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Os proscritos

No editorial do jornalista Arimateia Azevedo desta sexta-feira no Portal Az, ele Arimateia, alude a respeito de uma patranha patrocinada por deputado estadual do Piauí, um certo Franzé Silva.

Por propositura e consequente aprovação dos seus pares e a sanção do governador Wellington Dias, foi tornada lei uma impostura inominável, qual seja, a proibição e a retirada de prédios e outros entes públicos que constem como denominação, nomes de torturadores ou agentes públicos ou ‘ pessoas que notoriamente tenham praticado ou pactuado com violações de direitos humanos ‘,

Arimateia Azevedo, chega mesmo a dizer no seu referido texto que, os nomes de Petrônio Portella e Alberto Silva, poderão ser proscritos das denominações de ruas , avenidas , praças, prédios e logradouros públicos em decorrência desta exdrúxula lei.

Diante de tanta imbecilidade e falta do que fazer, há de se questionar:

Quem , reconhecidamente , exerceu as funções de torturador no período de exceção no Estado do Piauí?

Petrônio Portella e Alberto Silva, os dois maiores vultos da história político-administrativo do Estado do Piauí, teriam os seus respectivos nomes proscritos dos entes públicos, somente por terem atuado politicamente no período dito de exceção 1964-1985?

Traçando um paralelo pelo que fizeram esses dois personagens acima mencionados e os atuais dirigentes estaduais, somente no que tange aos ‘direitos humanos’ é desconcertante tal comparação.

Se observamos a degradação por completo de toda a infraestutura estadual ocorrida no Estado do Piauí nos últimos anos, seja ela na rede de saúde pública, educacional, segurança pública, sistema rodoviário etc, etc, ficamos a matutar, quais personagens da história recente do Estado do Piauí, deveriam de fato , serem proscritos para todo o sempre.

É isso.

No editorial do jornalista Arimateia Azevedo desta sexta-feira no Portal Az, ele Arimateia, alude a respeito de uma patranha patrocinada por deputado estadual do Piauí, um certo Franzé Silva.

Por propositura e consequente aprovação dos seus pares e a sanção do governador Wellington Dias, foi tornada lei uma impostura inominável, qual seja, a proibição e a retirada de prédios e outros entes públicos que constem como denominação, nomes de torturadores ou agentes públicos ou ‘ pessoas que notoriamente tenham praticado ou pactuado com violações de direitos humanos ‘,

Arimateia Azevedo, chega mesmo a dizer no seu referido texto que, os nomes de Petrônio Portella e Alberto Silva, poderão ser proscritos das denominações de ruas , avenidas , praças, prédios e logradouros públicos em decorrência desta exdrúxula lei.

Diante de tanta imbecilidade e falta do que fazer, há de se questionar:

Quem , reconhecidamente , exerceu as funções de torturador no período de exceção no Estado do Piauí?

Petrônio Portella e Alberto Silva, os dois maiores vultos da história político-administrativo do Estado do Piauí, teriam os seus respectivos nomes proscritos dos entes públicos, somente por terem atuado politicamente no período dito de exceção 1964-1985?

Traçando um paralelo pelo que fizeram esses dois personagens acima mencionados e os atuais dirigentes estaduais, somente no que tange aos ‘direitos humanos’ é desconcertante tal comparação.

Se observamos a degradação por completo de toda a infraestutura estadual ocorrida no Estado do Piauí nos últimos anos, seja ela na rede de saúde pública, educacional, segurança pública, sistema rodoviário etc, etc, ficamos a matutar, quais personagens da história recente do Estado do Piauí, deveriam de fato , serem proscritos para todo o sempre.

É isso.

Legisla e absolve Capacitando gerações