1. Blogs
  2. Murilo Noleto
  3. Perderam de vez o pudor
Publicidade

Perderam de vez o pudor

Que coisa mais ridícula é essa troca de farpas entre o ex-governador do Estado do Piauí Wilson Martins e o atual Wellington Dias, ao ficarem nessa diatribe, um acusando o outro, sobre a concessão de isenção fiscal (ICMS)  por quinze anos para o Grupo Cervejeiro Petrópolis? 

As declarações de ambos soam numa intensidade vergonhosa, já que um diz  ‘eu concedi a isenção, mas quem recebeu a propina foi o outro’.

Ao lavarem tanta roupa suja publicamente, esses senhores passam para a população Piauiense uma irremediável e definitiva certeza, se despiram do pudor que detinham. 

Mas o que mais importa mesmo, nessa pouca vergonha administrativa, é saber quantos milhões de reais não deixaram e deixarão de serem recolhidos aos cofres do erário público estadual com essa negociata, isto é, receberem propinas em troca de isenção do principal imposto estadual, o ICMS, durante uma década e meia. 

Continuamos a afirmar, essa negociata é caso de polícia. 

É isso.
 

Que coisa mais ridícula é essa troca de farpas entre o ex-governador do Estado do Piauí Wilson Martins e o atual Wellington Dias, ao ficarem nessa diatribe, um acusando o outro, sobre a concessão de isenção fiscal (ICMS)  por quinze anos para o Grupo Cervejeiro Petrópolis? 

As declarações de ambos soam numa intensidade vergonhosa, já que um diz  ‘eu concedi a isenção, mas quem recebeu a propina foi o outro’.

Ao lavarem tanta roupa suja publicamente, esses senhores passam para a população Piauiense uma irremediável e definitiva certeza, se despiram do pudor que detinham. 

Mas o que mais importa mesmo, nessa pouca vergonha administrativa, é saber quantos milhões de reais não deixaram e deixarão de serem recolhidos aos cofres do erário público estadual com essa negociata, isto é, receberem propinas em troca de isenção do principal imposto estadual, o ICMS, durante uma década e meia. 

Continuamos a afirmar, essa negociata é caso de polícia. 

É isso.
 

Legisla e absolve Promiscuidade, parte II