" gol de mão. 

Valendo-se de um ambiente hostil artificialmente criado pelas gravações criminosas, contratadas e editadas ao seu talante pelo advogado americano Green Greenwald, onde áudios entre Procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba e o então juiz, Sérgio Moro, Rodrigo Maia aprontou mais uma.

Numa atitude com finalidade específica, qual seja, acabar com a maior operação de combate à corrupção da história da humanidade.

Rodrigo Maia colocou em votação simbólica (jamais saberemos quais cúmplices votaram a favor dessa sem-vergonhice) a lei que fere de morte, todas as iniciativas de investigação, oferecimento de denúncias e julgamentos de criminosos de colarinho branco. 

Mas o que está deixando transparecer desde ontem é que desde o presidente da República, Jair Bolsonaro, até o mais insignificante deputado integrante do baixíssimo clero, todos, todos mesmos, sentem-se aliviados.

Para contrariar essa percepção da sociedade brasileira e ratificar todo o discurso que o tornou vitorioso, valendo-se exatamente dos resultados obtidos até então pela Lava Jato de Curitiba, ao presidente Jair Bolsonaro não resta outra alternativa a não ser revogar na sua integralidade, essa molecagem travestida de lei, que pune com prisão, policiais federais, procuradores da República e até mesmo juízes federais que ousarem investigar malversadores dos impostos que pagamos. 

Não o fazendo, o presidente Jair Bolsonaro, deixará ao imaginário popular o julgamento dessa omissão presidencial, caso venha a ocorrer.

É isso.

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